Forum Espirita

GERAL => Outros Temas => Artigos Espíritas => Tópico iniciado por: Mourarego em 20 de Maio de 2011, 16:11

Título: Criando Modismos
Enviado por: Mourarego em 20 de Maio de 2011, 16:11
Criando Modismos

Sabem,
As vezes chego a achar engraçado a atuação de certos confrades.
Mostram-se como estudiosos do conteúdo codificado, mas suas colocações na maior parte das vezes, só trazem chavões, especulações, interpolações e umqa vontade muito grande de mostrar o caminho para a angelitude etc.
Discorrem sobre meios e maneiras de se fazer melhor, mas sempre prescrevendo remédios e ações, que não guardam nenhuma semelhança à letra Espírita.
Entretanto, está tudo capitulado, em qualquer das obras básicas de doutrina.
Não adianta prescrever-se  como se ser feliz, ou os dez passos para o progresso, há que se querer tomar, antes do mesmo remédio, para que, como ensina a codificação, através do exemplo, a luz possa incidir sobre todos, promovendo o Bem Geral.
Outro problema grave é querer associar a ciência a tudo, dentro da ordem doutrinária. Todavia, como a mentira tem as pernas curtas, o engodo logo é desmascarado.
A maioria dos que falamem ciência dando provas disso ou daquilo, não tem formação na área da ciência onde dizem ter pesquisado, na verdade a pesquisa começa e finda numa ou noutra notícia de jornal, ou numa rápida busca no Google, vai daí que faltando o lastro que a formação acadêmica naquela ciência traria, nosso amigos continuam a perpetuar o trabalho dos papagaios, repetindo as coisas sem mesmo saberem do que falam.
Esquecem-se de uma recomendação simples, mas feita em caráter forte, por São Luiz, ao item XVII das “Dissertações Espíritas” que O Livro dos Médiuns nos trás.
A vista desse desconhecimento, trago para todos esta comunicação:

“Meus amigos, deixai que vos de um conselho, visto que palmilhais um terreno novo e que, se seguirdes a rota que vos indicamos, não vos transviareis.
Tem-se-vos dito uma coisa muito verdadeira, que desejamos relembrar-vos: que o Espiritismo é simplesmente uma moral e que não deverá sair, nem muito, nem pouco, dos limites da filosofia, se não quiser cair no domínio da curiosidade.
Deixai de lado as questões de ciência: a missão dos Espíritos não é resolvê-las, poupando-vos ao trabalho das pesquisas; mas, procurai tornar-vos melhores, porquanto é assim que realmente progredireis.
São Luís”.

Como há de ser notado por todos,a mensagem é simples mas forte, há nela, uma instigação do Rei Santo, para que todos se esforcem por se melhorarem a si mesmos.
Em nada São Luiz há de ter errado, já que o foco da doutrina é facilitar a compreensão das atitudes que nos levarão à modificação, esta de caráter moral, pois é da boa moral que se nutrem os Espíritos e é a mesma moral ilibada que os distingue entre os outros e lhes proporciona o prpogrtesso e a evolução.
Se essesmeus confrades, se preocupassem mais como melhorarem-se a si mesmos, por certo andariam mais ligeiro no caminho do progresso moral e então dar-se-ia o “milagre Espírita”: Pelo exemplo que eles passariam a ser, em todos os seus atos, palavras ou pensamentos, estariam constituídos em novas bússolas do progresso atuando em qualquer espaço em que estivessem.
Espiritismo, disse A Verdade, “é coisa santa, e que só deve ser seguido dentro da seriedade e gravidade que toda coisa santa prescreve”.
Esta doutrina cujo único foco é a moralização da humanidade, a de ser entendida e compreendida para que possa dar os seus frutos mais saborosos, disse Allan Kardec, eu me associo a ele, e esta associação, nascida há mais de vinte e cinco anos, é que me faz, não respeitando as crises renais pelas quais passo, a cardiopatia ou os dissabores que as vicissitudes me entregam como fel amargo, manter-me  no caminho, ela me sustenta, me alivia nas horas mais duras e me faz, cada vez mais apaixonado por seus ensinos.
Se ainda não estou em melhor estágio, é que a imperfeição que me banha não foi totalmente extirpada, aqui o meu “mea culpae”.
Entretanto, para que possamos nos modificar a única receita que a doutrina trás é dividida em dois pontos capitais:

1: Fazer ao próximo todo o Bem possível;
2: Responder ao mal recebido, como Bem.

Ora: Se estes dois itens são de tão simples ações, por que então todos ainda não galgaram à outras estações mais avançadas?
A resposta é simples:
É que a simplicidade, por vezes se torna a pedra de tropeço.
Eu não quero senão o laurel do reconhecimento público, por isso me esforço para ser visto como “médium forte”, ou palestrante reconhecido por todos.
Se por certo meus textos são de boa qualidade, é que avaliando-se a eles com desapego ou paixão, veremos todos que são ensinos de outros Espíritos, postados nas obras básicas que eu apenas os repito, sob a roupagem das minhas empoladas palavras.
Como palestrante, visto-me o melhor possível, assumindo uma identidade de superioridade ante aos que vão me escutar nos auditórios, por mais pantomima que faça ao me mostrar humilde nas colocações, falando sibilinamente.
Esta atitude porém, pode enganar por algum tempo a uns poucos, mas não enganará, a quem mais seria útil o engano, eu mesmo!
Somos todos farinha do mesmo saco meus manos, não nos esqueçamos disso, somos Espíritos Imperfeitos e é com esta condição que devamos lutar para nos aprimoramos, este o processo da modificação.
É por isso que quando me perguntam, e não o fazem poucas vezes, “Moura, então é fácil, por ser simples?”
Eu respondo na bucha: Fácil? Sei não, mano... Tenta!
Meus amigos, deixemos de lado as receitas, adivinhações e conjecturas, sigamos o que a doutrina ensina, se bem podemos de tudo ler, é necessário que tenhamos base firme nos postulados de doutrina para podermos separar o joio do trigo, esta a lição que aprendi a duras penas e que, de graça, passo a todos.
Abraço-os afetivamente.
Rio de Janeiro, 19 de maio de 2011.
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Goedert em 20 de Maio de 2011, 18:57
Entendo seu ponto de vista amigo Moura.

Citação de: Moura
Esta doutrina cujo único foco é a moralização da humanidade, a de ser entendida e compreendida para que possa dar os seus frutos mais saborosos, disse Allan Kardec, eu me associo a ele, e esta associação, nascida há mais de vinte e cinco anos, é que me faz, não respeitando as crises renais pelas quais passo, a cardiopatia ou os dissabores que as vicissitudes me entregam como fel amargo, manter-me  no caminho, ela me sustenta, me alivia nas horas mais duras e me faz, cada vez mais apaixonado por seus ensinos.

O treinamento pelo que consta é 'moralização' e objetivo não é nítido.

Tirando sua argumentação ad hominem a si mesmo, qual seria o sumário dos ensinamentos para que se chegue no objetivo final da doutrina?
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Mourarego em 20 de Maio de 2011, 19:37
Amigo Goedert,
muda o disco...
O objetivo está descrito só você ainda não o viu.
Um jogador de futebol bem treinado obtém maior moralização?
Um piloto de F1 também?
Por favor não tergiverse.
Moralização e treino são coisas dispares e diferenciadas.
Nos anos em que já me dedico ao Espiritismo de forma mediúnica e que somam amais de 24, treino eu obtive, e se este acompanhasse ao processo moralizador,eu bem estaria mais adiante, no entanto ainda não andei muito nesse terreno,não sob o condão doutrinário.
E note que antes,por tempo igual trabalhei na crença espiritualista então treino não aumenta e nem valoriza a moral, dá apenas mais segurança na ação que, contudo pode se perder na fraqueza da moral de qualquer médium.
Não falamos de uma coisa comum amigo,mas sim de uma doutrina.
A doutrina nos dá ferramental, mas que há de usá-lo seremos nós. Espíritos não estão ai para nos servir naquilo em que o trabalho é obrigatoriamente nosso.
Abraços,
Moura
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Goedert em 20 de Maio de 2011, 20:35
Amigo Moura.

Estou argumentando que se trata de questões diferentes, que o que é invocado aqui sobre a LE nada tem a ver com a proposição que você colocou referente ser médium faz mais de 25 anos. Quem argumenta assim ignora a questão, foge do assunto.

Pois pedi para que colocasse um sumário dos ensinamentos de forma sucinta e objetivo final.

Já ouviu o ditado popular: 'Se todos querem se atirar em alto mar, você também quer?' O fato de ACREDITAR em algo não o torna verdadeiro.

A moralização não é um treino amigo? É o treino da moral...

Assim como o jogador de futebol treina seu futebol. Assim como o piloto treina sua arte de pilotar.

São coisas idênticas e não diferenciadas.
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Blue soft em 20 de Maio de 2011, 20:43
Criando Modismos

Sabem,
As vezes chego a achar engraçado a atuação de certos confrades.
Mostram-se como estudiosos do conteúdo codificado, mas suas colocações na maior parte das vezes, só trazem chavões, especulações, interpolações e umqa vontade muito grande de mostrar o caminho para a angelitude etc.
Discorrem sobre meios e maneiras de se fazer melhor, mas sempre prescrevendo remédios e ações, que não guardam nenhuma semelhança à letra Espírita.
Entretanto, está tudo capitulado, em qualquer das obras básicas de doutrina.
Não adianta prescrever-se  como se ser feliz, ou os dez passos para o progresso, há que se querer tomar, antes do mesmo remédio, para que, como ensina a codificação, através do exemplo, a luz possa incidir sobre todos, promovendo o Bem Geral.
Outro problema grave é querer associar a ciência a tudo, dentro da ordem doutrinária. Todavia, como a mentira tem as pernas curtas, o engodo logo é desmascarado.
A maioria dos que falamem ciência dando provas disso ou daquilo, não tem formação na área da ciência onde dizem ter pesquisado, na verdade a pesquisa começa e finda numa ou noutra notícia de jornal, ou numa rápida busca no Google, vai daí que faltando o lastro que a formação acadêmica naquela ciência traria, nosso amigos continuam a perpetuar o trabalho dos papagaios, repetindo as coisas sem mesmo saberem do que falam.
Esquecem-se de uma recomendação simples, mas feita em caráter forte, por São Luiz, ao item XVII das “Dissertações Espíritas” que O Livro dos Médiuns nos trás.
A vista desse desconhecimento, trago para todos esta comunicação:

“Meus amigos, deixai que vos de um conselho, visto que palmilhais um terreno novo e que, se seguirdes a rota que vos indicamos, não vos transviareis.
Tem-se-vos dito uma coisa muito verdadeira, que desejamos relembrar-vos: que o Espiritismo é simplesmente uma moral e que não deverá sair, nem muito, nem pouco, dos limites da filosofia, se não quiser cair no domínio da curiosidade.
Deixai de lado as questões de ciência: a missão dos Espíritos não é resolvê-las, poupando-vos ao trabalho das pesquisas; mas, procurai tornar-vos melhores, porquanto é assim que realmente progredireis.
São Luís”.

Como há de ser notado por todos,a mensagem é simples mas forte, há nela, uma instigação do Rei Santo, para que todos se esforcem por se melhorarem a si mesmos.
Em nada São Luiz há de ter errado, já que o foco da doutrina é facilitar a compreensão das atitudes que nos levarão à modificação, esta de caráter moral, pois é da boa moral que se nutrem os Espíritos e é a mesma moral ilibada que os distingue entre os outros e lhes proporciona o prpogrtesso e a evolução.
Se essesmeus confrades, se preocupassem mais como melhorarem-se a si mesmos, por certo andariam mais ligeiro no caminho do progresso moral e então dar-se-ia o “milagre Espírita”: Pelo exemplo que eles passariam a ser, em todos os seus atos, palavras ou pensamentos, estariam constituídos em novas bússolas do progresso atuando em qualquer espaço em que estivessem.
Espiritismo, disse A Verdade, “é coisa santa, e que só deve ser seguido dentro da seriedade e gravidade que toda coisa santa prescreve”.
Esta doutrina cujo único foco é a moralização da humanidade, a de ser entendida e compreendida para que possa dar os seus frutos mais saborosos, disse Allan Kardec, eu me associo a ele, e esta associação, nascida há mais de vinte e cinco anos, é que me faz, não respeitando as crises renais pelas quais passo, a cardiopatia ou os dissabores que as vicissitudes me entregam como fel amargo, manter-me  no caminho, ela me sustenta, me alivia nas horas mais duras e me faz, cada vez mais apaixonado por seus ensinos.
Se ainda não estou em melhor estágio, é que a imperfeição que me banha não foi totalmente extirpada, aqui o meu “mea culpae”.
Entretanto, para que possamos nos modificar a única receita que a doutrina trás é dividida em dois pontos capitais:

1: Fazer ao próximo todo o Bem possível;
2: Responder ao mal recebido, como Bem.

Ora: Se estes dois itens são de tão simples ações, por que então todos ainda não galgaram à outras estações mais avançadas?
A resposta é simples:
É que a simplicidade, por vezes se torna a pedra de tropeço.
Eu não quero senão o laurel do reconhecimento público, por isso me esforço para ser visto como “médium forte”, ou palestrante reconhecido por todos.
Se por certo meus textos são de boa qualidade, é que avaliando-se a eles com desapego ou paixão, veremos todos que são ensinos de outros Espíritos, postados nas obras básicas que eu apenas os repito, sob a roupagem das minhas empoladas palavras.
Como palestrante, visto-me o melhor possível, assumindo uma identidade de superioridade ante aos que vão me escutar nos auditórios, por mais pantomima que faça ao me mostrar humilde nas colocações, falando sibilinamente.
Esta atitude porém, pode enganar por algum tempo a uns poucos, mas não enganará, a quem mais seria útil o engano, eu mesmo!
Somos todos farinha do mesmo saco meus manos, não nos esqueçamos disso, somos Espíritos Imperfeitos e é com esta condição que devamos lutar para nos aprimoramos, este o processo da modificação.
É por isso que quando me perguntam, e não o fazem poucas vezes, “Moura, então é fácil, por ser simples?”
Eu respondo na bucha: Fácil? Sei não, mano... Tenta!
Meus amigos, deixemos de lado as receitas, adivinhações e conjecturas, sigamos o que a doutrina ensina, se bem podemos de tudo ler, é necessário que tenhamos base firme nos postulados de doutrina para podermos separar o joio do trigo, esta a lição que aprendi a duras penas e que, de graça, passo a todos.
Abraço-os afetivamente.
Rio de Janeiro, 19 de maio de 2011.


             Moura querido,
se for por amizade, não preciso dizer nada e por ser sua fã
tenho de parabenizá-lo.
             Há muito, não leio um texto tão bom e bem escrito
com assertivas doutrinárias, sem sair do tom.
             Amigo, estes dias mesmo eu andei conversando com
um grupo sobre a capacidade de alguns espíritas se fazerem
anjos ou santos, mas, infelizmente só de aparência.
             Fala baixa e mansa, posicionamento de mão e pernas,
tudo isto, para dar a impressão de humildade.
             Só faltou uma coisinha básica, que nos faz ser espíritas,
a mudança de comportamento e atitudes íntimas, pois, o objetivo
da Doutrina dos Espíritos, não é me salvar ou me fazer santa
de uma hora para outra, afinal a "evolução não dá saltos", é
sim, me levar a uma melhora íntima de consequências sim, morais.
           Fácil, não é, pois, quando Kardec nos diz, "Fora da
Caridade, não há Salvação", ele nos sentencia a obrigação de
fazer o bem, para que sendo bom, é que nos faremos melhores.
           Assim, amigo, vejo mais uma aula de que Kardec se
felicitaria de nos dá e os bons espíritos assinariam em baixo,
não porque, é o senhor Raimundo de Moura Rego, porém,
pelo que este texto representa, porque, nos coloca contra
parede de nós mesmos, nos levando a uma reflexão acerca
de como estamos nos conduzindo, diante desta doutrina que
escolhemos.

                           Carinhos e saudades,

                             Da emocionada amiga :'(

                                    Blue Soft
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Antonio Renato em 21 de Maio de 2011, 15:57
Meu nobre mano Moura,nordestino como eu,valeu muito pelo texto,bateu forte e bateu pe-
-sado,verdadeiramente como bem frisou a nossa irmã Blue Soft:Nos colocou contra a parede,mostrando-nos assim como deve ser todos que verdadeiramente querem seguir,  porque,nada nos é obrigado para viver dento dos preceitos da Dutrina Espírita,salvo as questões morais,que devemos está sempre atentos,como também para os pontos simples
e básicos que você frizou:Amor e Caridade.
Fique na paz e Deus na sua infinita grandeza nos abençoe sempre.
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Dadinho em 21 de Maio de 2011, 16:11
Manão Moura,

Eu não o conheço tão bem quanto os demais colegas aqui do forum, mas uma coisa eu sei: você é uma das pessoas de maior sensibilidade quanto aos conceitos existentes nas obras básicas que eu conheci. Postura equlibrada, facilidade para pontuar elementos que passam despercebidos por muitos e, acima de tudo, dedicação para com o próximo no interesse em ajudá-lo, esclarecendo-o, são a tônica clara em suas mensagens aqui postadas, e que me deixam muito feliz de ter tido a chance de o conhecer.

É bem verdade que às vezes você tem um jeitão meio direto no falar... tipo sem "papas na língua"...  rsrs.  Mas acho que muitos de nós precisam desses toques mais intensos mesmo. Às vezes a galera fica muito tempo na "viajem" e esquece de voltar à realidade e por o pé no chão, para entender que estamos aqui para nos melhorarmos, como muito bem você citou.

Eu não sei muito bem o motivo principal desse tópico que você abriu. Isto é, não sei se ele está explicitado em seu texto ou se existem coisas mais profundas que seriam inviáveis tentar expor por aqui...  mas fato é que suas observações me chamaram a atenção, e me fizeram nascer algumas reflexões que gostaria de trocar contigo em outra oportunidade, pois, nessa, eu queria lhe pedir para não olhar essa separação entre joio e trigo como um apredizado "às duras penas", mas como uma "diversão cansativa". Nem tudo o que nos dá prazer exige esforço, mas tudo o que nos dá muito prazer é invariavelmente muito cansativo, pois exige muito esforço e dedicação (óbvio que estou acreditando que você está entendendo o sentido de prazer em cada caso). Quem sabe esse olhar mais otimista não deixará você ainda mais satisfeito por todas as experiências que passou? Não se esqueça que se divertir também cansa...  rsrs  ;-)

Espero que você e todos o amigos daqui tenham um final de semana maravilhoso!
Muita paz!
Dadinho
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Mourarego em 21 de Maio de 2011, 16:24
Maninho Dadinho e querida Blue, agradeço pelas ponderações feitas.
Meu objetivo ao escrever este texto,foi apenas de relembrar certas pequenas coisas que sem bem sabermos, porque vamos esquecendo de mante-las vivas no nosso dia a dia.
Decerto sou um cabra de fala reta, não sou muito afeito a subterfúgios.
Faço dessa maneira pois a palavra escrita encontra em muitos, ecos muito diferentes do que o autor teve ao escrevê-las. Por isso uso mesmo o "papo reto", como se diz na gíria.
Estes alertas, que servem primeiramente para eu mesmo, têm o condão de fazer tocar a "campainha da razão" quer todos temos.
Por isso os escrevo!
Abração,
Moura
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: EsoEstudos em 21 de Maio de 2011, 16:34

Camarada Mourovsky!

Tudo em Paz!?

Parabéns pelo post.

Se me permite, gostaria de citar um pensamento que expus em outro local e que --- simbolicamente --- deriva de tudo o que você muito bem colocou.

Os Filhos de Caim aprenderam a tirar o alimento da terra... Os Filhos de Seth pedem alimento para distribuir aos pobres...

Os Filhos do Fogo ardem em chamas de amor, orgulhosos de viver com o esforço de sua vida. O Filhos da Água melindram-se e correm, assustados, em busca de um viver de brandura...


Os Filhos da Viúva! Eu os saúdo!!!!!!!

Ler mais: http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=186324#ixzz1N09qpnj8
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Mourarego em 21 de Maio de 2011, 16:39
Legal mano Marcão,eu li teu post e fiquei muito feliz em relê-lo agora.
Bem arregimentado, adorei!
Abração,
Moura
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Antonio Renato em 21 de Maio de 2011, 17:50
Onde se lê Antonio Renato(visitante),leia-se,Antonio Ranato Barbosa(participante).
Fiquem na paz.
Título: Re: Criando Modismos
Enviado por: Gisella em 25 de Maio de 2011, 16:07
Olá, Moura e amigos...

Não tenho o que acrescentar no teu post, pois vem direto a tudo o que temos que lembrar sempre.

Cito você:

"deixemos de lado as receitas, adivinhações e conjecturas, sigamos o que a doutrina ensina, se bem podemos de tudo ler, é necessário que tenhamos base firme nos postulados de doutrina para podermos separar o joio do trigo"...

Importantíssimo, pois sem base, acreditamos em qualquer coisa e precisamos ter as bases firmes para entendermos a evolução do pensamento. E, base, só Kardec!! Por isso são Obras Básicas!!!

Obrigada pela reflexão..

Abraços fraternos

Gisella  ;)