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GERAL => Outros Temas => Artigos Espíritas => Tópico iniciado por: aruanda em 25 de Agosto de 2009, 22:43

Título: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: aruanda em 25 de Agosto de 2009, 22:43
Em recente reportagem, divulgou-se que uma jovem, de 15 anos, suicidou-se com um tiro de revolver, dentro de uma escola, em Curitiba. Não houve grito nem pedido de socorro. Em silêncio, ela entrou no banheiro e se trancou em uma das cinco cabines reservadas. Sentada sobre o vaso sanitário, disparou contra a boca. Suicídios desse gênero (tiro especialmente), em escolas brasileiras, não são comuns. "Três meses antes da tragédia, a jovem procurou os pais e pediu para que eles a levassem a um psicólogo. Dizia sentir-se triste e desmotivada. O pai passou a pegá-la na aula de pintura e levá-la, semanalmente, a um psiquiatra. No inquérito policial sobre o suicídio, apurou-se que ela tomava benzodiazepínicos (soníferos) para dormir, e outros fármacos para controlar a ansiedade que sentia". (1) Diante do dilema, indagamos: Como os pais podem proteger os filhos ante os desequilíbrios emocionais que assolam a juventude de hoje? Obviamente, precisam estar atentos. Interpretar qualquer tentativa ou anúncio de suicídio do jovem como sinal de alerta. O ideal é procurar ajuda especializada de um psicólogo e, para os pais espíritas, os recursos terapêuticos dos centros espíritas. Aproximar-se, mais amiudemente, do filho que apresenta sinais fortes de introspecção ou depressão. O isolamento e o desamparo podem terminar com aguda depressão e ódio da vida.
É evidente que sugerir serem os pais os únicos responsáveis pelo autocídio de um filho(a), é algo muito delicado e preocupante, pois, trata-se um ato pessoal de extremo desequilíbrio da personalidade, gerado por circunstâncias atuais ou por reminiscências de existências passadas. Se há culpa dos pais, atribui-se à negligência, à desatenção, a não perceber as mudanças no comportamento de um filho(a) e a tudo que acontece à sua volta. Sobre isso, estamos convictos de que a sociedade, como um todo, é, igualmente, culpada. Inobstante colocarem o fardo da culpa nos pais em primeiro lugar, reflitamos: quem pode controlar a pressão psicológica que uma montanha de apelos vazios faz na cabeça dos jovens, diariamente? O suicídio é um ato exclusivamente humano e está presente em todas as culturas. Suas matrizes causais são numerosas e complexas. Os determinantes do suicídio patológico estão nas perturbações mentais, depressões graves, melancolias, desequilíbrios emocionais, delírios crônicos, etc. Algumas pessoas nascem com certas desordens psiquiátricas, tal como a esquizofrenia e o alcoolismo, o que aumenta o risco de suicídio. Há os processos depressivos, onde existem perdas de energia vital no organismo, desvitalizando-o, e, conseqüentemente, interferindo em todo o mecanismo imunológico do ser.
Em termos percentuais, 70% das pessoas que cometem suicídio, certamente sofriam de um distúrbio bipolar (maníaco-depressivo); ou de um distúrbio do humor; ou de exaltação/euforia (mania), que desencadearam uma severa depressão súbita, nos últimos minutos que antecederam aos de suas mortes. O suicídio pode ocorrer, tanto na fase depressiva, quanto na fase da mania, sempre conseqüente do estado mental. O suicida é, antes de tudo, um deprimido, e a depressão é a doença da modernidade. O suicida não quer matar a si próprio, mas alguma coisa que carrega dentro de si e que, sinteticamente, pode ser nominado de sentimento de culpa e vontade de querer matar alguém com quem se identifica. Como as restrições morais o impedem, ele acaba se autodestruindo. Assim, "o suicida mata uma outra pessoa que vive dentro dele e que o incomoda, profundamente. Outra coisa que deve ser analisada é a obsessão que poderia ser definida como um constrangimento que um indivíduo, suicida em potencial ou não, sente, pela presença perturbadora de um obsessor.
A religião, a moral, todas as filosofias condenam o suicídio como contrário às leis da Natureza. Todas asseveram que ninguém tem o direito de abreviar, voluntariamente, a vida. Entretanto, por que não se tem esse direito? Por que não é livre o homem de pôr termo aos seus sofrimentos? Ao Espiritismo estava reservado demonstrar, pelo exemplo dos que sucumbiram, que o suicídio não é uma falta somente por constituir infração de uma lei moral - consideração, essa, de pouco peso para certos indivíduos - mas, também, um ato estúpido, pois que nada ganha quem o pratica. Antes, o contrário, é o que se dá com eles, na existência espiritual, após ato tão insano. Temos notícia, não somente, pelo que lemos nos livros da Doutrina Espírita e que nos advertem os Espíritos Superiores, mas pelos testemunhos que nos dão esses infelizes irmãos, narrando tristes fatos que eles mesmos nos põem sob as vistas, em sessões de orientação às entidades sofredoras. Sob o ponto de vista sociológico, o suicídio é um ato que se produz no marco de situações anômicas, (2) em que os indivíduos se vêem forçados a tirar a própria vida para evitar conflitos ou tensões inter-humanas, para eles insuportáveis.
O pensador Émile Durkheim teoriza que a "causa do suicídio, quase sempre, é de raiz social, ou seja, o ser individual é abatido pelo ser social. Absorvido pelos valores [sem valor], como o consumismo, a busca do prazer imediato, a competitividade, a necessidade de não ser um perdedor, de ser o melhor, de não falhar, o jovem se afasta de si mesmo e de sua natureza. Sobrevive de ‘aparências’, para representar um ‘papel social’ como protagonista do meio. Nessa vivência neurotizante, ele deixa de desenvolver suas potencialidades, não se abre, nem expõe suas emoções e se esmaga na sua intimidade solitária." (3)
O Espiritismo adverte que o suicida, além de sofrer no mundo espiritual as dolorosas conseqüências de seu gesto impensado, de revolta diante das leis da vida, ainda renascerá com todas as seqüelas físicas daí resultantes, e terá que arrostar, novamente, a mesma situação provacional que a sua flácida fé e distanciamento de Deus não lhe permitiram o êxito existencial.
É verdade que após a desencarnação não há tribunal nem Juízes para condenar o espírito, ainda que seja o mais culpado. Fica ele, simplesmente, diante da própria consciência, nu perante si mesmo e todos os demais, pois nada pode ser escondido no mundo espiritual, tendo o indivíduo de enfrentar suas próprias criações mentais. "O pensamento delituoso é assim como um fruto apodrecido que colocamos na casa de nossa mente. A irritação, a crítica, o ciúme, a queixa exagerada, qualquer dessas manifestações, aparentemente sem importância, pode ser o início de lamentável perturbação, suscitando, por vezes, processos obsessivos nos quais a criatura cai na delinqüência ou na agressão contra si mesma." (4)
A rigor, não existe pessoa "fraca", a ponto de não suportar um problema, por julgá-lo superior às suas forças. O que de fato ocorre é que essa criatura não sabe como mobilizar a sua vontade própria e enfrentar os desafios. Joanna de Angelis assevera que o "suicídio é o ato sumamente covarde de quem opta por fugir, despertando em realidade mais vigorosa, sem outra alternativa de escapar".(5) Na Terra, é preciso ter tranqüilidade para viver, até porque, não há tormentos e problemas que durem uma eternidade. Recordemos que Jesus nos assegurou que "O Pai não dá fardos mais pesados que nossos ombros" e "aquele que perseverar até o fim, será salvo". (6)
Jorge Hessen
http://jorgehessen (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL2pvcmdlaGVzc2Vu).
jorgehessen@gmail.com
Fonte:
1. Disponível em http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI73803-15228,00- (http://www.forumespirita.net/fe/go.php?url=aHR0cDovL3JldmlzdGFlcG9jYS5nbG9iby5jb20vUmV2aXN0YS9FcG9jYS8wLCxFTUk3MzgwMy0xNTIyOCwwMC0=) NO+BANHEIRO+DA+ESCOLA+UM+TIRO.html
2. O sociólogo acredita que, quando o indivíduo resolve tirar a própria vida, ele está em estado de anomia, que significa "falta de valores". "Uma situação anômica é a ausência ou desintegração de normas. Quando ocorrem perturbações da ordem coletiva, o número de suicídios tende a se elevar"
(3) Durkheim, Emile. Título: El suicidio. P.imprenta: Tlahuapan, Puebla. Premiá. 1987. 343 p. Edición; 2a ed. Descriptores: Suicidio. Sociología. Aspectos psicológicos
(4) Mensagem extraída do livro "PACIÊNCIA", de Emmanuel; psicografado por Francisco Cândido Xavier
(5) Franco, Divaldo, Momentos de Iluminação, Ditado pelo Espírito Joanna de Angelis, RJ: ed. FEB
(6) MT 24:13
 
Título: Re: ANTE O SUICÍDIO – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ESPÍRITAS
Enviado por: Rone em 25 de Agosto de 2009, 23:08
otimo texto aruanda!

"O que de fato ocorre é que essa criatura não sabe como mobilizar a sua vontade própria e enfrentar os desafios. "

Vejo que esta falta de sabedoria em criar forças para realizar atos, enfrentando os desafios é o principal problema de muitas pessoas atualmente, causando depressão, falta de vontade de viver, desilusões e mais uma gama imensa de problemas vindos disto...  uma forma interessante de buscar mobilizar a vontade própria, e se sentir útil auxiliando as pessoas com ações e palavras, é criando objetivos para a vida, criar metas onde podemos auxiliar a nós mesmos e aos outros.
Título: Re: ANTE O SUICÍDIO – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ESPÍRITAS
Enviado por: dOM JORGE em 28 de Junho de 2011, 12:32
                                       VIVA JESUS!


          Bom-dia! queridos irmãos.

                 A inutilidade do suicídio  

O grande equívoco do suicida é acreditar que após o fenômeno da morte tudo estará terminado. Movido por esta ilusão materialista, ele aceita a infeliz idéia, que o conduzirá à sua primeira decepção: constatar que a vida continua após a morte do corpo; e com ela também, todos os problemas não resolvidos. 

É de estranhar que algumas pessoas, apesar dos inúmeros fenômenos comprobatórios da realidade espiritual, ainda relutem em manter, a visão limitada que entende o ser humano, apenas, como um amontoado de células regido pelas complexas ações cerebrais.

Movido por esta equivocada interpretação, não compreendem, que a vida no corpo físico é uma maravilhosa oportunidade, através da qual o espírito se acerta com as leis universais.

Por mais que alguns estudiosos o defendam, como um direito do homem contemporâneo, o suicídio será sempre um ato violento e uma ingratidão contra a misericórdia divina. O verdadeiro dever de cada um deveria ser o de preservar a vida e através dela alcançar a perfeição. Para isso, lutaria procurando vencer os obstáculos e desafios, inerentes a tão importante empreendimento.

É bem verdade, que o homem quando atinge certo nível de evolução, realiza uma importante conquista − o livre arbítrio (liberdade de agir), porém, vinculado a esta conquista ele assume um grande compromisso – a responsabilidade pelos seus atos.

Atentar contra a própria vida é na realidade, resultado de uma interpretação tão imediatista, quanto paradoxal, comum a alguns materialistas de plantão, que assim se expressam: “O homem tem o direito de renunciar à vida, quando esta não lhe proporciona as mínimas condições para sentir-se feliz”. Nesta ilusão, projetam-se para uma infelicidade maior.

Estudos realizados comprovaram que cada suicídio tem um impacto em pelo menos seis outras pessoas. Dessa forma, o infrator pelo mau exemplo, poderá causar dissabores e agravamentos na vida dos que ficam inclusive a indução à idêntica atitude. Daí, por força da lei de causa e efeito, ele será responsabilizado tanto pelos danos causados a si, quanto pelos danos causados aos outros, necessitando de uma ou até várias reencarnações, para a devida reparação.

É importante que se considere: a vida mesmo sendo um patrimônio individual, pela interdependência através da qual é gerada e perpetuada, torna-se patrimônio coletivo. Dessa forma podemos perceber que se suicidar não é apenas um fenômeno de autodestruição, mas também de destruição de esperanças e causa de muitos sofrimentos para familiares, amigos e outros, que de forma direta e indireta se vinculam à vítima.         

A literatura espírita, a única que nos oferece subsídios para uma análise real sobre suicídio, em nenhuma obra fala de qualquer circunstância, que justifique essa trágica decisão.

Quanto ao resultado de tamanha violência, podemos afirmar que dores superlativas aguardam todos aqueles que aderem a tão precipitada atitude. 

Do livro Loucura e Obsessão (Divaldo Pereira / Manoel Phillomeno de Miranda) encontramos um comentário a respeito de Sara, que se suicidou ingerindo substância tóxica:

“Atada aos despojos que se exauriam com vagar, apesar da brusca interrupção vital pelo suicídio, encontrava-se a pobre equivocada, somando às dores do tóxico corrosivo, as dilacerações produzidas pela autópsia”.

Relatos como este testemunham, claramente, que suicidar-se no intuito de fugir de problemas e sofrimentos considerados insuportáveis, é simplesmente sofrer a frustração de se deparar com sofrimentos maiores.

Diante do exposto, temos motivos de sobra para concordarmos quanto a este fenômeno, com a afirmativa de A. Schopenhauer: “Suicidar é um ato inútil e insensato; destrói arbitrariamente o fenômeno individual, enquanto a coisa em si permanece intacta”.


       F. Altamir da Cunha



                                                              PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: cardiopires em 28 de Junho de 2011, 23:42
Excelente artigo!
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: dOM JORGE em 16 de Dezembro de 2011, 14:59
                                       VIVA JESUS!


        Boa-tarde! queridos irmãos.
     
              Reencarnação de suicidas  


O processo reencarnatório é sempre complexo e fruto de minucioso planejamento. Ao tomarmos conhecimento do nascimento de um novo habitante da superfície terrestre devemos ter a consciência do enorme esforç o engendrado não só no plano material, mas também no invisível, para que esse “milagre” seja uma realidade.

As crianças nos demonstram concretamente a confiança de Deus nos seres humanos. Elas são a prova da misericórdia Divina que nos resgata incansavelmente das trevas e suplícios em que nos afogamos repetida e propositadamente.

E, essa mesma misericórdia é a fonte que nos ilumina com a luz morna do dia, que nos invade os olhos infantis curiosos, quando os abrimos pela primeira vez no mundo físico.

Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte,

não temeria mal algum, porque tu estás comigo;

a tua vara e o teu cajado me consolam.

Salmos 23:4

Apesar de um longo e penoso trânsito pela erraticidade os espíritos vítimas de si mesmos, geralmente, não têm condições de presidir a construção de um corpo físico saudável durante seu processo reencarnatório.

A disposição integral dos recursos intelectuais e físicos, amealhados preteritamente por aqueles filhos de Deus, pode ser necessária ao completo êxito de sua missão terrena. Por isso, a espiritualidade responsável por esses pacientes se empenha no tratamento das suas mazelas, através da medicina astral, mesmo quando são frutos da imprudência e do orgulho.

Assim, eles poderão chegar um pouco melhores à terra, e então, terão, por sua vez, a magnífica oportunidade de retribuir ao Criador tamanha benção, colaborando com seus contemporâneos em seu progresso como cidadãos.

Uma das causas mais freqüentes de debilidade e deformidade do corpo espiritual é a desagregação energética induzida pelo auto-extermínio. As lesões do corpo espiritual são ainda mais severas do que aquelas que desvitalizaram o corpo físico. Não atingem apenas o sistema mental do desencarnado, toda a complexa estrutura perispiritual é comprometida.

Sua delica da tessitura é impregnada pelas energias deletérias que causaram, primariamente, o auto-extermínio e por aquelas que se originaram dele. Os componentes unitários do tormento com que se deparam os suicidas são: Dores intensas, de teor moral e físico, acrescidas do desespero de se encontrar vivo após a morte, revolvidas com o cimento da culpa.

Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores;

ali haverá pranto e ranger de dentes.

Mateus 25:30

E sentindo-se servos inúteis reconhecem a justiça de seu tormento imediatamente após o desenlace traumático do corpo físico. Entretanto, a falta de equilíbrio que os caracterizou em vida, os persegue no além túmulo. Crises subintrantes de arrependimento e desespero se sucedem, como se fossem continuar indefinidamente.

Não dispõem de recursos íntimos para atenuarem esse estado de dentro para fora. A prece é impronunciável para eles, sem que entendam o porquê dessa afasia seletiva. É, na realidade, a autopunição que se segue à culpa demolidora.

Querem, e cultivam a dor por ilusão da purificação. Assim o fizeram por milênios e, assim, se conduzem quase que reflexamente.

Interromper esse processo depende de uma fagulha de esperança em seus corações petrificados. Fagulha insignificante, mas perceptível aos benfeitores do além, que nesse momento crítico, de olhar hesitante e frágil voltado para os céus, os acodem e recolhem às instituições caridosas do invisível.

Esse é apenas o primeiro passo em direção á reencarnação libertadora e reconstrutora. Muitos serão necessários.

Os abnegados servidores do cristo que os acolheram, oferecem a eles os medicamentos espirituais mais avançados. Todos eles repletos de um principio ativo que se habituaram a negligenciar em suas numerosas existências físicas pregressas.

É o amor temperado com energias de diferentes ordens, mas também sublimes e retificadoras em sua essência.

Os amigos encarnados atuam expressivamente nesse processo, fornecendo a matéria mais densa para que os cirurgiões do espaço refaçam a delicada anatomia do corpo astral desses pobres desvalidos.

Suturas, drenagens, condutoplastias, inúmeros procedimentos são executados para a melhor recuperação possível de pacientes tão especiais.

Uma vez que se encontrem anatomicamente recuperados (relativamente) serão guiados aos estudos. Não é um processo rápido. A formação de que necessitam é longa, didática e transformadora.

Nas aterradoras crises de confiança são restabelecidos pela doação de energia salutar dos seus colegas em melhores condições.

Começam a se doar uns aos outros, aos próximos bem próximos. Em um momento socorrem e no seguinte são socorridos. Estão ainda em uma montanha russa íntima. No seu ápice acumulam forças para enfrentarem os vales.

Aos poucos estudam suas existências anteriores e os motivos que os levaram ao desespero. Isso é oferecido a eles de uma forma tal que possam se distanciar o suficiente para que entendam e relembrem da dor, sem serem cegados e confundidos por ela.

Com esse método podem identificar mecanismos de defesa impróprios e padrões de comportamento com tendência à recorrência.

Quando conseguem elaborar, ou melhor, metabolizar seu passado são transferidos às escolas gerais. Necessitam do convívio com todos os outros espíritos. Nesta fase já podem ajudar necessitados de outros matizes.

Trabalham em funções diversas, sempre iniciando pelas mais simples. São felizes por terem a oportunidade de realizar pequenas obras. Não são cobrados para erigirem grandes monumentos, pois para muitos deles o orgulho e o poder foram a passarela condutora à derrocada.

Décadas eles despendem nessas escolas, e o tempo todo, são ajudados, escorados, impulsionados pelo amor dos benfeitores espirituais. Muitos são pais, mães, filhos de outras épocas.

A maioria, entretanto, são os seus inimigos do passado, já refeitos dos vícios morais mais limitantes, que hoje agradecem a possibilidade de resgatarem seus débitos cármicos no trabalho junto aos, transitoriamente, mais frágeis.

Ao mesmo tempo em que se recuperam auxiliam no progresso de seus educadores.

O treinamento prossegue, posteriormente, em frentes de trabalho mais densas e perigosas, verdadeiros testes de fidelidade em relação aos exércitos do Cristo. Aprendem a amar o diferente, o ignorante e o demente. Vêem nestes irmãos o reflexo de seu passado recente.

A última fase preparatória para a reencarnação dos antigos suicidas é a elaboração do projeto reencarnatório. Por mais que tenham obtido algum grau de recuperação da anatomia de seu corpo espiritual, as lesões que a essa estrutura foram impostas pela auto-agressão ainda serão máculas indeléveis no plano espiritual.

Mesmo que sejam imperceptíveis aos olhos dos próprios portadores elas carrearão, necessariamente, ao corpo físico as mensagens de alerta de um passado que não deve ser revivido.

Serão limitações congênitas de graus variáveis, doenças crônicas severas com crises intermitentes e curtos períodos de acalmia. Insuficiências orgânicas diversas e possivelmente múltiplas.

Essas doenças graves os açoitarão, na vida física, relembrando-os dos compromissos assumidos e, também, cumprindo o papel de verdadeiros exaustores biológicos na drenagem das energias perniciosas e densas de uma qualidade tal que apenas podem ser expurgadas no trânsito pela matéria.

O amor vivido em sua plenitude os livrará das dores inúteis. Aquelas necessárias foram discutidas durante a sua preparação pré-encarnatória e devem ser vividas resignadamente, mesmo quando extremamente dolorosas. A luta pela vida é o exercício diário necessário para que desenvolvam os meios de evitarem novas quedas.

Os amigos espirituais os acompanharão em toda a sua existência física, oferecerão o suporte e consolo diante das suas fraquezas. E a cada obstáculo que venham a superar, mais fortes se encontrarão.

Não mais suicidas serão, mas, ex-suicidas, dispostos ao trabalho retificador em prol do seu próprio progresso. Serão, também, luzes nos rodapés dos longos e tortuosos corredores da existência infeliz de seus semelhantes, daqueles ainda cegos à luz redentora do Cristo.

 

Dra Giselle Fachetti




                                                       PAZ, MUITA PAZ!



 
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: J.A em 24 de Fevereiro de 2013, 12:39
Eu tive uma revelação por um espírito de luz, que ajuda na casa Bezerra de Menezes em Salvador... E foi me dito que nas minhas outras 2 encarnações eu havia me matado...E já tentei nessa também...E hoje entendo  graças a Deus os meu problemas,, abandono materno, fui adotada, e Como consequência, tenho esquizofrenia...não posso mais me lamentar....Eu sinto uma gratidão imensa de Deus me dar mais uma oportunidade de viver, de ter um corpo saudável, apesar de ter a mente doente, estou me tratando...Sou grata também por ele permitir que eu encontrasse o meu amor verdadeiro de vidas passadas também... Resumindo sou grata por esta vida..Não posso mais tentar suicídio...Seria Burrice....tenho certeza que o que o irmão de Luz me disse foi para abrir meus olhos Para a fé e para a vida...a quem também sou muito grata.
Bom dia aos irmãos e muita Paz!!!!!! 8)
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Mourarego em 24 de Fevereiro de 2013, 14:19
Jana, maninha,
descreia deste Espírito.
Creia também que segundo a DE nenhum Espírito de luz, de água ou de barro, tem autporização para falar sobre tal assunto.
E mais, oq ue você ouviu foi apenas a opinião pessoal daquele Espírito, que notadamente não deve pertencer à classe dos Bons Espíritos já que se arremete contrariamente ao que indica a codificação.
Abraços,
Moura
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: J.A em 25 de Fevereiro de 2013, 02:44
Mas aí é que está o X da questão ele não me falou muito, só falou que eu fui suicida,que se não me tratasse com os médicos e nem com a ajuda de um centro espírita eu ia cometer o mesmo erro. e Deus sabe o que faz, se eu não tivesse essa informação eu iria cometer o mesmo erro que cometi na vida passada...realmente estava a ponto da loucura... Você me entende irmão? As vezes por uma boa causa. sem ser perguntada por curiosidade minha, não...eu não perguntei a ele , mas ele viu a necessidade que eu tinha de saber...foi Apenas um alerta, como quando alguém diz, "tire a mão do fogo que há de ficar queimado" foi um alerta apenas...seria novamente uma outra tentativa, e graças a essa informação,Me fez ganhar um novo ar na vida, essa informação veio na hora necessária, tomo vários medicamentos pra doença mental como castigo creio eu dos meu atos passados.....me fez entender o amor de Deus... acho sim que ele é um espírito de Luz, e veio me ajudar bem na hora que eu precisava Deus sabe de tudo nessa encarnação já tentei me matar.... E me sinto muito grata por esse irmão apenas me alertar pra eu não cometer o mesmo erro  8)
Muitos abraços.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Vitor Santos em 25 de Fevereiro de 2013, 11:23
Olá amiga Jana

Quem lhe deu a mensagem, não sabemos. A amiga só sabe que lhe deram a mensagem, ao que parece.

Se a amiga se suicidou em encarnações anteriores, é possivel, mas, como diz o o amigo Moura Rego, só pela mensagem de que a amiga fala, não podemos saber ao certo se é verdade ou não.

Todavia, segundo a doutrina espirita, como a amiga bem sabe, o suicídio é um erro. Pois quem se suicida não acaba com a vida. Apenas com a vida do corpo de carne.

Assim, não podemos ter a certeza sobre as suas encarnações anteriores, nem para as afirmar, nem para as desmentir. Mas o conselho de não se suicidar nesta vida, esse nós temos a certeza, à luz da doutrina espirita, que é um bom conselho. Por isso, siga-o. Nunca se suicide.

Mas, como o amigo Moura Rego a alertou, muito cuidado com os espiritos matreiros, pois podem dizer uma coisa boa hoje, outra amanhã, para nos convencer das boas intenções deles, e depois, um dia, podem tentar aproveitar a nossa confiança para nos induzir ideias tontas.

Troque sempre impressões sobre este tipo de mensagens com pessoas experientes da vida, e da doutrina, se possivel, que sejam da sua confiança. Duas cabeças a pensar é melhor do uma. Quando são assuntos de outras pessoas, nós conseguimos manter a cabeça fria. Mas quando são assuntos nossos, ou dos nossos mais próximos, nem sempre é fácil. E é aí que está o perigo maior.

bem haja
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Hamilton em 25 de Fevereiro de 2013, 11:35
Bom dia. Também sofro de esquizofrenia paranóide e perdi minha mãe recentemente. Desde então estou sendo atormentado por uma idéia fixa de sucídio. Fui a um centro Espírita e me recomendaram algumas obras sobre o assunto e também uma seção de 10 passes em equipe, além de frequentar o Centro todas as semanas. Estou tomando muitos medicamentos para a esquizofrenia e não tenho encontrado forças para continuar vivendo, mesmo sabendo das consequencias que me aguardam no além túmulo. Não sei mais o que fazer. Não gostaria de cometer este ato insano mas temo que em uma crise eu não resista. Se alguem puder me ajudar com orações e boas vibrações e conselhos ficarei imensamente grato e Deus há de recompensar a todos por suas boas ações.. Por favor me ajudem.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Vitor Santos em 25 de Fevereiro de 2013, 11:56
Olá amigo Hamilton

Citar
Bom dia. Também sofro de esquizofrenia paranóide e perdi minha mãe recentemente. Desde então estou sendo atormentado por uma idéia fixa de sucídio. Fui a um centro Espírita e me recomendaram algumas obras sobre o assunto e também uma seção de 10 passes em equipe, além de frequentar o Centro todas as semanas. Estou tomando muitos medicamentos para a esquizofrenia e não tenho encontrado forças para continuar vivendo, mesmo sabendo das consequencias que me aguardam no além túmulo. Não sei mais o que fazer. Não gostaria de cometer este ato insano mas temo que em uma crise eu não resista. Se alguem puder me ajudar com orações e boas vibrações e conselhos ficarei imensamente grato e Deus há de recompensar a todos por suas boas ações.. Por favor me ajudem.

Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/artigos-espiritas/ante-o-suicidio-algumas-consideracoes-espiritas/#ixzz2LuWa5dI5

Amigo, dirija-se aos seus familiares ou a amigos, a pessoas com quem tenha confiança. Não guarde essa ideia de suicídio para si. Fale nisso aos seus médicos.

O seu Anjo guardião já está a lutar por si, está a ajudá-lo a combater essas ideias. Mas, para isso, você tem que se dirigir a quem possa ajudá-lo, ajudando você também o seu Anjo Guardião, que já está a fazer grandes esforços neste momento, por si.

bem haja
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: J.A em 25 de Fevereiro de 2013, 14:34
Muito obrigado Vitor pelo esclarecimento, foi muito acolhido e valioso. O espírito que me disse foi um dos muitos colaboradores do Centro Espirita Bezerra de Menezes em Salvador... Muitissimo obrigado aos amigos que me alertam, mas sinto que ele é um bom espírito e o que me disse disse pra ajudar....semana passada estava tentando contra a minha vida, hoje ja me sinto outra....me sinto bem depois de ter contato com o Irmão Jorge...Acreditei nele..
Muita paz e um otimo dia a todos!
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: André luiz de Sá em 19 de Agosto de 2013, 04:46
O suicídio é um assunto que eu realmente não consigo entender! Em qualquer religião ou doutrina, o suicídio é encarado como algo terrível e com consequências graves, sofríveis. Para algumas religiões o suicídio traz um sofrimento pior ainda, pois para essas o sofrimento é eterno, pra sempre. Oras mas se Deus é Justo e nos deu o livre arbítrio para escolhermos o que bem entendermos, porque então o suicídio é encarado dessa forma ? Se uma pessoa escolhe morrer ela não tem nem o direito de morrer ? Porque simplesmente ficará sofrendo, se culpando, preso em um lugar conhecido por uns como trevas, vale, ou até mesmo inferno. Então não existe livre arbítrio ? E outra, antes um suicídio do que um homicídio. No homicídio a pessoa morre sem querer, já no Suicídio a pessoa já sabe muito bem do que queria fazer, já estava decidida, pois um suicídio as vezes é até mesmo planejado semanas ou meses antes de acontecer de fato. Ao meu ver não existe problema nenhum uma pessoa querer se matar. Oras se essa pessoa não consegue progredir em nada, não consegui evoluir na vida, não consegue conquistar um espaço no meio de outras pessoas, nem fazer amizades e muito menos conquistar um amor, pra que viver ? Pra ser comparado a um zero a esquerda ? Eu no lugar de uma pessoa assim escolheria a morte também, melhor deixar de existir do que ficar vivo à toa sendo que tem muita gente que quer viver e merece viver mas acaba morrendo sem querer. Que justiça divina é esse se nem morrer a pessoa tem o direito de escolher pois simplesmente além de sofrer na terra ainda terá que sofrer nas trevas ? Não Entendo !!!!!!!!!! Justo seria se a pessoa pudesse ao menos escolher "Deixar de Existir" por vontade própria.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Norizonte da Rosa em 19 de Agosto de 2013, 15:23
Amigo André.

Ainda que não aceitemos, ou não entendemos o porquê as leis espirituais são assim, ou são de outra forma, se estamos estudando uma doutrina devemos dar crédito de que o que esta prescreva esteja correto.

Mas talvez, mais do que crédito, devemos nos cuidar e não assumirmos responsabilidades pelo que nossas opiniões podem gerar. O amigo deve concordar que tirar uma vida seja de si ou de outra pessoa, nunca é uma coisa boa (ainda que tenhas tentado justificar o suicídio) e, então, se o amigo não entende hoje os motivos de esta atitude ser errada, amanha poderá entender, então seria prudente não procurar, mesmo que sem intenção, tornar justificável essa ação lembrando que este pode ser um tema buscado por pessoas que estejam procurando socorro e com intenção de praticar o suicídio.

Abraço.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Mourarego em 19 de Agosto de 2013, 15:27
André, Deus é tão Justo e Bom que nos legou o livre arbítrio, mas este dentro da condição em que se esteja como espírito, digo moral e intelectualmente.
Assim se um Espirito ainda não tenha se apercebido da infração que comete ao tentar o suicídio é que este ainda está em condição de primariedade muito grande mesmo estando encqrnadoentre nós.
Assim, se este encrna em tal condição é certo que cometa erros e o suicídio é um dos maiores, visto que não compensa nem a perda que se teve, ou a vergi=onha de passar por situação humilhante ou qualquwer outra coisa.
O suicídio é uma ação que vai contra contra a principal lei natural, o apnte contra a vida, posto que se Deus nos a legou como forma de crescermos com oEspíritos, por certo não nos deu o direito de tirar aquilo que só detemos como núis propetários.
A figura do nu propietário provém da Esfera do Direito e para explicar melhor tem com odefinição  o poder de usar e fruir. No caso usa-se da vida que nos foi confiada para o crescimento moral e intelectual, assim, nesta ordem, já que sem o apoio da moral o intelecto se perde e age mal ou erradamente.
Como o fruir é a condição de se poder lucrar, este lucro só o terá o Espírito que conseguir entender sua situação e se reignar com as agruras que ele mesmo as tenha provocado.
Abraços,
Moura
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: André luiz de Sá em 19 de Agosto de 2013, 18:52
Me desculpem, eu acho que não me expressei muito bem anteriormente. Eu sei que um tópico como esse é procurado justamente por pessoas que estão desesperadas ao ponto de cometer um ato terrível como esse, mas que antes que isso aconteça ainda lhe resta um pouquinho de esperança. Também quero agradecer pelas explicações, e acho que agora eu entendi um pouco sobre esse assunto. Eu cheguei a conclusão de que se todos nós somos de corpo, alma e espírito, simplesmente não podemos cometer um ato como esse estando Encarnado. Pois se estamos aqui é porque fizemos um Pacto, Aceitamos as condições, ou seja, entramos em acordo com Alguém lá de cima para que Encarnássemos em função de Progredir e Evoluir. Sendo assim não cabe a nós Acabar com a nossa Vida. Simplesmente porque O corpo pertence ao pó da Terra e o Espírito (Folego da Vida) pertence a Deus e nós (Alma) só temos o direito de cumprir uma missão que fizemos por merecer. Cometer um suicídio significa Trair Deus e quebrar um acordo que fizemos com a vida e nesse caso é justo sim uma punição. No final essa punição seria imposta por nós mesmos, pelo sentimento de culpa que teremos depois por cometer tal ato de forma tão Covarde perante um Deus que pulsa só a Vida. Acredito então que só teremos o direito de escolher "Não mais Existir" quando não tivermos mais em estado de "Indivíduo Encarnado".  Sendo assim, ao morrermos "naturalmente" e devolvermos o pó (corpo) pra terra e o espírito (folego da vida) a Deus, poderemos avaliar toda a nossa existência e enfim tomarmos uma decisão, mesmo que seja a pior de todas, que nesse caso seria deixar de existir. Só assim seria de fato justo o tal do livre arbítrio! Mas acredito que estando desencarnado, ninguém se atreveria a tal atitude, pois só o fato de ao desencarnar ainda continuar vivo, compensaria tudo o que foi já vivido e só nos despertaria o desejo de viver tudo isso de novo e muito mais... Ô glória!


Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Aline Alarcão Lemos em 19 de Agosto de 2013, 20:12
André... Boa tarde...
Então... o 'tal do livre arbítrio' como vc disse, foi-nos dado pelo Criador, nosso Pai Celestial e está conosco a fim de que o usemos com maturidade, porém, somos criaturas difíceis, rebeldes e cabeças duras (como chamamos aqui em GO, rs) e acabamos por nos enrrolar com essa responsabilidade que nos foi dada, a de podermos optar sempre... E aí meu amigo, para toda ação há uma reação...

O suicídio... Uma alusão didática:

Suponhamos que alguém que nos sustenta (financeiramente, um pai por exemplo), nos dê uma roupa e temos q usar esta roupa por um determinado tempo até que outra nos seja dada, ocorre que por um acaso eu não goste da roupa, ou a ache desconfortável, ou feia... Resolvo que não quero essa roupa, rasgo ela e jogo fora... porém... eu só tinha aquela roupa naquele momento, e agora???? 'meu Deus, vou ficar pelada??' E o pai diz, sim Aline, vc vai ficar assim por um determinado período, pq vc ñ cumpriu com o combinado e colocou a perder a roupa q te dei, etc e tal...

Usei desta estorinha para falar sobre suicídio esses dias, e achei que ficou legal, pq André, na realidade o q nos falta é uma coisa chamada submissão às vontades de nosso Criador, lembrando que as Suas vontades estão diretamente ligadas às nossas necessidades... Resiliência, para nos adequarmos da melhor maneira à nossa vida, problemática, pq todas são, só mudam os problemas... E o suicida nada mais é do que um Ser da criação, fadado à Evolução que reencarnou para isso, porém, por doença, revolta ou egoísmo, acaba que destruindo com essa oportunidade de aprender nesta grande escola chamada Terra.

A vida não é nossa, nada nos pertence, somos parte de um contexto todo, e não temos o direito de tirar o que não nos pertence, até porque a vida continua e a sensação de incompetência tende a ser imensa ao se constatar isso, após uma tentativa de extinguir-se da vida.

Sugiro a leitura do livro Memórias de um suicida - Yvonne A. Pereira, onde o espírito Camilo relata tudo o que ele viu, sentiu e encontrou após o desencarne provocado prematuramente por um suicídio.

Rogamos ao Pai misericórdia para nós todos...
Abraço fraterno! 
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Aline Alarcão Lemos em 19 de Agosto de 2013, 20:30
“A passagem dos espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encarnação para todos os espíritos é um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso do livre-arbítrio”. Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. IV.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: wender100%espirita em 19 de Agosto de 2013, 21:13
Eu tive uma revelação por um espírito de luz, que ajuda na casa Bezerra de Menezes em Salvador... E foi me dito que nas minhas outras 2 encarnações eu havia me matado...E já tentei nessa também...E hoje entendo  graças a Deus os meu problemas,, abandono materno, fui adotada, e Como consequência, tenho esquizofrenia...não posso mais me lamentar....Eu sinto uma gratidão imensa de Deus me dar mais uma oportunidade de viver, de ter um corpo saudável, apesar de ter a mente doente, estou me tratando...Sou grata também por ele permitir que eu encontrasse o meu amor verdadeiro de vidas passadas também... Resumindo sou grata por esta vida..Não posso mais tentar suicídio...Seria Burrice....tenho certeza que o que o irmão de Luz me disse foi para abrir meus olhos Para a fé e para a vida...a quem também sou muito grata.
Bom dia aos irmãos e muita Paz!!!!!! 8)
e isso ai irma jana se vc esta melhor que bom, se essa comunicacao a ajudou e te fez melhor  moralmente a nao pensar mais em suicidio que otimo, mas jamais esqueca de estudar os Ensinamentos de Jesus, e os livros da codificacao principalmente o evangelho que nos da forca e alivia nossas ansiedades, ai e so caminhar, e nunca esqueca tambem  que Jesus sempre e nosso norte nossa referencia nos momentos dificeis! muita paz e muita luz !
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Guilherme P em 15 de Outubro de 2013, 17:15
E para aqueles, que já conhecem um pouco do espiritismo, causa e efeito... Evangelho, está lendo até mesmo  memórias de um suicida e ainda assim, pensa muito em suicídio (todos os dias)...  Perdendo animo para viver... esperança.;; cada vez mais, sente reprimido pelas pessoas, sem causa aparente... Inferiorizado, por onde passa ou qualquer lugar que vá, sempre acha que todos estão olhando e falando mal, julgando, excluindo,... Debochando, evita contato social a todo custo,... Desistência da faculdade sequencialmente, repetidamente pelos fatos acima.  nenhum circulo de amizade ou relacionamento fora os pais! , todos acham estranho ou com problemas mentais, chega a não almoçar mais para não ser visto e permitir os olhares maldosos e comentários de pessoas do trabalho coisa assim... Mesmo, rezando pedido ajuda, ainda assim que demorada..( muitos anos). para as pressões externas... Calamitosas... Como estudamos um pouco será que neste caso, a pessoa está destinada a passar por isto?... O que pode estar passando com este ser? É recomendável regressão? É sabido que existem traumas profundos a muito tempo oculto por ele mesmo. Mas que foi se resgatando após muitos anos...
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: demis em 15 de Outubro de 2013, 18:51
E para aqueles, que já conhecem um pouco do espiritismo, causa e efeito... Evangelho, está lendo até mesmo  memórias de um suicida e ainda assim, pensa muito em suicídio (todos os dias)...  Perdendo animo para viver... esperança.;; cada vez mais, sente reprimido pelas pessoas, sem causa aparente... Inferiorizado, por onde passa ou qualquer lugar que vá, sempre acha que todos estão olhando e falando mal, julgando, excluindo,... Debochando, evita contato social a todo custo,... Desistência da faculdade sequencialmente, repetidamente pelos fatos acima.  nenhum circulo de amizade ou relacionamento fora os pais! , todos acham estranho ou com problemas mentais, chega a não almoçar mais para não ser visto e permitir os olhares maldosos e comentários de pessoas do trabalho coisa assim... Mesmo, rezando pedido ajuda, ainda assim que demorada..( muitos anos). para as pressões externas... Calamitosas... Como estudamos um pouco será que neste caso, a pessoa está destinada a passar por isto?... O que pode estar passando com este ser? É recomendável regressão? É sabido que existem traumas profundos a muito tempo oculto por ele mesmo. Mas que foi se resgatando após muitos anos...

 Olá Amigos!

 Acontece exatamente o mesmo comigo,Guilhermegmp.
 Abraços,

 Demis
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Paulo Cortez em 15 de Outubro de 2013, 19:45
Diante de tais sintomas, qual o remédio?
O remédio para todos os males é o amor.
Mesmo que no início seja difícil, é importante participar de um grupo que pratique a caridade.
Esse grupo não precisa ser necessariamente espírita.
Qualquer que seja a modalidade de servir ao próximo está valendo.
Insista, insista, persevere e todos os sintomas e influências negativas vão desaparecer, não há melhor remédio.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: demis em 15 de Outubro de 2013, 20:00
Diante de tais sintomas, qual o remédio?
O remédio para todos os males é o amor.
Mesmo que no início seja difícil, é importante participar de um grupo que pratique a caridade.
Esse grupo não precisa ser necessariamente espírita.
Qualquer que seja a modalidade de servir ao próximo está valendo.
Insista, insista, persevere e todos os sintomas e influências negativas vão desaparecer, não há melhor remédio.

 Amigo,

 No meu caso,conheço a Doutrina e frequento Centros desde 2006. Continuo com os mesmissimos problemas que tinha antes.
 Tenho a idade de 39 anos e NUNCA tive uma namorada,nem sei o que isso é,ao passo que todos os outros têm. Não é justo.
 Todas as moças que conheço dizem que sou boa pessoa mas que não sentem interesse sexual em mim. Todas disseram e dizem isso. Minha auto-estima baixa muito,como é normal...
 Digo que me sinto atraido pela morte,tenho idéias suicidas e garanto que não tenho o menor receio de suas consequencias caso enverede por essa saída mais fácil...Tenho mais receio da solidão e rejeição....
 É muito fácil falar com a barriga cheia....

 Demis

 
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: wender100%espirita em 15 de Outubro de 2013, 20:17
demis vc disse a cima que as garotas nao sentem interesse sexual a vc. a uma grande diferenca entre amor, e o sexo . busque primeiro a pessoa o lado moral e o caminho mais correto, existem milhares de pessoas na mesma situacao que vc, a maioria nem pensam em tirar a vida lutam contra suas imperfeicoes, pedem coragem a Deus e seguem enfrente, se vc esta com muita dificuldade amigo busque ajuda existem casas espiritas que fazem um maravilhoso trabalho de assitencia, busque ajuda profissional psicologos, etc... o que nao pode amigo e peder a motivacao, lute amigo coragem vc e um espirito milenar, ja superou problemas muito piores que esse, vc vai vencer so depende de vc amigo!muita paz e muita luz pra vc amigo!!!
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Paulo Cortez em 15 de Outubro de 2013, 20:32
Diante de tais sintomas, qual o remédio?
O remédio para todos os males é o amor.
Mesmo que no início seja difícil, é importante participar de um grupo que pratique a caridade.
Esse grupo não precisa ser necessariamente espírita.
Qualquer que seja a modalidade de servir ao próximo está valendo.
Insista, insista, persevere e todos os sintomas e influências negativas vão desaparecer, não há melhor remédio.

 Amigo,

 No meu caso,conheço a Doutrina e frequento Centros desde 2006. Continuo com os mesmissimos problemas que tinha antes.
 Tenho a idade de 39 anos e NUNCA tive uma namorada,nem sei o que isso é,ao passo que todos os outros têm. Não é justo.
 Todas as moças que conheço dizem que sou boa pessoa mas que não sentem interesse sexual em mim. Todas disseram e dizem isso. Minha auto-estima baixa muito,como é normal...
 Digo que me sinto atraido pela morte,tenho idéias suicidas e garanto que não tenho o menor receio de suas consequencias caso enverede por essa saída mais fácil...Tenho mais receio da solidão e rejeição....
 É muito fácil falar com a barriga cheia....

 Demis

 

Demis, meu amigo, boa tarde!
A frequência à casa espírita deve ajudar muito, porém eu falei em trabalho persistente no campo da caridade (sempre voluntário).
Tenho uma filha de 28 anos que amo muito e que acompanho sua luta diante de uma situação muito parecida com a sua.
Ela encontra suporte e sustentação nos esclarecimentos da DE, que não lhe permitem pensar em suicídio, mas que também não a impedem completamente de sofrer.
Entretanto ela vem trabalhando e confiando no resultado final, que, para quem faz a coisa certa, só pode ser bom.
Muitas vezes estamos envolvidos por uma atmosfera espiritual do passado que é o resultado do que plantamos e que precisamos eliminar de nossa volta pelas práticas corretas ensinadas pelo Evangelho e nunca cedendo à rebeldia e a revolta que só faz piorar a nossa situação. Isso não seria sábio.
Portanto, penso que deves abandonar qualquer ideia negativa e seguir fazendo o seu melhor, para que o melhor lhe aconteça. Essa é a lei!
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: demis em 15 de Outubro de 2013, 20:50
 Amigo Paulo Cortez,

  Tem razão mas para mim é dificil e terrivel passar nesta vida sem constituir familia.É terrivel. Uma pequena minoria não tem esse privilegio.
 No inicio do ano pensei fazer voluntariado mas estava sempre adiando,até que desisti de ir. Não me sinto bem só de pensar fazer voluntariado.

 Demis
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Paulo Cortez em 15 de Outubro de 2013, 20:54
Amigo Paulo Cortez,

  Tem razão mas para mim é dificil e terrivel passar nesta vida sem constituir familia.É terrivel. Uma pequena minoria não tem esse privilegio.
 No inicio do ano pensei fazer voluntariado mas estava sempre adiando,até que desisti de ir. Não me sinto bem só de pensar fazer voluntariado.

 Demis
Vá meu amigo!
Insista e espere, quem sabe a família surgirá a partir disso.
Abraço,
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: wender100%espirita em 15 de Outubro de 2013, 21:38
Amigo Paulo Cortez,

  Tem razão mas para mim é dificil e terrivel passar nesta vida sem constituir familia.É terrivel. Uma pequena minoria não tem esse privilegio.
 No inicio do ano pensei fazer voluntariado mas estava sempre adiando,até que desisti de ir. Não me sinto bem só de pensar fazer voluntariado.

 Demis
desculpa a entromissao amigo, mas vc tem a chave da solidao, quem pratica a caridade nunca esta so porque tem a familia universal, vc tera a maior familia do mundo amigo, fora o prazer de fazer o bem coisa que nao tem preco, tenho quase certeza que e la que vc vai encontrar quem vc procura, se tem dificuldade talves e por alguma influencia pra te desviar, olhe ore a Deus peca coragem e va, um grande divulgador da doutrina Espirita aqui na minha regiao era tretaplegico chamava-se jeronimo mendonca so mexia somente a boca e fazia palestras divinas ele tinha uma frase que dizia assim- "a vida e dura pra quem e mole" entao va em frete vc vai conseguir! paz e luz
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Mourarego em 17 de Outubro de 2013, 16:30
Muito bom o seu excerto maninha Aline.
Aliás, este texto do codificador, responde também a inúmeras questões, onde ressalto a do sempre lembrado homossexualismo.
Abraços,
Moura
“A passagem dos espíritos pela vida corporal é necessária para que eles possam cumprir, por meio de uma ação material, os desígnios cuja execução Deus lhes confia. Qualquer privilégio seria uma preferência, uma injustiça. Mas, a encarnação para todos os espíritos é um estado transitório. É uma tarefa que Deus lhes impõe, quando iniciam a vida, como primeira experiência do uso do livre-arbítrio”. Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. IV.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Norizonte da Rosa em 17 de Outubro de 2013, 17:51
Diante de tais sintomas, qual o remédio?
O remédio para todos os males é o amor.
Mesmo que no início seja difícil, é importante participar de um grupo que pratique a caridade.
Esse grupo não precisa ser necessariamente espírita.
Qualquer que seja a modalidade de servir ao próximo está valendo.
Insista, insista, persevere e todos os sintomas e influências negativas vão desaparecer, não há melhor remédio.

 Amigo,

 No meu caso,conheço a Doutrina e frequento Centros desde 2006. Continuo com os mesmissimos problemas que tinha antes.
 Tenho a idade de 39 anos e NUNCA tive uma namorada,nem sei o que isso é,ao passo que todos os outros têm. Não é justo.
 Todas as moças que conheço dizem que sou boa pessoa mas que não sentem interesse sexual em mim. Todas disseram e dizem isso. Minha auto-estima baixa muito,como é normal...
 Digo que me sinto atraido pela morte,tenho idéias suicidas e garanto que não tenho o menor receio de suas consequencias caso enverede por essa saída mais fácil...Tenho mais receio da solidão e rejeição....
 É muito fácil falar com a barriga cheia....

 Demis

Amigo Demis, me permita umas palavras:

Parece-me que o conselho de fazer trabalho voluntário tem a ver com a verdadeira felicidade que se possa sentir e não me parece que ser voluntário seja apenas trabalhar em uma instituição de caridade (que deve  fazer bem: certo dia em serviço tive a oportunidade de visitar uma instituição de caridade e senti uma paz muito grande nesse local e até comentei com colegas - por coincidência uma instituição Espírita), mas fazer algo de bom por conta própria também faz bem, nos traz paz, realização.

Quanto a constituir família e não que você não deva buscar realizar esse sonho, mas veja você mesmo se os exemplos da 'felicidade' de muitos casais é tudo isso que você imagina! o que quero dizer é que todo mundo, casado ou não, com namorada, ou não,..todos tem seus problemas, suas frustrações e o grande problema é por causa dessas frustrações acabarmos dando oportunidades para companhias indesejadas que acabem nos inspirando ações não muito boas e nos afundando mais ainda. Sei disso porque tenho minhas depressões de vez em quando e sei que apenas um pensamento infeliz é capaz de nos conduzir por dias ao fundo do poço.

Quando a não dar importância, ou não temer um ato como esse que estamos tratando, o suicídio, veja que pelas descrições dos livros e da própria Doutrina, é algo cujos sofrimentos nem podemos imaginar aqui na terra e então, assim como tudo navida, sigo sempre uma regra e aconselho isso ao amigo: nunca chegar aos extremos em nada que se for fazer, nem contra os outros nem contra si mesmo, pois algumas coisas se fizermos não terão volta. Ninguém que mate outro ou mate a si mesmo poderá voltar atrás no que fez, ainda que a Doutrina nos ensine que ninguém eseja fadado a permanecer em um inferno. Mas não é porque não vamos permanecer para sempre em um inferno que devemos escolher voluntarimente fazer estágio em um.

Um abraço e desejos de verdadeira felicidade!
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Guilherme P em 23 de Outubro de 2013, 01:00
Diante de tantas dificuldades da existência aqui...  de fatores psicológicos e emocionais,  como sabemos, podem ter origem do próprio espirito... de vidas passadas,  como uma forma de resgate, nestes casos seria importante antes de tomar uma atitude extrema e irreversível, que é o suicídio, procurar um casa para realizar uma regressão na tentativa de descobrir, quais foram os débitos cometidos... ??? Para "reforçar" nossa jornada terrena?

Nesta semana estava vendo algumas fotos quando eu era ainda bebe, pensei "sabendo" de toda programação que foi elabora para minha existência, talvez com conhecimento de algumas delas, gostaria muito, de saber quem eu era.. com foi?... o que errei?.. estou aqui para cumprir quais missões? o que prometi? Acredito sim na importância do esquecimento para a nova encarnação. porem no caso em questão, dará ao menos a certeza que estarei cumprindo a lei divina de reação e aprimoramento... talvez iria aliviar... estas angustias..  e incertezas...

Pior é que se o fato é consumado, não tem jeito... dai piora tudo,... como no livro de Ivone... quanto sofrimento depois.. não temos nem ideia e desespero que é... e o erro sempre será reparado, ficará pior que está... sofrerei mais ainda... e as vezes por varias encarnações...

Gostaria de viver, no mundo espiritual, em colonias como "nosso Lar" cercado de amor e paz,... um bom começo é fazer algo importante aqui, visualizo mentalmente as vezes, ajudando muitas pessoas em especial com doença mental e física,... vejo até um reconhecimento, porem ainda existe uma certa distancia desta realidade...

Quero aprender a sempre me policiar, a não cair em pensamentos tristes sobre mim, hoje as vezes tenho a impressão que já estou com mais de 60 anos que já vivi a vida... que já passei por tudo, que as energias estão se esgotando e nem metade tenho ... penso as vezes que seria mais útil no plano espiritual do que por aqui.....

Abraços a todos...!





   
Título: Renovado
Enviado por: Guilherme P em 29 de Outubro de 2013, 22:39
Hoje tive um experiência diferente, estava eu deitado no carro, com o banco reclinado, aproveitando alguns minutos para descansar, quando dei conta já estava em um sono pesado...

Tudo seria algo corriqueiro, se não fosse o fato de acordar com um “susto” olhei para os lados, porem algo estava diferente, com clareza tinha a convicção que “estava morto” não sentia absolutamente nada, tentava mas nenhuma parte do meu corpo respondia, não movia, não sentia o coração nem a respiração... era uma sensação de leveza total,...

Nestes breves segundos, pensei.. Morri. e agora?... O que faram com meu corpo? para onde iram me levar? Pensei em minha mãe, no que deixei por fazer... nas oportunidades de se foram.... Senti triste, senti que precisava encarnar para continuar, até que quando pensava em uma futura encarnação voltei...Ufa...foi um baita susto... mas. Estava de volta...

Lições, sim... Como as vezes somos ingratos pela nossa vida., não agradecemos, senti claramente o papel da vida para o nosso aprimoramento, devemos sempre... suportar, orar, acreditar. É tudo passageiro... temos um dom de poder mudar as coisa... senti a importância da vida... e a benção que ela é.
Fiquem com Deus. abraço forte...
Título: Re: Renovado
Enviado por: Silviaslimamae em 30 de Outubro de 2013, 02:16
Hoje tive um experiência diferente, estava eu deitado no carro, com o banco reclinado, aproveitando alguns minutos para descansar, quando dei conta já estava em um sono pesado...

Tudo seria algo corriqueiro, se não fosse o fato de acordar com um “susto” olhei para os lados, porem algo estava diferente, com clareza tinha a convicção que “estava morto” não sentia absolutamente nada, tentava mas nenhuma parte do meu corpo respondia, não movia, não sentia o coração nem a respiração... era uma sensação de leveza total,...

Nestes breves segundos, pensei.. Morri. e agora?... O que faram com meu corpo? para onde iram me levar? Pensei em minha mãe, no que deixei por fazer... nas oportunidades de se foram.... Senti triste, senti que precisava encarnar para continuar, até que quando pensava em uma futura encarnação voltei...Ufa...foi um baita susto... mas. Estava de volta...

Lições, sim... Como as vezes somos ingratos pela nossa vida., não agradecemos, senti claramente o papel da vida para o nosso aprimoramento, devemos sempre... suportar, orar, acreditar. É tudo passageiro... temos um dom de poder mudar as coisa... senti a importância da vida... e a benção que ela é.
Fiquem com Deus. abraço forte...

Que bom, amigo, você poder experimentar essa sensação  de "quase morte" e valorizar a vida. Todos somos úteis e podemos continuar sendo exatamente aonde estivermos, encarnados ou não, novos ou velhos, basta a vontade.
Abraço.  ;)
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Mourarego em 30 de Outubro de 2013, 14:56
manoNorizonte, tenha paciência para com o mano Demis, explico.
neste assunto, ele é recorrente e já há anos, alguns de nós, e me incluo nestes, já lhe disseram tudo que poderia fazê-lo entender mas ele continua a chover no mesmo chão molhado de antes.
Pior, não se modifica, dando mesmo a parecer que gosta de se ter no centro da questão apenas para ficar bem na foto.
Esta a razão de lhe pedir paciência para com ele.
Demis, com já lhe disse algumas vezes: troca o CD...
abraços,
Moura
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: demis em 02 de Novembro de 2013, 10:59
 Olá a todos.

 Não pretendo ser o centro das atenções,apenas relato aquilo que acontece comigo. Vejamos:
 Tenho 39 anos e nunca tive uma namorada e nem muitas amizades. Quando conheço uma mulher ela acaba por dizer que ficaremos apenas "como amigos"...
 Ora,isto é altamente corrosivo para a auto-estima,provoca problemas emocionais etc etc.
 Reparo que para os outros homens isso não acontece pois têm sempre sucesso!
 Elas afirmam que sentem-se mal comigo etc etc...
 Ninguém é de ferro!

 Abraços,
 
Demis
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Paulo Cortez em 02 de Novembro de 2013, 12:29
Olá a todos.

 Não pretendo ser o centro das atenções,apenas relato aquilo que acontece comigo. Vejamos:
 Tenho 39 anos e nunca tive uma namorada e nem muitas amizades. Quando conheço uma mulher ela acaba por dizer que ficaremos apenas "como amigos"...
 Ora,isto é altamente corrosivo para a auto-estima,provoca problemas emocionais etc etc.
 Reparo que para os outros homens isso não acontece pois têm sempre sucesso!
 Elas afirmam que sentem-se mal comigo etc etc...
 Ninguém é de ferro!

 Abraços,
 
Demis

Demis, como vai?
Espero que apesar das suas dificuldades, estejas bem!
Suas experiências difíceis são transitórias. Você sabe disso. Continue vivendo e não se permita pensar, que o que o infelicita seja definitivo.
Tudo em nossas vidas tem uma razão de ser e acontecer, se aceitamos o remédio amargo com resignação, logo mais estaremos bem.
Espero que me entendas, pois procuro entendê-lo.
Um forte abraço,
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: Norizonte da Rosa em 02 de Novembro de 2013, 12:54
manoNorizonte, tenha paciência para com o mano Demis, explico.
neste assunto, ele é recorrente e já há anos, alguns de nós, e me incluo nestes, já lhe disseram tudo que poderia fazê-lo entender mas ele continua a chover no mesmo chão molhado de antes.
Pior, não se modifica, dando mesmo a parecer que gosta de se ter no centro da questão apenas para ficar bem na foto.
Esta a razão de lhe pedir paciência para com ele.
Demis, com já lhe disse algumas vezes: troca o CD...
abraços,
Moura

Amigo Moura, depois do que você escreveu fui correndo rever o que eu havia escrito e tentando ler de uma forma que parecesse que eu não estivesse tendo paciência, e não consegui. Apenas vi no que escrevi alguns conselhos, se é que tenho autoridade para isso, para que nosso colega Demis não entrasse 'numa furada' e de nenhuma forma com intenção de repreensão. Seria mesmo uma atitude temerária escrever em um tópico onde o tema é o suicídio e baixar a lenha em quem viesse declarando tendências a esse ato que todos queremos evitar.

Abraço.
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: wender100%espirita em 02 de Novembro de 2013, 14:26
bem o problema na minha opiniao e que certas pessoas nao generalizando adoram dar uma de coitadinhas , no fundo sao totalmente egoistas querendo que o mundo gire ao redor delas, acostumaram a desitir de tudo que necessite de esforco e alto superacao, querem so receber,jamais doar, querem falar de seu problemas de suas dores e se nao tem a atencao das mesmas , consideram-se as mais tristes do mundo, nao dao um passo rumo a sua reforma intima e nem pra domar sua mas inclinacoes,recebem conselhos, oracoes, terapias,orientacoes do evangelho, etc etc... e muitos setem uma especie de prazer em sofrer, e fazer sofrer em sua volta. esquecendo que o primeiro o unico que consegue mudar isso e a pessoa mesma! paz e luz
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: demis em 02 de Novembro de 2013, 14:33
Olá a todos.

 Não pretendo ser o centro das atenções,apenas relato aquilo que acontece comigo. Vejamos:
 Tenho 39 anos e nunca tive uma namorada e nem muitas amizades. Quando conheço uma mulher ela acaba por dizer que ficaremos apenas "como amigos"...
 Ora,isto é altamente corrosivo para a auto-estima,provoca problemas emocionais etc etc.
 Reparo que para os outros homens isso não acontece pois têm sempre sucesso!
 Elas afirmam que sentem-se mal comigo etc etc...
 Ninguém é de ferro!

 Abraços,
 
Demis

Demis, como vai?
Espero que apesar das suas dificuldades, estejas bem!
Suas experiências difíceis são transitórias. Você sabe disso. Continue vivendo e não se permita pensar, que o que o infelicita seja definitivo.
Tudo em nossas vidas tem uma razão de ser e acontecer, se aceitamos o remédio amargo com resignação, logo mais estaremos bem.
Espero que me entendas, pois procuro entendê-lo.
Um forte abraço,

 Amigo Paulo Cortez,

 Sei que os sofrimentos não duram para sempre mas é dificil a gente estar sozinho,não ter alguém. Hoje em dia é muito fácil alguém ter alguém e isso me provoca uma certa revolta.
  É muito dificil tomar esse remédio amargo pois Deus podia colocar alguém em meu caminho. Fico imaginando o que será de mim quando meus pais desencarnarem,eles mesmo ficam preocupadissimos comigo pois estarei sozinho e isso os entristece...

Demis
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: demis em 02 de Novembro de 2013, 14:38
bem o problema na minha opiniao e que certas pessoas nao generalizando adoram dar uma de coitadinhas , no fundo sao totalmente egoistas querendo que o mundo gire ao redor delas, acostumaram a desitir de tudo que necessite de esforco e alto superacao, querem so receber,jamais doar, querem falar de seu problemas de suas dores e se nao tem a atencao das mesmas , consideram-se as mais tristes do mundo, nao dao um passo rumo a sua reforma intima e nem pra domar sua mas inclinacoes,recebem conselhos, oracoes, terapias,orientacoes do evangelho, etc etc... e muitos setem uma especie de prazer em sofrer, e fazer sofrer em sua volta. esquecendo que o primeiro o unico que consegue mudar isso e a pessoa mesma! paz e luz

 Olá Wender,

 Na verdade sou um pouco egoista,sou.
 Quando vou a um sitio qualquer sinto que a primeira impressão que as pessoas têm de mim é antipatia,respondo na mesma moeda. Raramente mostro um sorriso e sinto algum inveja de todo aquele que deseja ter uma namorada,por exemplo,e consegue sem o menor esforço. Não acho isso justo. Depois claro que fico egoista e é por isso que é muito dificil para mim interiorizar a Doutrina Espirita.

Demis


Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: VLRC em 02 de Novembro de 2013, 14:48
Reparo que para os outros homens isso não acontece pois têm sempre sucesso!



O que seria o sucesso pra você amigo Demis
Nunca houve tantas separações como nos tempos atuais,ter uma namorada ou muitos amigos não significa que estamos felizes,não é nenhum ser humano que vai te fazer feliz amigo, a felicidade  é algo interno você pode estar sozinho no meio do deserto e se sentir pleno,realizado,feliz,amado  ou cercado por diversas pessoas e se sentir infeliz e sózinho.



um filósofo Brasileiro dizia
Não faça sua felicidade depender do que não depende de você.
Abç
fica na paz ,que tudo sem seu tempo pra acontecer

Valter LRC

 :)
Título: Re: Ante o suicídio - Algumas considerações espíritas
Enviado por: wender100%espirita em 02 de Novembro de 2013, 18:25
amigo demis coloquei minha opiniao pessoal em varios casos que conheco sobre o topico, mas o amigo mesmo mostrou o seu motivo de tanta tristeza como relatou  que e  egoista, invejoso,anti-patico,mimado, vc disse que seus pais sofrem com isso, mas pelo seu egoismo esta mais preocupado com vc, quando eles desencarnarem deixando-o sozinho, ao inves de mudar seus conceitos  fazendo-os felizes, cabe a nos unicamente a nos nossa melhora, pois o invejoso nao tem sossego hora nenhuma.paz e luz