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GERAL => Mensagens de Ânimo => Amizade => Tópico iniciado por: ValNasct em 09 de Outubro de 2008, 22:38

Título: Um lindo conto que me contaram...
Enviado por: ValNasct em 09 de Outubro de 2008, 22:38
 :)Na Romênia , um homem dizia sempre a seu filho:
 - Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.

 Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase alisou as
 construções lá existentes nesta época. Estava nesta hora este homem em uma estrada.

 Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu
 filho nesta hora estava na escola.
 Foi imediatamente para lá.

 E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé. Tomado de
 uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa
 (não cumprida), "Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado".

 Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de
 seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.

 Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua
 mãozinha. O portão (que não mais existia); corredor. Olhava as paredes, aquele rostinho
 confiante. Passava pela sala do 3º ano , virava o corredor e o olhava ao entrar. 

 Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão, corredor, virou
 a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha
 de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a
 classe. Olhava tudo desolado.

 E continuava a ouvir sua promessa:
 "Haja o que houver, eu sempre estarei com você".

 E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que
 embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
 - Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
 - Vá para casa.

 Ao que ele retrucava:
 - Você vai me ajudar?

 Mas ninguém o ajudava, pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que
 também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém
 com vida.
 Existiam outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa
 ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era:
 - Você vai me ajudar?

 Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...
 - Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo?

 Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam
 havendo explosões e incêndios.
 Ele retrucava :
 - Você vai me ajudar?
 - Você esta cego pela dor não enxerga mais nada.
 - Você vai me ajudar?

 Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos
 intervalos mas não se afastava dali. 5h / 10h / 12h / 22h / 24h / 30h .
 Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
 Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho ouviu:
 - Pai... estou aqui!

 Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
 - Você esta bem?
 - Estou. Mas com sede, fome e muito medo.
 - Tem mais alguém com você?
 - Sim, da classe, 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares.
 - Estamos todos bem.

 Apenas conseguia ouvir seus gritos de alegria.
 - Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar.
 - Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora...
 - Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
 - Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco .
 - Não! Deixe eles saírem primeiro...
 - Eu sei; que haja o que houver...
 - Você estará me esperando!

É ISSO, AMIGOS...LINDO CONTO Q ME CONTARAM....NÃO DUVIDEMOS JAMAIS DA SOLICITUDE DO NOSSO PAI...DEUS!
 
"Das ovelhas que meu Pai me confiou,
nenhuma se perderá."
J. Cristo

Título: Re: Um lindo conto que me contaram...
Enviado por: Ana Belo em 24 de Dezembro de 2008, 11:58
Gostei muito de ter lido esta estória.
Comoveu-me.

O Pai está sempre a proteger-nos.
Confiemos em PAZ.

___________________________________________

Um abraço.

B´jinhos.

               Ana Belo
Título: Re: Um lindo conto que me contaram...
Enviado por: vanda32 em 04 de Fevereiro de 2009, 14:23
:)Na Romênia , um homem dizia sempre a seu filho:
 - Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.

 Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase alisou as
 construções lá existentes nesta época. Estava nesta hora este homem em uma estrada.

 Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu
 filho nesta hora estava na escola.
 Foi imediatamente para lá.

 E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé. Tomado de
 uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa
 (não cumprida), "Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado".

 Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A voz de
 seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam.

 Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua
 mãozinha. O portão (que não mais existia); corredor. Olhava as paredes, aquele rostinho
 confiante. Passava pela sala do 3º ano , virava o corredor e o olhava ao entrar. 

 Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão, corredor, virou
 a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha
 de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a
 classe. Olhava tudo desolado.

 E continuava a ouvir sua promessa:
 "Haja o que houver, eu sempre estarei com você".

 E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que
 embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
 - Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
 - Vá para casa.

 Ao que ele retrucava:
 - Você vai me ajudar?

 Mas ninguém o ajudava, pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que
 também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém
 com vida.
 Existiam outros locais com mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa
 ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era:
 - Você vai me ajudar?

 Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa...
 - Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo?

 Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam
 havendo explosões e incêndios.
 Ele retrucava :
 - Você vai me ajudar?
 - Você esta cego pela dor não enxerga mais nada.
 - Você vai me ajudar?

 Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos
 intervalos mas não se afastava dali. 5h / 10h / 12h / 22h / 24h / 30h .
 Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
 Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho ouviu:
 - Pai... estou aqui!

 Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
 - Você esta bem?
 - Estou. Mas com sede, fome e muito medo.
 - Tem mais alguém com você?
 - Sim, da classe, 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares.
 - Estamos todos bem.

 Apenas conseguia ouvir seus gritos de alegria.
 - Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar.
 - Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora...
 - Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
 - Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco .
 - Não! Deixe eles saírem primeiro...
 - Eu sei; que haja o que houver...
 - Você estará me esperando!

É ISSO, AMIGOS...LINDO CONTO Q ME CONTARAM....NÃO DUVIDEMOS JAMAIS DA SOLICITUDE DO NOSSO PAI...DEUS!
 
"Das ovelhas que meu Pai me confiou,
nenhuma se perderá."
J. Cristo

LINDA ESTA HISTORIA...

O ano é 180 e o general romano Máximo (Russel Crowe), servindo ao seu imperador Marco Aurélio (Richard Harris), prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros germânicos. Durante o combate, Máximo fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. A trama onde Cômodo (Joaquin Phoenix), filho do imperador, mata o pai, assumindo o comando do Império, não é historicamente verídica. Na verdade, Cômodo assumiu quando seu pai morreu afetado por uma peste, adquirida durante uma nova campanha no Danúbio.
Enquanto Cômodo assume o trono, Máximo que escapa da morte, torna-se escravo e gladiador, travando batalhas sangrentas no Coliseu, a nova forma de divertimento dos romanos. Máximo, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da platéia. Acumulando cadáveres nas arenas o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do "pão e circo".
"Nesta vida ou na próxima eu terei minha vingança". Máximo sabe que o controle da multidão será vital para que possa arquitetar sua vingança, que culmina em um combate com o próprio Cômodo.
               
                       CONTEXTO HISTÓRICO

O Império, terceira e última etapa na história da civilização romana, foi antecedido pelos períodos monárquico (753-509 a. C.) e republicano (509-27 a . C.). Trata-se do maior e mais duradouro Império da história universal, estendendo-se pela Europa, norte da África e Ásia no Oriente Próximo desde 27 a C. até 476 na porção ocidental e até 1453 na porção oriental.
Durante o Império consolida-se o Modo de Produção Escravista, que se desenvolve até o século III, quando problemas estruturais, marcam o início da crise do escravismo, e conseqüentemente do próprio Império. O agravamento provocado pelas invasões bárbaras culminou com a tomada de Roma pelos ostrogodos no século V.
O filme insere-se no contexto do Baixo Império, caracterizando o governo de Marco Aurélio (161-180), tendo como principal cenário o monumental Coliseu, anfiteatro romano, cujo nome vem da estátua colossau (colossoe) de Nero, que se achava nas proximidades. Iniciado no governo do imperador Vespasiano e concluído no de Tito em 80 d. C., o coliseu abrigava até 100 mil pessoas, sendo utilizado para combate de gladiadores e também, para o martírio de inúmeros cristãos. Esses durante séculos, foram discriminados e perseguidos pelos romanos, para posteriormente serem aceitos, quando o Edito de Milão publicado em 313 pelo imperador Constantino, concedeu liberdade de culto. Décadas depois, o imperador Teodósio oficializava o cristianismo como religião do Império, publicando o Edito de Tessalônica em 390.
Se inicialmente a retração militar pouco afetou a vida do Império, o fim das guerras de conquista acabou por gerar um processo inflacionário que corroeu a economia romana. A diminuição do afluxo de riquezas e a falta de mão-de-obra escrava, além da corrupção, cada vez maior nos altos cargos do Império, caracterizam uma realidade de profunda crise, que se reflete com as divisões políticas (tetrarquias e depois em Ocidental/Oriental) e com a própria difusão do cristianismo, já que o Império debilitado em sua infra-estrutura e dividido politicamente, não tinha mais forças para resistir a uma religião em que cerca de 1/3 de sua população já havia aderido.
O filme enquadra-se nesse processo de crise do Império Romano, quando durante o governo do imperador Marco Aurélio iniciam-se as invasões bárbaras, que irão se estender até a queda de Roma em 476.
Apesar de ter consolidado a centralização administrativa e hierárquica das funções, interpretando as leis com um sentido mais humanitário, Marco Aurélio não poupou os cristãos de terríveis perseguições. Enfrentou também uma peste, que agravou ainda mais os problemas sociais, desdobrando-se em freqüentes sublevações, como na Gália e no Egito.
Aproveitando-se da debilitação de Roma, as tribos bárbaras vizinhas começaram a assaltar as fronteiras do Império. Os partos (da Pérsia), penetraram na Síria, sendo derrotados pelos generais de Marco Aurélio. Mais grave para os debilitados romanos foi a longa guerra contra as tribos que habitavam as fronteiras do Danúbio. Os germanos foram expulsos da Itália e empurrados para além do Danúbio. Contra os marcomanos, os iaziges e os quados, Marco Aurélio conduziu pessoalmente as campanhas do Danúbio. A paz foi assinada em 175 e pela primeira vez, os bárbaros foram recebidos como colonos ou como soldados do Império.
Com o rompimento da paz, Marco Aurélio empreendeu uma nova campanha no Danúbio (177-180), no curso da qual morreu de peste, deixando o poder a seu filho Cômodo, retratado no filme de maneira demasiadamente maniqueísta, frente ao herói gladiador. 
           THE END