Forum Espirita

GERAL => Mensagens de Ânimo => Amizade => Tópico iniciado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 05:49

Título: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 05:49
Pela lógica


Porque se creio em um Deus único, infinitamente bom e justo e não posso acreditar que Ele permitiria o sofrimento de inocentes e o privilégio de criminosos. Não posso crer em um Deus que permite a dor e a limitação de crianças mal formadas. Um Deus que permite a fome e a miséria vividas por pessoas simples e honestas. Um Deus que permite as diferenças de talentos e destinos. E que essa permissão seja devida, unicamente, aos seus caprichos e preferências.


Se, creio em um Deus perfeito, que não faz acepção de pessoas, então, tenho que entender as situações acima como justas e merecidas. E elas só seriam realmente parte da Justiça Divina se, explicadas por fatores por nós desconhecidos. O raciocínio lógico nos leva a buscar essas causas em um passado distante, em encanações anteriores.


A revelação, pelos espíritos que compõem a Legião de servidores do Cristo, sobre as leis da reencarnação e de causa e efeito foram o balsamo cicatrizante sobre a extensa ferida no cristianismo medieval, decorrente de sua institucionalização e politização.


Essas leis permitem nossa plena compreensão da infinita Justiça Divina e são divulgadas pela Doutrina Espírita para que o Evangelho do Cristo seja revivido conforme previsto por Jesus.


Nenhuma outra explicação para as dores dos homens e para suas desigualdades é tão eficiente e ampla e, ainda assim, compatível com o Deus justo e bom em que creio. Ao interpretarmos as dores da vida sob essa ótica, mesmo com as mais variadas e dolorosas circunstâncias vividas pelos seres humanos na Terra, em nenhum caso duvidaremos da Infinita Justiça Divina.


Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá;

porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós;

mas, quando eu for, vo-lo enviarei.

João, 16; 7.


 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 05:50
Pela esperança


Por ser uma Doutrina que crê e divulga a certeza da vida após a morte, a certeza de que há algo mais a esperar do que meramente nossos corpos comidos pelos vermes. Por considerar a vida espiritual como a verdadeira vida e por ser essa uma vida de realizações e progresso e não de inatividade.


Por desfazer o mito do castigo eterno e mostrar-nos um Deus misericordioso que perdoa-nos quantas vezes precisarmos do seu perdão e nos oferece a possibilidade de evolução e comunhão com Ele, sempre. Por sabermos que, um dia, seremos perfeitos como foi o Cristo e então poderemos usufruir a paz plena que conquistarmos, pelo nosso esforço pessoal, sob a proteção e orientação Divina, durante o longo caminhar sobre as pegadas do Cristo.


Por termos a certeza de que todas as pessoas que amamos chegarão ao mesmo estágio evolutivo e que poderemos partilhar da glória de Deus em conjunto. Que nenhum filho de Deus se perderá, mas serão todos unidos na paz celestial no momento em que for apropriado, a cada um, conforme seu esforço e merecimento.


Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco;

também me convém agregar estas,

e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor.

João, 10; 16.


 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 05:52
Pelo exemplo


Por respeitar a opinião de inúmeros vultos da ciência mundial que se tornaram Espíritas. Por admirar o exemplo de vários abnegados servidores do Cristo. Por serem pessoas com reconhecida capacidade intelectual e que efetivamente contribuíram para o engrandecimento do conhecimento humano.


Eles conquistaram, com méritos próprios, esse grau de respeitabilidade, sendo, portanto, dignos de terem suas idéias e crenças analisadas de forma isenta e racional. Além disso, expuseram sua crença em um ambiente cultural adverso, o que reforça a profundidade de sua fé. Somente uma forte convicção, baseada em estudos profundos e análises racionais, pode levar figuras proeminentes a enfrentarem os preconceitos e exporem-se como defensores da nova revelação.


Entre esses exemplos podemos citar: Allan Kardec, Leon Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, Ernesto Bozzano, Bezerra de Menezes, Herculano Pires, Deolindo Amorim, Chico Xavier, Divaldo Franco, Anália Franco, Antonio Gonçalves da Silva Batuíra, Euripedes Barsanulfo, Auta de Souza, William Crookes, Adelaide Augusta Câmara,Ali Halfeld,Artur Lins de Vasconcelos Lopes, Auta de Souza, Amelie Gabrielle, Anália Emília Franco, Angel Aguarod, Antônio da Silva Neto, Antônio Luís Saião, Aristides de Souza Spínola, Arthur Lins de Vasconcelos Lopes, Augusto Elias da Silva, Augusto José da Silva, Augusto Militão Pacheco, Aurora A. de los S. de Silveira, Antônio Gonçaves da Silva Batuíra, Antônio Pinheiro Guedes, Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, Benedito Godoy Paiva, Caírbar de Souza Schutel, Camille Flammarion, Camilo Castelo Branco, Camilo Rodrigues Chaves, Carlos Gomes de Souza Shalders, Carlos Joaquim de Lima e Cirne, Cenyra de Oliveira Pinto, Cleo de Albuquerque Mello, Corina Novelino, Djalma Montenegro de Farias, Djalma Motta Argollo, Divaldo Pereira Franco, Domingos de Barros Lima Filgueiras, Emmanuel, Ernesto Bozano, Ernesto José dos Santos Silva, Eurípedes Barsanulfo, Francisco Candido Xavier, Francisco de Menezes Dias da Cruz, Francisco Leite de Bittencourt Sampaio, Francisco Raimundo Ewerton Quadros, Francisco Spinelli, Francisco Valdomiro Lorenz, Francisco Vieira Paim Pamplona, Frederico Fígner, Frederico Pereira da Silva Júnior, Frederico Menezes, Geminiano Brazil de Oliveira Góis, Heitor Pinto da Luz e Silva, Humberto de Campos, Inácio Bittencourt, Jacob de Mello, Jeronimo Candido Gomide, Joaquim Antônio de S. Thiago, Joaquim Carlos Travassos, Joana de Angelis, João Luís de Paiva Júnior, João Batista Maia de Lacerda, João Gonçalves do Nascimento, José Florentino de Sena Petitinga, José Plinio Monteiro, Jose Raul Teixeira, José Medrado, Júlio César Leal, Lázaro Luiz Zamenhof, Leon Denis, Leôncio Correia, Leopoldo Cirne, Leopoldo Machado Barbosa, Lírio da Silva Ferreira, Luís da Costa Porto Carreiro, Luís Joaquim de Oliveira, Luís Olímpio Guillon Ribeiro, Luís Olímpio Teles de Menezes, Luiz Sérgio de Carvalho, Manuel Viana de Carvalho, Meimei, Pedro de Vinícius Camargo, Ricardo di Bernardi, Reynaldo Leite, Romeu do Amaral Camargo, Scheilla, Ubaldo Ramalhete Maia, e muitos outros que não pudemos relacionar por falta de espaço ...


 

Se alguém me serve, siga-me,

e onde eu estiver, ali estará também o meu servo.

E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.

João, 12; 26.


 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 05:54
Pela solidariedade


Por ser uma Doutrina que defende e prega a solidariedade e o amor ao próximo como os maiores deveres do ser humano. Defende o aforismo de que fora da caridade não há salvação. Se a caridade é expressão e exercício de amor ao próximo, ela efetivamente nos faz ascender rumo à comunhão Divina.


Faz-nos saber, entretanto, que a caridade exercida com interesses secundários ou escusos não é a verdadeira caridade. Este ato é apenas um comércio de favores que, até pode beneficiar quem recebe, mas em nada enobrece o executor. Nem mesmo aquele que estende sua mão ao próximo com o único fim de obter progresso espiritual será atendido em seus anseios. O processo dever necessariamente iniciar-se pelo amor e este por sua vez desencadeia atos.


Sede, pois, misericordiosos,

como também vosso Pai é misericordioso.

Lucas, 6; 36.


 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 05:58
Pela ciência


Por se tratar de uma Doutrina que respeita se apóia na ciência. Não nos impõe nenhuma Verdade que se coloque acima da ciência e estimula a utilização do raciocínio crítico. Por se tratar de uma Doutrina que estimula a fé raciocinada e considera esta como a única capaz de enfrentar a verdade face a face em todos os tempos. Por ater-se a evidências e lógica filosófica. Por alertar-nos da necessidade do estudo constante para não sermos tragados por ilusões e mistificações.


Ainda tenho muito que vos dizer,

mas vós não o podeis suportar agora.

João, 16; 12.


Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 06:01
Pela dor


Por encontrar o consolo e a explicação para as dores da existência humana. Por sabermos que serão transitórias essas dores e gerarão o progresso necessário para a comunhão Divina. Por sabermos que a dor atual é conseqüência de nossos atos pretéritos e por nos fazer entender que nosso sofrimento é tão intenso quanto aquele que, por ventura, tenhamos causado ao próximo. Assim vivemos na prática o treinamento para a não repetição dos mesmos erros que nos conduziram á situação atual.


Pela dor intensa que eu vivi aos 14 anos, pela dor cruel que eu vivi aos 27, pela dor dramática que eu vivi aos 35 e por todas as outras dores menores que suportei com a ajuda Divina, dos bons espíritos e dos companheiros de jornada. Pelas inúmeras alegrias que me foram dadas, em acréscimo, como energias sobressalentes acumuladas para serem a reserva nos momentos difíceis, pela graça e misericórdia do Criador.


Por isso te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados,

porque muito amou;

mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama.

Lucas, 7; 47.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 06:02
Pelo amor


Por sermos estimulados por ela a exercitar o amor ao próximo conforme ensinado pelo Cristo. Por termos a noção exata do amor pleno e libertador, aquele que não espera e não cobra. Por sermos premiados com esse amor por nossos familiares, filhos e pelo querido marido, companheiro de muitas caminhadas.


Mas ajuntai tesouros no céu,

onde nem a traça nem a ferrugem consomem,

e onde os ladrões não minam nem roubam.

Mateus, 6; 19.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 25 de Abril de 2010, 06:05
Pela história

Por verificarmos que a História das religiões nos ensina que houve vários mártires da causa Cristã. E que conforme prometido pelo Cristo seríamos lembrados de seu evangelho pelo Consolador, que nos trouxe a Doutrina Espírita. Os mártires do cristianismo foram os inimigos da ignorância e do fanatismo, impedindo que novas guerras religiosas fossem levadas a termo quando do início dos fenômenos físicos que deram origem á terceira revelação.


Eles, os mártires, deram suas vidas pela liberdade de pensamento e permitiram a retomada dos princípios puros do cristianismo primitivo que foram deturpados pelos detentores do poder religioso. Assim, os conceitos e as revelações cristãs puderam ser resgatados, e novos conhecimentos têm sido adquiridos com o estudo profundo dessa complexa e triste História.


O céu e a terra passarão,

mas as minhas palavras não hão de passar.

Mateus, 24,35.


                                                                               Giselle Fachetti Machado.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: prof.wemerson em 25 de Abril de 2010, 13:39
Thiago, muito interessante o texto que vc apresentou. Mas confesso que não sei responder por qual motivo eu sou espírita. Desde muito pequeno interesso-me pelo mundo que não "vemos", sempre tive dúvidas de onde vamos após o desencarne, com o tempo conheci a doutrina e ela pôde me responder àquelas questões da infância. Talvez seja por isso que eu sou espírita.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Gabrielli em 25 de Abril de 2010, 15:49
Amigo Thiago, gostei muito do texto.
Eu sou espírita, por ser uma doutrina que nos liberta e consola.

Abraço
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 00:37
Saudações,
Obrigado pela participação de vocês,
e aí vão mais alguns argumentos:

Pelo Cristo


Por encontrarmos toda a coerência e toda a bondade do Cristo, refletidas nos princípios Doutrinários Espíritas. A crença em Deus, na reencarnação, na lei de causas e efeitos, na pluralidade dos mundos habitados e na possibilidade de comunicação com o mundo espiritual. Todos esses princípios são claramente defendidos ou exemplificados pelo Cristo, o Mestre maior.


Muitas vezes Ele utilizou-se de símbolos e parábolas em função de nosso despreparo intelectual e moral para absorvermos ensinamentos tão complexos para aquela época de bárbaros.


Hoje, com as inúmeras conquistas em termos de liberdades individuais, essas realidades estão sendo pesquisadas e comprovadas por inúmeras evidências e não mais estão sendo omitidas em função da ditadura dogmática patrocinada pelo interesse financeiro das grandes estruturas religiosas.


E ele disse: A vós vos é dado conhecer os mistérios do reino de Deus,

mas aos outros por parábolas,

para que vendo, não vejam, e ouvindo, não entendam.

Lucas, 8; 10.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 01:30
Pela tolerância


Por se tratar de uma Doutrina que entende a salvação como um longo processo de evolução espiritual que leva a comunhão com Deus na proporção em que nos esforcemos para eliminarmos nossos vícios e fraquezas.


Sendo assim, a Doutrina não é o meio de salvação, este meio é o amor. Por isso entende que todas as religiões do bem são lícitas e levam a salvação. Não precisa ser proselitista e não permite o comércio dos bens espirituais que, só podem ser conquistados e não comprados.


Por me impor esse limite, já que em minha natureza ainda predominam o orgulho e a prepotência. Dentro de uma religião de eleitos, esses meus defeitos aflorariam com o adubo do fanatismo e mais erros eu cometeria.


Por sabermos e reconhecermos publicamente que não pertencemos a um rol de escolhidos. Somos tão ou mais falíveis do que os membros de qualquer outra comunidade religiosa. Por crermos que todos seremos salvos independentemente da igreja, seita ou religião que professemos. Se nos aperfeiçoarmos no caminho do amor ao próximo lá chegaremos com o apoio e a sustentação Divina, qualquer que seja o templo material que nosso corpo físico freqüente.


Aí de vós, doutores da lei, que tirastes a chave da ciência;

vós mesmos não entrastes, e impedistes os que entravam.

Lucas,11;52.


 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 01:33
Pela humildade


Pelo estímulo que a Doutrina espírita exerce para a reforma íntima de seus adeptos visando a superação de defeitos tais como o orgulho, a vaidade, o egoísmo. Esse estímulo propõe a humildade não subserviente. A humildade autêntica, mas não inocente ou pueril.


Porém, muitos primeiros serão os derradeiros,

e muitos derradeiros serão os primeiros.

Mateus, 19,30.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 01:36
Pela afinidade


Por ser necessária, para o exercício religioso, uma identificação com as necessidades íntimas de cada um. Aqueles que dependem do ritual, das imagens, dos amuletos, das vestes, não se sentiriam bem em um culto desprovido de qualquer manifestação do simbolismo material. O culto espírita é espiritual e deve refletir os verdadeiros sentimentos íntimos.


O luxo pode ser necessário a outros. Para o espírita um ambiente despojado permite o culto exclusivo das riquezas interiores. Esse culto se restringe ao louvor a Deus e Jesus Cristo. Não cultuamos livros, nem imagens, nem pessoas, mas reconhecemos os ensinamentos Cristãos como o meio mais eficaz de educação evangélica para a ascensão espiritual.


Reconhecemos ainda o exemplo dos vencedores no caminho do Cristo, como irmãos que souberam absorver os ensinamentos evangélicos e souberam divulga-los com propriedade e respeito.


Deus é espírito,

e importa que os que o adoram o adorem em espírito e verdade.

João,4;24.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 01:38
Pelo encontro pessoal


Por sentir-me rendida pela verdade durante a leitura das explicações espíritas para as questões da existência, da dor e do destino. Nenhum outro sistema de explicações me satisfez plenamente. A força e a lógica dos argumentos vêm de encontro às minhas necessidades, um tanto racionais, em intenção, ainda que não em essência.


Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra será ligado no céu,

e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu,

Mateus, 18; 18.


                                                                         Giselle Fachetti Machado.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 26 de Abril de 2010, 02:22
Parabéns pelo tópico, Thiago. São razões mais do que suficientes para sermos espíritas.

Um abraço,

Renato

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Thawanne em 26 de Abril de 2010, 05:01
Eu sou espirita desde quando eu tinha  ano idade..me criei na dentro dos Principios da Doutrina.Mas tenho certeza q sou espirita pois ja tenho um certo grau de conhecimento que me permite saber das suas verdades...e o minimo de capacidade em exercer esses principios...

Bjuu

Thaw
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 10:08
Obrigado pela participação Renato e Thawanne,
aí vão mais alguns motivos( se é que estes não estivessem de bom tamanho ).

Pelos fenômenos


A realidade da comunicação com os espíritos e a explicação natural para o fato sem apelação para maravilhas. A confirmação nos evangelhos dessa possibilidade assim como em vários métodos acessíveis à ciência. A assistência recebida do plano espiritual em um trabalho contínuo de doação de amor e energias salutares.


O fato de uma só explicação ser suficiente para toda uma gama de fenômenos. Não sendo necessária a criação de exceções e adaptações. As regras da natureza são iguais para todos, os santos e os pecadores, Deus e Jesus, os profetas e os leigos. Não precisamos e nem vemos Deus derrogando suas leis a todo momento.


Podemos citar um conjunto de evidências que formam a prova dessa possibilidade: A obra de Chico Xavier, as comunicações de entes queridos, a TCI, as materializações, as mesas girantes, a brincadeira do copo, a escrita direta, dentre muitas outras.


E eis que lhes apareceram Moisés e Elias,

falando com ele.

Matheus, 17; 3.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 26 de Abril de 2010, 10:10
Pelo consolo


Somente as pessoas que passaram pelo sofrimento intenso do medo, da perda, da dor física e moral, podem imaginar o benefício que a esperança e a explicação trazem para o sofredor. Além disso, a assistência caridosa, oferecida indiscriminadamente pelos trabalhadores espíritas, encarnados e desencarnados, aliviam grandemente a dor escruciante da culpa e da desesperança.

Não vos deixarei órfãos;

voltarei para vós.

João, 14; 18.


Pelos frutos


Por que uma árvore má não dá bons frutos. A Doutrina Espírita em seus 147 anos de existência tem colaborado para que o sofrimento humano na terra seja reduzido. Tanto pelo suprimento de necessidades materiais básicas aos miseráveis quanto de consolo aos desesperados. Ampliou o significado da palavra caridade que passou a ser moral, intelectual, filosófica e material.


Porque não há boa árvore que dê mau fruto,

nem má árvore que dê bom fruto.

Lucas, 6; 43.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 26 de Abril de 2010, 15:33
          Olá, Thiago,
          
          Me permita alguns comentários. Se a foto  é sua, você  é ainda rapaz novo e, assim, não teve tempo suficiente para os estudos, como outros companheiros do fórum tiveram.
          Veja bem que minha intenção não é criticar, e, sim, oferecer uma análise construtiva, bem fundamentada e bem intencionada no sentido de levar as pessoas a perceberem que devemos raciocinar, analisar e questionar tudo que lemos ou ouvimos. E não, simplesmente, aceitar e pronto.
          Para simplificar, sem modificar o sentido, vou resumir colocando, antes de cada trecho, a palavra ‘cito’.

Cito: “Sou espírita porque creio num Deus infinitamente bom e justo”.
          Esse é o pensamento, também, das outras doutrinas cristãs. Mas quem é que permite que, se a criatura comete erros ou ‘pecados’, sofra? Quem é que permite que, de todos criados iguais, uns enveredem pelo caminho do mal? Quem faz o julgamento e considera, as condições de dor e sofrimento dos seres, merecidas e justas? Quem criou mundos para a expiação, que representa muitas vezes, terríveis sofrimentos? Se há sofrimento, qualquer que seja a intensidade ou duração, porque se dizer ‘infinita’ bondade? O termo ‘infinito’ significa ‘sem fim’; no entanto a bondade de Deus, conforme o texto e as doutrinas ensinam, está limitada pois que ninguém está isento da justiça divina. Ou existe ‘bondade infinita’ e não existe ‘justiça infinita’; ou existe ‘infinita justiça’ e não existe ‘infinita bondade’. Uma condição exclui a outra. Concorda?

Cito: “Em nenhum caso duvido da infinita justiça divina’,
          O comentário é o mesmo anterior.

Cito: “Ele sempre perdoa”
          Pelo que as doutrinas ensinam, é exatamente o contrário, e não é isso que vemos no mundo. Se o perdão fosse sempre, isto é, em qualquer situação, não haveria sofrimento no mundo; também, por ser infinitamente justo, não pode perdoar sempre, isto é, perdoar tudo, ou qual será aí o sentido de ‘infinitamente justo’? O que, segundo as doutrinas, Deus faz, é dar nova oportunidade, apenas isso, ou não é?

Cito: “... a cada um, segundo seu esforço e merecimento”.
          Porque, na caminhada do aprendizado e aperfeiçoamento, esforço e merecimento podem ser diferentes? Fomos criados iguais. Qual o fator que entra aí e que torna uns diferentes dos outros?

Cito: “Fora da caridade não há salvação”.
          Jesus disse que o que salva, o que liberta é o conhecer a verdade: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”.

Cito: “O espiritismo respeita e apóia a ciência”.
         Não é assim. A ciência mais avançada do planeta é a ‘física quantica’, que muitos espíritas, desdenham e ironizam. E, o pior: essa ciência fez descobertas tremendas que, obrigatoriamente, levam a repensar o papel e a posição do ser humano dentro da criação e do universo. No entanto o espiritismo, como as demais doutrinas, se calou, não se manifestou a respeito, coisa que deveria ter feito há muito tempo já que essas descobertas, comprovadas de modo irretorquível, já têm cem anos.

Cito: “Temos pelo espiritismo, a noção exata do amor pleno e libertador individual”.
          O espiritismo nos dá mesmo essa visão exata? Onde nos está oferecida essa tremenda concepção? A concepção de um amor incondicional que não exige nem reconhecimento nem reciprocidade? Um amor que somente se consegue quando, em nossa mente, não existe mais um resquício de apego, admiração, dependência, e que só desponta quando conhecemos a verdade porque, antes disso essa será apenas uma virtude forçada ou imitação.

          (continua)
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 26 de Abril de 2010, 15:36
          Thiago (continuando e terminando)
         
Cito: “ A lei de causa e efeito...”.
          Pela física essa lei significa, é evidente, que a cada ação corresponde uma reação de igual intensidade e em sentido contrário. Mas, quantas vezes, um ato de amor pode ser até interpretado, pela limitada mente do homem, como desamor, e a essa ação corresponderá uma reação de desamor, ódio... Quantas vezes seres são atingidos pelos efeitos de um erro ou violência não praticados por eles, mas por um outro que escapa ileso? Um pequeno exemplo: se um criminoso provoca um incêndio maldoso, a ação contrária será contra ele ou contra inocentes que nada tiveram a ver com o ato? Se essa ‘lei física’ tem uma sua correspondente ‘lei psicológica’ divina, então compreende-se. Mas é isso?

 Cito: “...nos leva à comunhão com Deus na proporção de nosso esforço para eliminarmos vícios e fraquezas”.
          Veja: qual será o esforço para esse fim? Será como um treinamento de virtudes que não possuímos? O treinamento poderá nos trazer qualquer melhora intima? Esforços a nada levam, a não ser a beneficiar o próximo, mas não despertam virtudes em quem praticou o ato. Virtudes genuínas só vêm com a eliminação da ignorância ao se conhecer a verdade.

 Cito: “O amor é o meio de salvação”.
          Acima, já tocamos neste ponto. Jesus afirmou: “...a Verdade vos libertará”.

 Cito: “Todas as religiões levam à salvação”.
          Nenhuma religião leva à salvação; as religiões são apenas consoladoras: nos embalam, dão esperanças, mas é cada um, individualmente, que chega ‘lá’. Nada fará isso por ele. E, se bem analisarmos, em face de tantas interpretações diferentes e mesmo contraditórias, as religiões tentam, sempre sem muito êxito, pelas dúvidas com que nos enchem a mente, nos levar a compreender alguma coisa, mas só isso. Como dizem os sábios: “As religiões impedem o acesso à verdade” e, ainda, “Aquele que se liga às religiões organizadas é imaturo”.
 
Cito: “Seremos salvos se nos aperfeiçoarmos no bem ao próximo”.
          O que significa ‘se nos aperfeiçoarmos’? Se treinarmos bastante? Alguém conseguirá encher seu coração de amor pelo treinamento? Só a percepção da verdade poderá fazer isso.
 
Cito: “A DE estimula a reforma intima para superar vaidades, orgulho, egoísmo e propõe uma humildade”.
          A questão é a mesma: podemos realizar a reforma íntima pelo esforço? Esforço nesse caso significa irmos contra nosso próprio sentimento e agir de modo diferente para não cometer atos de orgulho, egoísmo. Haverá mérito na virtude forçadamente praticada?
 
Cito: “Reconhecemos os ensinamentos cristãos como o meio mais eficaz para a ascensão espiritual”.
          Só pode fazer essa afirmação aquele que já conhece os ensinamentos das outras doutrinas, não só das cristãs, mas de todas que nosso mundo possui. Já abrimos nosso leque de estudos? E já conhecemos as restrições quanto às doutrinas cristãs e sua própria base, o cristianismo?
 
Cito: “Nenhum outro sistema de explicações, sobre as dores, sofrimentos, existência e destino me satisfizeram plenamente como o espiritismo”.
          Se conhecemos todos os outros sistemas, se já comparamos e concluimos que a doutrina espírita é a que mais responde nossas perguntas, tudo bem. Mas já fizemos isso? Se estamos nos referindo, apenas, às doutrinas ocidentais, não há dúvidas que o espiritismo é a que nos dá mais respostas e explicações sensatas. Mas, e as outras numerosas doutrinas ou ‘sistemas de explicações’ que no mundo existem?  Já os conhecemos todos?
          Até mais.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: joannus em 26 de Abril de 2010, 18:48
Porque sou espirita ?
Será que não "nascemos" espiritas ?
Eu iniciei-me nos estudos espiritas pelo acompanhamento a minha esposa que tem mediunidade muito ostensiva. Daí que para poder ajuda-la e compreender comecei a estudar as obras de codificação. E assim busco forças, conhecimento e explicaçao para cada acontecimento da nossa vida.
É um estudo que não tem mais fim, tal a vastidão de ensinamentos que a doutrina nos traz....
Um abraço e muita paz
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 27 de Abril de 2010, 02:38
Saudações Coronel,
achei interessante muitas de suas colocações, porém
como sempre me deixando em dúvida, no que crê!
Mas, apenas estou postando o texto de uma irmã nossa, e colocando
alguns pontos de vista dela, que na minha visão, no contexto estão
muito bons.

Mas obrigado pela ajuda, analizarei mais uma vez, e no final colocarei meu ponto de vista.
Obrigado pela tua participação no tópico.

Abraços fraternos.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 27 de Abril de 2010, 02:39
Pela democracia

Por ser uma Doutrina baseada em princípios democráticos aonde a hierarquia é conquistada de forma intermitente. Por ser escolhido como dirigente espírita àquele que se mostrou mais preparado em determinado momento histórico. Além disso, hierarquia é simples e descentralizada e as decisões são tomadas de em assembléias representativas. Não existem grandes estruturas a serem mantidas e os recursos da comunidade institucionalizada são dirigidos para os necessitados independentemente da religião que professe.


Mas quem pratica a verdade vem para a luz,

a fim de que as suas obras sejam manifestas,

porque são feitas em Deus.

João, 3; 21.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 27 de Abril de 2010, 02:42
Pelo desprendimento material.


Por haver uma proposta de desligamento material sem a maldição do dinheiro. Por estimular o uso parcimonioso do dinheiro em prol da família e da comunidade. Por reconhecer o mérito do trabalho dedicado e do direito à propriedade. Por propor que o recurso material sirva ao homem e a seu semelhante e não o contrário. Por abominar o uso de coação moral e religiosa na obtenção de recursos financeiros para a manutenção de qualquer estrutura que pretenda representar os fiéis de Deus.


Porque, que aproveita ao homem granjear o mundo todo,

perdendo-se ou prejudicando-se a si mesmo?

Lucas, 9; 25.


Pela reforma íntima.


Por estimular a guerra íntima contra nossas más tendências e valorizar a auto-estima na proporção em que envolve o autoconhecimento. Por reconhecer essa como a verdadeira luta Cristã, que ao ser vencida repercute em toda a sociedade, já que ela se transforma conforme o ritmo de transformação de seus participes.


Eu não vim chamar os justos,

mas, sim, os pecadores, ao arrependimento.

Lucas, 5; 32.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 27 de Abril de 2010, 02:45
Pelo autoconhecimento.


Por reconhecer a dificuldade de lutarmos contra um inimigo desconhecido. Devemos, portanto explorar nosso inconsciente e consciente para detectarmos nossas fraquezas e virtudes para exercermos uma pressão milimétricamente calculada sobre um e outro para que gerem o equilíbrio necessário para obtenção da perfeição esperada e prometida pelo Mestre Jesus.

Vê, pois,

que a luz que em ti há não sejam trevas.

Lucas, 11; 35.


 

Por não exigir santidade


Por estimular o esforço no caminho da perfeição, mas reconhecer que todos estamos longe disso. Por isso, aceitar-me como membro da comunidade, ainda que eu descumpra muitas das metas de um bom Cristão.


Por saber que os hospitais foram feitos para as doenças e as casas de oração para os pecadores. Sendo assim reconheço minha falhas e limitações e elas não me distanciam da casa de oração, pelo contrário, é por elas que devo estar sempre procurando forças para a luta desigual contra um ego prepotente e pervertido. Assim meu lugar estará sempre disponível entre os lutadores terrestres. E estarei colocando meu ego dominado atrás do meu eu espiritual e divino como nos ensinou Jesus.


Mas eu roguei por ti, para que tua fé não desfaleça;

e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos.

Lucas, 22; 32.


                                                              Giselle Fachetti Machado.


 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 27 de Abril de 2010, 03:24
          Oi, Thiago,

          Voce achou interessantes minhas colocações, isso porque não são absurdas, não é?
          Como já lhe falei, minha intenção é aquela: que as pessoas questionem e poderão encontrar, se deixarem os preconceitos de lado, muita coisa que hoje não estão vendo porque só estão olhando numa direção e não em torno delas.
          Não entendi porque o amigo estranha ou suspeita(?) daquilo em que creio. Pelo fato de questionar como tenho feito, voce supoe que eu não seja espirita? A questão não é ‘em que eu creio’ mas, sim, ‘em que eu creio sem fechar os olhos para outras linhas de pensamento’.  Compreendeu?
          Pela leitura de meus argumentos voce concluiu que exagerei em alguma coisa? Ou apenas estranhou pelo fato de muitos espiritas não agirem como eu agi; não questionam e, como cordeiros ouvindo os comandos do pastor, baixam a cabeça e aceitam os ensinamentos da doutrina como perfeitos?
          Voce disse que vai analisar melhor minhas colocações e lhe peço que, depois, me informe se tenho ou não razão
          
          Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: SILVIA HELEN em 27 de Abril de 2010, 17:43
Excelente texto, parabens, também sou espirita porque acredito nas palavras acima inclusive completou ainda mais meus argumentos.
Um abraço,
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Edson Lima em 27 de Abril de 2010, 22:01
Thiago, parabéns pela iniciativa de publicar esse texto maravilhoso.
Ele vem de encontro a todas as minhas convicções, embora não tenha sabido me expressar quando perguntado porque sou espírita...
Respondo sempre que sou espírita porque desde a infância sempre me perguntei quem sou, de onde vim e pra onde vou e só a Doutrina Espírita me respondeu de maneira clara e racional.
Que o Mestre Jesus te inspire sempre....
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 27 de Abril de 2010, 23:13
Muito obrigado Edson e Silvia, tanto pela participação quanto
aos comenários.

Abraços fraternos.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 28 de Abril de 2010, 00:02
Saudações Coronel,
Bem, estive observando linha por linha o que você escreveu,
porém vamos lá:
Deus é infinitamente amor, sendo que na infinitude do amor, existem
a bondade e a justiça. Se Ele não fosse bom, não daria novas chances ( reencarnação ),
e se não fosse justo, cobraria tudo que fizemos de errado de uma única vez!

Se não existisse o perdão de Deus, existiria um local chamado inferno, e entre os dois,
prefiro crer no perdão. Mas infelismente algumas pessoas colocam perdão de maneira errada.
Neste ponto entendo tua colocação.

Esforço e Merecimento, vamos lá, a cada um segundo suas obras, acho que esta
frase se enquadra perfeitamente nesta questão.

Fora da caridade não há salvação! Concordo plenamente, isto é o evangelho inteiro.
Quando questionam Jesus a respeito de como se salvar, ele responde da seguinte forma:

Siga os mandamentos, ame a Deus e ao póximo.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 28 de Abril de 2010, 00:12
Espiritismo e ciência, me falta estudo a respeito, mas estudarei e achando algo
interessante criarei um tópico sobre o assunto.

Espiritismo ensina a amar sim, na minha opinião, pois nos da exemplos de Jesus,
e nos ensina a pratica-los, ou melhor dizendo, vivencia-los.

A lei da causa e efeito, poxa irmão você argumentou algo estranho, o exemplo que
deu não leva em consideração, o que as pessoas que estavam no incêndio fizeram
para receberem aquilo, e elas estariam recebendo o efeito, e não a causa, e não necessariamente sendo nesta vida. Já quem ateou o fogo, foi a causa, e o efeito virà,
nesta ou em outra vida.

Vícios e fraquezas, são deixados de lado quando se começa a executar a doutrina, coloca-la em prática.

O amor, já citei antes, e quanto a verdade, Jesus disse:
Quando o Espírito da Verdade vier, revelará todas as coisas.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 28 de Abril de 2010, 00:22
Disse o Mestre:
Quando Elias vier, restaurará todas as coisas,
segundo minha concepção, algo só necessita ser restaurado, quando é corrompido. E a única reforma que teve foi esta : Espíritismo.
Kardec, Eliás reencarnado.
A verdade que liberta, é aquela que mostra que não existe acepção de pessoas, que não
precisamos de velas, idolatrias( tanto imagens como letras ), e tantas outras bobagens
inventadas pelo ser humano. Verdade é aquela cujo mostra a inexistência de um lugar
chamado inferno, e que cedo ou tarde, todos chegaremos ao mesmo lugar.

Todas religiões, de maneira rápida ou atrasada, pregam o amor, que levam ao mesmo lugar eu concordo, apenas não concordo com a frase que diz que todas são boas, pq para mim, boa só a verdade o é.

Bem ao próximo é amor. E como disse antes: Fora da caridade não há salvação.

Reforma íntima pelo esforço. Se não nos esforçarmos, nunca saíremos do mesmo lugar,
até o relógio precisa de corda para andar.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 28 de Abril de 2010, 00:30
Meio cristão. Bem não creio eu que o melhor termo usado seria cristão, mas poderia ser
boa nova. Jesus, foi dentre tantos outros, o Espírito mais evoluído que passou na Terra.
E quando falamos, cristão, se referimos a exemplos de Jesus...Tomai exemplo de mim, que Sou manso e humilde de coração.

E a doutrina espírita é a mais completa na minha ideologia, pois para mim, a execução dela
é o caminho da Verdade.

Irmão Coronel, também não faço idolatrias à letra, e não coloco os livros da codificação
como perfeitos, pois perfeito só o Pai o É. Mas me agradei muito desta frase:
Como Jesus disse: Não vim destruir a lei, mas cumpri-lá.
O espíritismo diz: não vim destruir a lei cristã, mas sim executa-la.


Abraços fraternos irmão.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 28 de Abril de 2010, 17:01
          Oi, Thiago,

          Sinceramente, gostei muito de saber que você observou linha por linha do que foi escrito. Não é assim que muitos fazem, sobretudo se o texto for longo.

          Mas, meu amigo, o infinito amor nunca permitiria o sofrimento, a dor, a tragédia.
          Se o amigo, que vejo que é inteligente e estudioso, observar bem, sem preconceitos e sem se valer do que as doutrinas ensinam, verá que, na realidade, amor infinito não convive com justiça infinita; uma coisa exclui a outra, evidentemente. O que mais vemos no mundo, se bem que este mundo seja verdadeiro ‘cárcere’ para os transgressores da lei de Deus, é sofrimento da menor à maior intensidade. E, um amor infinito não se coaduna com essa condição.

          Cito vc:
“Se não existisse o perdão de Deus, existiria um local chamado inferno, e entre os dois, prefiro crer no perdão”.
          Não entendi sua colocação: porque, obrigatoriamente, existiria o ‘inferno’? O ser humano não pode amadurecer e chegar ao conhecimento da verdade? E porque é necessário o perdão para que o homem se salve de seus erros que são, tão somente, frutos de sua ignorância? Se não aprendeu ainda, nesta escola, como deve agir corretamente, o homem tem culpa por isso? E depois, Thiago, como você mesmo afirma, você apenas tem sua visão pessoal disso que diz. ‘Prefere’ crer. E se sua visão pessoal, particular, não for a realidade? Você não estará apenas fazendo sua colocação porque assim a doutrina o ensinou? O que você, sem se valer de qualquer argumentação doutrinária, pensa disso? Como os sábios recomendam: “Não ponha outra cabeça acima da sua”, e ainda: “Venha e veja por você mesmo”.

          Veja, todo o amor infinito criou locais de expiação, umbral e outras coisas, além das grandes tragédias naturais que assolam a humanidade.

          Cito vc:
“Esforço e Merecimento, vamos lá, a cada um segundo suas obras, acho que esta frase se enquadra perfeitamente nesta questão”.
          Dentro desta idéia, quais os motivos de as obras dos homens, ou espíritos, serem diferentes tanto que a cada um segundo suas obras?
Já coloquei esta questão, e ninguém consegue respondê-la: se todos foram criados em igualdade absoluta de condições, dentro do amor e da justiça divinos, porque em algum ponto do caminho ou em algum tempo da eternidade se tornam diferentes e muitos se transformam em verdadeiro monstros de perversidade?
          Não será apenas por ignorância? Ou será rebeldia, indisciplina, má vontade ou o que seja? Se for isto, a pergunta será a mesma: porque uns se tornaram rebeldes e outros não?

          (Continua)
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 28 de Abril de 2010, 17:10
 

          Thiago, (continuando e terminando


          Cito vc:
“Fora da caridade não há salvação! Concordo plenamente, isto é o evangelho inteiro. Quando questionam Jesus a respeito de como se salvar, ele responde da seguinte forma: Siga os mandamentos, ame a Deus e ao próximo”,
          Veja, meu amigo, o que Jesus disse e afirmou foi: “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Jesus disse que fora da caridade não há salvação? É evidente que ele recomendou amar o próximo. Se você bem observar vai verificar que todos os mandamentos de, talvez, todas as religiões do mundo, incentivam o amor, a honestidade, a verdade, etc. Não seria para trazer um mais harmônico  relacionamento entre os homens visando com isso amenizar conflitos e conseqüentes sofrimentos? Veja que sempre os mandamentos se referem a isso: não matar, não roubar, não prestar falso testemunho, não cobiçar, respeitar sempre... Todas essa regras visando a um relacionamento melhor. Quanto a Deus, os mandamentos são totalmente vagos: não passam de imposições para amar-se algo que não conhecemos, não proferir seu santo nome em vão etc. Aquelas regras tem sua aplicação na vida prática, estas como poderão ser praticadas? Dirão, amar a Deus é amar o próximo e eu pergunto: porque ‘duas’ vezes a mesma regra? E quem nos trouxe os mandamentos? O Deus do Antigo Testamento, que nada tem a ver com o Deus do Novo Testamento?

          Com tudo isso que vemos nas doutrinas cristãs, Jesus e Paulo estão desacreditados, pois nenhuma delas crê em suas palavras: “o reino de Deus está dentro de vós, Deus habita vossos corações, vós sois o templo do Altíssimo, não sereis salvos por vossas obras mas pela graça de Deus, é o Senhor que opera em vós o pensar e o fazer”... e outras afirmações mais.

          Até mais.

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 28 de Abril de 2010, 23:28
   
          Oi, Thiago, estamos aqui novamente.

          Cito vc:
“Espiritismo e ciência, estudarei e achando algo interessante criarei um tópico sobre o assunto”.
          Se desejar lhe enviarei, pelo forum mesmo, dois experimentos cientificos que abalaram o mundo da ciencia; experimentos que, obrigatoriamente, devem fazer repensar o papel e a posição do homem em relação ao Criador, dentro deste universo sem fim. Todas as religiões, por isso mesmo, já deveriam ter se manifestado a respeito, mas se calaram, talvez com receio de terem de rever suas premissas básicas e do impacto que causariam nos seus adeptos. E essas descobertas já têm cem anos, um século.
          Tradicionalmente, ciencia e religião são adversárias; no entanto, agora, com as novas descobertas da fisica  moderna, pela primeira vez na historia do mundo, ciencia e religião podem se dar as mãos. Infelizmente, muitos ironizam e até ridicularizam essa nova ciencia.
          
          Cito:
“Espiritismo ensina a amar sim, na minha opinião, pois nos da exemplos de Jesus, e nos ensina a pratica-los, ou melhor dizendo, vivencia-los”.
          Me parece que o amigo está até insinuando que eu afirmei o contrário! A DE como as outras doutrinas cristãs, ensinam, sim, o amor, mas não como condição precípua para salvação. O amor está no caminho, mas tem-se de chegar à verdade, que está no final, pois é esta que liberta.

          Cito:
“A lei da causa e efeito, o (seu) exemplo não leva em consideração o que as pessoas que estavam no incêndio fizeram para receberem aquilo, e elas estariam recebendo o efeito, e não a causa, e não necessariamente sendo nesta vida. Já quem ateou o fogo, foi a causa, e o efeito virà, nesta ou em outra vida”.
          Voce tem razão, Thiago; como não considero verdade essa lei de causa e efeito (que na fisica é uma coisa, e dentro da lei de Deus, pelas doutrinas, é outra coisa, totalmente diferente), lhe dei um exemplo incorreto. Mas, veja, os espiritas, não me lembro se a DE também, afirmam que essa lei de causa e efeito tão citada é igual à da física: a cada ação corresponde uma reação igual e em sentido oposto; esta é a lei da fisica. Mas não é assim. Nesta, alguem pode incendiar e o efeito nem sempre se realiza contra quem incendiou, podendo causar danos a terceiros; e o incendiário somente sofrerá as consequencias de seu ato se for pego um dia. Já, para a DE, não se aplica a lei da fisica (não sei porque muitos dizem que é a mesma lei!), mas uma lei especial, pois sempre a consequencia da ação alcança o autor.

          Cito:
“Vícios e fraquezas, são deixados de lado quando se começa a executar a doutrina, coloca-la em prática”.
          Você tem certeza disso? Se fazemos alguma coisa por mandamento, ordem, imposição, conselho ou por receio de desobedecer as regras estabelecidas, os mandamentos ou os ensinamentos dos que nos deixaram exemplos, isso representa méritos a nosso favor? Está certo que terceiros serão beneficiados, mas o que pratica a ação de auxiliar conseguirá, por esse treinamento, realizar uma reforma intima? O amor pode ser treinado?!  
          Se realizo um ato de amor, mas ainda não tenho amor no coração, não será um ato forçado, imitação dos ‘grandes’, obediencia, ou até falso?E pela repetição de atos forçados conseguirei realizá-los sem esforço?

          Cito:
“O amor, já citei antes, e quanto à verdade, Jesus disse: Quando o Espírito da Verdade vier, revelará todas as coisas”.
          O que Jesus quis, então, dizer com a afirmação “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”? Esta afirmação se confunde com essa que você cita? Ou são coisas diferentes? O homem pode, sim, conhecer a verdade sem o Espirito da Verdade. Veja Jesus, o Buda e outros.

          Fique em Deus.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 29 de Abril de 2010, 02:54
Coronel,
admiro muito suas colocações, e isto porque não acho absurdas,
creio sim que o reino de Deus, vem do interior, e não com mostras exteriores.
Porém creio no infito amor do Pai, lembrando que se todos saímos do mesmo lugar
e hoje apresentamos uma diferença enorme, talvez tenha haver com o livre-arbítrio.
Mas você tem razão quando digo que na minha visão, pois ainda estamos
em fase de crescimento.
E uma frase de suma importancia neste momento seria:

Só sei que nada sei.

Porém, seguirei a Lei da caridade, não pela salvação, mas sim pela lógica.

Abraços fraternos irmão, obrigado por suas colocações, aprendo muito contigo.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 29 de Abril de 2010, 03:08
          Olá, eu de novo Thiago

          Já que se tocou no assunto ‘livre arbitrio’, como sou um ‘chato de galochas’, e como vejo que voce é uma pessoa com quem se pode dialogar em busca de maior compreensão, vou lhe fazer outra pergunta (penso até que já a fiz mas não obtive resposta, não sei): se, conforme o pensamento de muitos e o ensinamento das doutrinas, e julgo que também é o seu, fomos todos criados em igualdade absoluta de condições, como é que o livre arbitrio de um pode ser diferente do de outro?
     
          Até mais.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 29 de Abril de 2010, 03:36
Se todos tivessemos os mesmos pensamentos seriamos rôbos, e não seres humanos.

livre-arbítrio
li.vre-ar.bí.trio
sm Filos Faculdade do homem de determinar-se a si mesmo. Pl: livre-arbítrios.

Bem, e se nos determinassemos todos da mesma forma?
Se todos gostassem do azul, o que seria do vermelho?
Somos emanações de Deus, cada um uma centelha divina em desabrochamento, todos ao mesmo rumo, no mesmo caminho, de Deus saímos, em Deus transitamos, e a Deus retornaremos um dia, em espírito e verdade.
E outra coisa irmão, você crê na evolução? Porque ainda existem animais que estão em evolução, como sempre existiu. Isto quer dizer que nem todos se tornaram humanos no mesmo dia. E os dois povos? Os Adamitas e os Evitas?
Ninguém nasceu espírita de cara, como disse Chico Xavier:

Todo espírita brasileiro, já foi um padre, uma freira ou um francês.

Quer dizer, que quem é espírita hoje, já passou por muitas vidas para hoje chegar a esta consciencia.

Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 29 de Abril de 2010, 09:28
          Olá, eu de novo Thiago

          Já que se tocou no assunto ‘livre arbitrio’, como sou um ‘chato de galochas’, e como vejo que voce é uma pessoa com quem se pode dialogar em busca de maior compreensão, vou lhe fazer outra pergunta (penso até que já a fiz mas não obtive resposta, não sei): se, conforme o pensamento de muitos e o ensinamento das doutrinas, e julgo que também é o seu, fomos todos criados em igualdade absoluta de condições, como é que o livre arbitrio de um pode ser diferente do de outro?
     
          Até mais.


Está doutrinando o Thiago aí Coronel?? :D

Não se preocupe, porque já apagaram o meu post em que eu lhe chamei de chato. Me desculpe, Coronel, eu me expressei mal. Era para ter mandado algo assim: "deixa de ser cri-cri, amigo Coronel" rsrs

Espero que "façamos as pazes". Peço desculpas, porque eu falei na brincadeira, e não sei se você ficou ofendido.

Um grande abraço,

Renato

PS: Quando tiver um tempo volto para ler esses posts seus. Ah, está falando para o Thiago a respeito das descobertas da Física Qüântica? Pois esse seu novo discípulo está  muito interessado em saber... e esse outro aqui também, vc sabe disso.

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Bluemoon em 29 de Abril de 2010, 11:49
Olá bom dia amigos, muita Paz...

Sou Espirita porque foi através desta doutrina que comecei a ver que o mundo e tudo que nele existe era afinal como eu pensava desde pequenina.

Porque é a doutrina mais lógica que conheço e que me ajuda a ser transparente pois nada acontece por acaso.

Sou Espirita porque tenho a Esperança de um dia poder estar ao lado de Deus e sou Espirita porque tenho sempre do meu lado o meu querido irmão Jesus que me acompanha nesta caminhada evolutiva.

Sou Espirita porque só o Espiritismo me explica com clareza o porquê da vida, o porquê de nossas alegrias e nossas tristezas, o porquê de ter nascido no seio de uma familia e nao de outra.

Acredito que o Espiritismo é a terceira revelaçao que veio libertar o homem da ignorância e das mentiras que foram inventadas em prol dos bens materiais que mais convem aos homens.

Sou Espirita porque sim e porque gosto...
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Atlante em 29 de Abril de 2010, 11:58
Olá bom dia amigos, muita Paz...

Sou Espirita porque foi através desta doutrina que comecei a ver que o mundo e tudo que nele existe era afinal como eu pensava desde pequenina.

Porque é a doutrina mais lógica que conheço e que me ajuda a ser transparente pois nada acontece por acaso.

Sou Espirita porque tenho a Esperança de um dia poder estar ao lado de Deus e sou Espirita porque tenho sempre do meu lado o meu querido irmão Jesus que me acompanha nesta caminhada evolutiva.

Sou Espirita porque só o Espiritismo me explica com clareza o porquê da vida, o porquê de nossas alegrias e nossas tristezas, o porquê de ter nascido no seio de uma familia e nao de outra.

Acredito que o Espiritismo é a terceira revelaçao que veio libertar o homem da ignorância e das mentiras que foram inventadas em prol dos bens materiais que mais convem aos homens.

Sou Espirita porque sim e porque gosto...

Olá Luazinha

Falou bem, é mesmo assim. Convicção é convicção e conhecimento também.

Só não vou muito com essa coisa da terceira revelação. O espiritismo não informa nada que já não fosse conhecido, embora de forma dispersa. Mas também não é muito importante.

Eu tenho andado perdendo meu tempo lá no mar das ilusões. Depois não consigo acompanhar o que de bom se vai passando no mundo real.

Um beijo pra vcê

Atlante
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Bluemoon em 29 de Abril de 2010, 12:03
Olá querido amigo Atlante,

Eu penso que o tempo nunca é perdido, mesmo por vezes, quando temos a sensação que estamos a perder o nosso tempo, estamos é aproveitando e tirando alguma lição desse tempo perdido.

Obrigada pelo seu carinho amigo.

Um beijinho com muito carinho no seu coração.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: txyndele em 29 de Abril de 2010, 13:15
ola
amigo thiago,quero agradeser-te pelo tema que abordaste,por vezes estudamos e nos enterecamos pelas coisas, sem mesmo parar para pensar.mas porque que gosto de estudar ou de praticar tal coisa?e muitas vezes nao encontramos esplicacoes mais procimas da logica, como a tua.
desde que comecei a estudar, e a enterecar-me por esta dotrina aprendi que tenho que me tornar uma pessoa cada vez melhor, em atos acoes e palavas,ou seja desenvolver espiritualmente.
dorante algum periudo de estudo encontrei, paz de espirito e consegui identificarme,pois hoje eu sei que tudo que sitaste e um pouco mais, da espiritualidade é realidade.
por isso muito obrigada.que tenhas sempre iluminaçao espiritual, para em palavas e açoes, ajudares as pessoas como a mim.

abaços
muita paz
txyndele


 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 29 de Abril de 2010, 14:50
          Oi, Renato,

          Olha, fique bem tranquilo porque nem me lembrava que alguem tinha me chamado de 'chato' (acho que, às vezes, até eu mesmo me chamo de 'chato').
          Logo, também não me lembraria que tinha sido o amigo o agente ativo desse 'crime'.
          Agora, quanto ao 'cri, cri' voce me ofende!
          Estou brincando.

          Um abraço.

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 29 de Abril de 2010, 15:42
          Olá Renato, Thiago e quem mais vier.

          Estou no preparo de um texto sobre a física quantica; embora se refira apenas a um dos  experimentos, texto do qual foram retirados todos os termos cientificos para facilidade de compreensão, é meio longo porque tem, também, manifestações de cientistas a respeito. Infelizmente, como o estudo que eu fiz era para 'consumo interno', não anotei os nomes dessa gente.
          Antes de enviá-lo, aos poucos, lhes deixo esta visão dos sábios do misticismo, para a analisarem. Com o experimento ela será compreendida.

"Como a Mente (Consciencia Una, Deus) é vazia, o cérebro existe no espaço e no tempo"

          Até mais.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 29 de Abril de 2010, 21:14
         Olá Renato, Thiago e quem mais vier.

          Estou no preparo de um texto sobre a física quantica; embora se refira apenas a um dos  experimentos, texto do qual foram retirados todos os termos cientificos para facilidade de compreensão, é meio longo porque tem, também, manifestações de cientistas a respeito. Infelizmente, como o estudo que eu fiz era para 'consumo interno', não anotei os nomes dessa gente.
          Antes de enviá-lo, aos poucos, lhes deixo esta visão dos sábios do misticismo, para a analisarem. Com o experimento ela será compreendida.

"Como a Mente (Consciencia Una, Deus) é vazia, o cérebro existe no espaço e no tempo"

          Até mais.

Olá Coronel,

Ficaremos no aguardo, eu gosto desse assunto e considero o estudo do mesmo muito   proveitoso.

Um abraço,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 29 de Abril de 2010, 23:10
          Amigos Thiago, Renato e os demais

          
O EXPERIMENTO DAS DUAS FENDAS.

          Este é um dos experimentos paradoxais que deram origem à nova ciência, a física quântica. Vale a pena conhecê-lo, pois ele faz que repensemos a posição e o papel do homem (e de todos os seres sencientes?) neste universo infinito.
          O assunto merece nossa maior atenção e, para ser apreciado, o abandono de todos os preconceitos; só assim poderá ser compreendido em suas profundas implicações.
          Sobre as descobertas impressionantes, e até mesmo consideradas, inicialmente, absurdas, da física quântica, está a afirmação de que, não existindo um ser senciente ‘observando’, não existe este mundo que vemos em torno de nós, isto é, nada existe no mundo da manifestação, no mundo do espaço-tempo.
          Veja: na Internete, no site Wilkpedia, na explicação (uma das explicações) relativa ao 'experimento', no final da página do 'Dr Rabbit' (o porta-voz dos físicos), está a pergunta:
          - 'E o que um observador (um ser humano) tem a ver com isso?'
          E, em seguida, como está também em várias obras de renomados cientistas:
          - 'Um observador provoca o colapso da função de onda (de probabilidades de coisas) simplesmente... por OBSERVAR.'
          O que significa isso? Significa que, não havendo um observador senciente, as ondas de probabilidades de coisas, objetos, seres, não entram em colapso e, consequentemente, não se transformam em partículas de matéria; não havendo partículas, não há matéria, isto é, o mundo da manifestação ao nosso redor, o mundo do espaço-tempo não existirá. Ou melhor, só existirão  ondas de probabilidades de possíveis partículas.
          Por aí podemos verificar que nós (e todos os seres sencientes?), somos necessários para que exista o mundo dos fenômenos ao nosso redor e em nós mesmos. Não havendo observação não há mundo. Aquilo a que denominamos Deus produz tudo o que existe, mas essa existência não prescinde de nossa observação: portanto, nós completamos a 'criação', ou melhor, a manifestação do mundo; Deus cria e nós damos o retoque final.
          Essas implicações nos colocam numa situação muitíssimo diferente daquela a que as diferentes religiões populares do mundo nos colocam. Vale a pena analisar.
          A física quântica desvendou novos horizontes (novos para nós, mas antigos para as escolas de tradição de meditação, antigos para os místicos) para nossa compreensão das coisas do mundo, de quem e do que somos, de tudo isso que aí está e que não compreendemos (e por isso sofremos). Nossa interpretação do mundo é incorreta e isso é a razão de todos os problemas do mundo. Esses novos horizontes mostram qual é, na verdade, a posição do homem neste universo infinito e eterno. Este texto, portanto, merece nossa cuidadosa análise.  

          O Experimento da Dupla Fenda em poucas palavras:
          A partir dos estranhos resultados das experiências cientificas pelas quais os cientistas entraram no mundo das sub-partículas do átomo, verificaram-se descobertas perturbadoras. Einstein chegou a afirmar que, em face desses resultados, ’não há mais um palmo de chão firme sobre o qual se possa construir alguma coisa’; q todas as descobertas anteriores do homem teriam de ser reinterpretadas, porque agora se percebia que a ciência anterior (a ciência clássica da qual o mundo extraiu todo seu conhecimento, para todas suas áreas, por mais de 300 anos, com base nas interpretações de Newton e Descartes), não lidava com o mundo, mas com uma falsa interpretação ou falsa imagem do mundo.

          (Continua)
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 29 de Abril de 2010, 23:44
          Renato, Thiago etc  (Continuação

          O EXPERIMENTO: um anteparo com duas fendas (orifícios) verticais; além dele um filme que seria impressionado por partículas de matéria, que seriam atiradas através das fendas.  Utilizando-se um dispositivo especial, a partícula era atirada, passava por uma das fendas e deixava seu sinal, ou risco, ou ponto, impresso no filme. Mas, e aqui começam as coisas perturbadoras, muitas vezes a impressão gravada no filme mostrava que a partícula, uma só partícula, passava pelas duas fendas ao mesmo tempo, pois interferia, no filme, com ela mesma, ou melhor, que a partícula deixava de ser partícula de matéria e se comportava como onda de energia. Isto é, o objeto se comporta como partícula (passando por uma das fendas), ou como onda de energia (passando pelas duas fendas).  Estranhíssimo e perturbador!
          Exaustivamente repetido o experimento, chegou-se à conclusão inescapável de que a partícula atirada só se comportava como partícula de matéria quando havia um observador senciente, um ser humano (ou outro animal senciente?) observando o experimento; quando não havia um observador, não existia matéria, apenas energia.

          CONCLUSÃO: a formação da matéria, ou sua criação, exige a observação de um ser senciente para q se concretize. Aquilo q não conhecemos, mas a q as religiões populares dão o nome de Deus, cria tudo mas, não havendo observador, a criação não se completa, não se manifesta no espaço-tempo. Como disse acima, Deus cria e nós damos o ‘retoque final’ em sua criação.    

          (Somos o ‘prolongamento’ de Deus ; como dizem: então somos verdadeiras marionetes nas mãos de Deus? Não, da mesma maneira que nossas mãos não são nossas marionetes: são nossos prolongamentos; assim, também somos prolongamentos de Deus, somos complementação do próprio Deus).
          
         PALAVRAS DE CIENTISTAS SOBRE O EXPERIMENTO:

1.   A percepção humana destrói a alternativa onda / partícula (isto é, tudo no universo está sob a forma de ondas ou energia e só a observação humana provoca o colapso das ondas que, instantaneamente, se transformam em partículas, isto é, em matéria, e, assim, é pela observação que se concretiza o universo).
2.   Na propagação de sinais visuais, os nervos óticos do sistema neurológico humano liberam energias muito superiores às dos grávitons (unidade de força gravitacional). Por isso a observação humana destrói a superposição de alternativas (não haverá alternativas; só partículas).
3.   A percepção humana percebe apenas eventos do nível clássico (os eventos do nível quântico nunca são percebidos pelo ser humano, pois acontecem no nível do atemporal, fora do espaço-tempo).
4.   Não há interferência quando não há observação (a observação interfere e transforma as ondas em partículas, que são os objetos do mundo e o próprio mundo).
5.   A observação feita pelo ser humano é a resposta decisiva sobre a origem de tudo (o ser humano, pela sua observação, completa, dá o retoque final à obra da ‘criação’).  
6.   Não temos sequer uma imagem da natureza; as imagens que temos são de nossas relações com a natureza (porque, apenas por observar, mudamos a natureza e a percebemos).
7.   O universo exige o ato de observação.
8.   Quando examinamos os recessos mais profundos da matéria ou a fronteira mais remota do universo vemos o nosso próprio rosto (já que o homem é imprescindível para a existência da matéria e, consequentemente, do universo).

          (Continua)
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 29 de Abril de 2010, 23:49
          Thiago, Renato etc. (Continuação e final)


9.   O universo todo é a imagem do rosto do homem (não fosse a  presença do homem realizando a observação, não existiria o universo como o vemos).
11.   O papel do observador é fundamental, pois é ele quem define os objetos e o universo.
12.   O universo não teria explicação sem a consciência humana (pois esta completa o ‘quebra-cabeças’, finalmente explicando o universo).
13.   Foi necessária a consciência para completar a física quântica (sem a interposição da consciência a física quântica não teria explicação e, do mesmo modo, não teria explicação o universo).
14.   Tudo está aí mas, se o cérebro não está, nada será percebido. (tudo está aí, mas apenas em ‘potência’).
15.   A dinâmica cerebral na verdade organiza e faz aflorar aquilo que já é uma propriedade intrínseca da natureza (isto é, tudo já está aí em ‘potência’, fazendo parte ou sendo a própria natureza, mas sem o cérebro e seu mecanismo clássico e quântico, nada existiria).
16.   Os “gatilhos” quânticos do cérebro permitem que este perceba o mundo (sem a ação dos eventos quânticos não haveria percepção do mundo, como não haveria os objetos perceptíveis do mundo).
17.   No cérebro acontece a coerência quântica e o colapso das ondas de probabilidades de coisas, objetos e eventos, de todos os fenômenos. Não fosse o cérebro do observador o universo não existiria.
18.   O mecanismo quântico do cérebro, afetado pelas ondas, faz funcionar o seu mecanismo clássico (isto é, tudo acontece no domínio das operações quânticas; este é que faz operar o mecanismo do cérebro e, em conseqüência, vem-nos a percepção do mundo).
19.   Nenhum fenômeno é um fenômeno até que ele seja um fenômeno observado. (Continua a seguir)
Ao concluir o comentário que faz sobre John Wheeler, "um dos intérpretes mais influentes e inventivos da Mecânica Quântica, bem como da Física Moderna", aluno de Bohr, autor da expressão ‘buraco negro e it do bit’, com que chamou definitivamente atenção para as relações entre a Física e a Teoria da Informação, nome-chave para a idéia de que o universo, sendo um fenômeno participativo, requer o ato de observação e, logo, a consciência, além de ter se envolvido na construção da primeira bomba atômica e da primeira bomba de hidrogênio, John Horgan, autor do livro O Fim da Ciência escreve:
"[...] ele nos dá corajosamente um paradoxo adorável e desalentador: no coração de toda realidade existe uma pergunta, e não uma resposta. Quando examinamos os recessos mais profundos da matéria ou a fronteira mais remota do universo, vemos, finalmente, o nosso próprio rosto perplexo nos devolvendo o olhar”.
Aqui, se não há encontro com a Resposta, há confronto harmônico com a poesia, como esta, da prosa realisticamente perturbadora de Jorge Luiz Borges:
"Um homem propõe-se a tarefa de desenhar o mundo. Ao longo dos anos povoa um espaço com imagens de províncias, de reinos, de montanhas, de baías, de naves, de ilhas, de peixes, de habitação, de instrumentos, de astros, de cavalos e de pessoas. Pouco antes de morrer, descobre que esse paciente labirinto de linhas traça a imagem de seu rosto”.
Para seu assombro veja também o ‘experimento de escolha demorada ou retardada’.


          Como essas conclusões obrigatoriamente exigem que se repense a posição e o papel do homem no universo, estranha-se que, até hoje, as religiões não se manifestaram a respeito. E essas descobertas já completaram um século de existencia. Talvez o receio de terem de modificar suas premissas básicas, ou do impacto que isso causaria entre os seus adeptos, as tenha feito se calarem.

          Os misticos, há muito, já afirmavam, em palavras de dificil interpretação para o leigo, essa visão que a fisica atual nos trouxe, pois diziam: “Como a Mente (Consciencia Universal, Deus) é vazia, o cérebro existe no espaço e no tempo”,  
       

          Até...































Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 30 de Abril de 2010, 00:10
          Amigos Thiago, Renato e todos mais


          O EXPERIMENTO DE ESCOLHA RETARDADA.

          O experimento das duas fendas, no qual o objeto se comporta ou como partícula (passando por apenas uma das fendas), quando observado, ou como onda (passando por ambas as fendas), quando não observado, deu lugar à questão: “Pode a escolha ser feita depois que o objeto quântico já passou pelas fendas?”, isto é, “A escolha presente poderia alterar a realidade passada?”.
          A resposta é: “A opção de se deduzir que o quantum único de energia deve ter vindo por ambas as fendas ou por apenas uma está sujeita à livre escolha do observador após a energia já ter atravessado o anteparo de duas fendas”.
Não há dúvida de que aí, parece, está, à primeira vista, uma estranha inversão da ordem normal do tempo. Mas é só à primeira vista, isto é, só parece que isso ocorreu realmente. O que sucede é que: “Nenhum fenômeno é um fenômeno até que ele seja um fenômeno observado”. Em outras palavras, não estamos escolhendo o que deve ter acontecido ‘após ele já ter acontecido’. Ele não aconteceu realmente, porque ele não é ainda um fenômeno (é apenas energia; está em estado potencial), até que ele seja um fenômeno observado.
          Após o quantum de energia já ter passado pelo anteparo das duas fendas, vimos que uma escolha livre de última hora da nossa parte (da parte do observador) fornece, conforme nossa vontade (a vontade do observador), um registro de interferência de energia passando pelas duas fendas ou uma contagem de um feixe de partículas passando por uma só fenda.
          Este resultado significaria que a escolha presente influencia a dinâmica no passado, contrariando frontalmente o ‘princípio de causa e efeito’? Não; a lição que se apresenta é a seguinte: “o passado não tem existência a não ser quando ele for registrado no presente”. Não tem sentido falar sobre o que o quantum de energia eletromagnética estava fazendo, se passou pelas duas ou por uma só fenda, salvo quando ele for observado ou for calculável a partir do que é observado. Isto é, nenhum fenômeno é na realidade um fenômeno antes de ele ser observado.
          E chegamos, novamente, à impressionante conclusão, “O UNIVERSO NÃO EXISTE ‘LÁ FORA’ ANTES DO ATO DE OBSERVAÇÃO”. Pelo contrário, o universo é, em algum estranho sentido, um universo participatório, isto é, o observador e o universo são participantes do mesmo fenômeno; a observação ‘cria’ o universo.    ....................................................................................

          E, vejam, não é que o universo não existe lá fora apenas para aquele que não está observando! Se não há observação, não há matéria, não há um universo material.                                                                   

          O que acham de tudo isso?


 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 30 de Abril de 2010, 00:42

1- O que acham de tudo isso?                   

2- Como essas conclusões obrigatoriamente exigem que se repense a posição e o papel do homem no universo, estranha-se que, até hoje, as religiões não se manifestaram a respeito. E essas descobertas já completaram um século de existencia. Talvez o receio de terem de modificar suas premissas básicas, ou do impacto que isso causaria entre os seus adeptos, as tenha feito se calarem.
         

1- Maravilhoso.

2- Como não? "receio de modificarem suas premissas básicas"?

Tudo isso está em Kardec, meu caro amigo Coronel, veja:

PROPRIEDADADES DA MATÉRIA

29 A ponderabilidade2 é um atributo essencial da matéria?
 
– Da matéria, assim como a entendeis, sim; mas não da matéria considerada como fluido universal. A matéria etérea e sutil que forma esse fluido é imponderável para vós, mas nem por isso deixa de ser o princípio de vossa matéria pesada.
☼ A gravidade3 é uma propriedade relativa. Fora das esferas de atração dos mundos, não há peso, do mesmo modo que não há nem acima, nem abaixo.


30 A matéria é formada de um único ou de vários elementos?
 
– De um único elemento primitivo. Os corpos que considerais simples não são verdadeiros elementos, mas transformações da matéria primitiva.


31 De onde vêm as diferentes propriedades da matéria?
 
– São modificações que as moléculas4 elementares sofrem por sua união e em determinadas circunstâncias.


32 Diante disso, os sabores, os odores, as cores, o som, as qualidades venenosas ou salutares dos corpos apenas seriam modificações de uma única e mesma substância primitiva?
 
– Sim, sem dúvida, e que apenas existem pela disposição dos órgãos destinados a percebê-los.
☼ Esse princípio é demonstrado pelo fato de que nem todo mundo percebe as qualidades dos corpos da mesma maneira: um acha uma coisa agradável ao gosto, outro a acha ruim; uns vêem azul o que outros vêem vermelho; o que é um veneno para uns é inofensivo ou salutar para outros.

 
33 A mesma matéria elementar é suscetível de passar por todas as modificações e adquirir todas as propriedades?
 
– Sim, e é o que se deve entender quando dizemos que tudo está em tudo*.
☼ O oxigênio, o hidrogênio, o azoto, o carbono e todos os corpos que consideramos como simples são somente modificações de uma substância primitiva. Na impossibilidade em que nos encontramos até o presente de conhecer, a não ser pelo pensamento, essa matéria primitiva, esses corpos são para nós verdadeiros elementos e podemos, sem maiores conseqüências, considerá-los assim, até nova ordem.
* Esse princípio explica o fenômeno conhecido de todos os magnetizadores e que consiste em dar, pela vontade, a uma substância qualquer, à água, por exemplo, propriedades muito diversas: um gosto determinado e mesmo as qualidades ativas de outras substâncias. Uma vez que há apenas um elemento primitivo e que as propriedades dos diferentes corpos são somente modificações desse elemento, resulta que a substância mais inofensiva tem o mesmo princípio que a mais prejudicial. Assim, a água, que é formada de uma parte de oxigênio e de duas de hidrogênio, torna-se corrosiva duplicando-se a proporção de oxigênio. Uma transformação semelhante pode se produzir pela ação magnética dirigida pela vontade (N. K.).



33 a E essa teoria parece dar razão à opinião daqueles que só admitem na matéria duas propriedades essenciais, a força e o movimento, e pensam que todas as outras propriedades são apenas efeitos secundários, variando de acordo com a intensidade da força e a direção do movimento?
 
– Essa opinião é exata. É preciso também acrescentar: conforme a disposição das moléculas, como vês, por exemplo, num corpo opaco, que pode tornar-se transparente, e vice-versa.


34 As moléculas têm uma forma determinada?
 
– Sem dúvida, as moléculas têm uma forma, que não é perceptível para vós.


34 a Essa forma é constante ou variável?

– Constante para as moléculas elementares primitivas e variável para as moléculas secundárias, que são somente aglomerações das primeiras; porque aquilo que chamais molécula ainda está longe da molécula elementar.



abçs


Renato




Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 30 de Abril de 2010, 16:22
          Olá Renato,

          Respondo aqui; não recordo o tópico certo.
          Repito o discurso. A razão: que vejam que as doutrinas estão confusas e até erradas em pontos importantes. As respostas continuam apoiadas justamente nas coisas estranhas e surpreende que ninguém perceba isso.
          Tento explicar que devemos buscar interpretações coerentes. E sem  êxito porque, parece, ninguém até agora percebeu as incoerências (como essa de como uma criação 'divina' de seres perfeitamente iguais se transforma em seres monstruosos de perversidade etc. Você deu resposta explicando a causa do sofrimento proveniente das contingências da vida, fruto da ignorância. Mas o sofrimento pelos quais o homem é considerado responsável, por erros contra a lei de Deus, ninguém explica. Se todo o sofrimento se deve à ignorância, pela qual o homem não tem culpa, tudo bem. Mas, mesmo aí, percebemos que esses sofrimentos não se harmonizam com a visão doutrinaria de um Deus ‘infinitamente bom’. 
Cito: “...  priva os demais de que saber o que você mesmo pensa a respeito”.
          Engano: sempre esclareci o que penso a respeito e qual meu objetivo:  a busca de coerência; mas todos, com exceções, só enxergam as doutrinas e nada aceitam que tenha a menor discrepância com elas; é como se estivessem hipnotizados. Esse ponto sempre deixo bem claro. Infelizmente, não questionamos; lemos e aceitamos.
Cito: “...a partir da individualização do PI, em que o ser se torna auto-consciente, se dá o "ponto de partida", em que se diz alegoricamente que "Deus criou todos simples e ignorantes".
          Melhorou se, para as doutrinas, a igualdade é uma ‘alegoria’. E se sofremos pelas desigualdades, a responsabilidade cabe à escola da vida. Esses sofrimentos vindos das adaptações a situações se enquadram na necessidade de crescimento do ser; mas dizer-se que sofremos porque erramos por rebeldia, maldade, desobediência etc. é absurdo...   
Cito: “Dá a entender que o você tenha uma visão diferente da Doutrina, e então, qual o receio em nos passá-la? ...essa "maiêutica socrática" que até agora tem sido inútil?”
          Não totalmente inútil. “Você” está interessado. Embora a diferente visão, a questão ainda é sobre o porque muitos não ‘vêem’ as evidencias que indico. Minha visão, e de todo o misticismo de milênios, e de mundialmente respeitados cientistas, psicoterapeutas e psicologos, é profundamente diferente das doutrinas.  E tenho mesmo receio de expô-la no forum devido a tanto preconceito que observo.
Cito: “...de acordo com o LE, os Espíritos tendo partido de um mesmo ponto, "simples e ignorantes", ...uns escolheram essa prova,  outro aquela, e assim, foram se tornando desiguais”.
          Esse é um dos pontos; se eram iguais em tudo (ou não eram?) porque escolheram provas desiguais? E assim se tornaram desiguais? As doutrinas têm a resposta?
Cito: “..., gerou as paixões, e cada um se chafurdou nelas de maneira desigual; cada um soube como  escapar ou não do seu império”.
          Voltamos à mesma questão: “cada um” se chafurdou de maneira “desigual”! “Cada um’ soube como escapar ou não!
Cito: “Por que não diz logo o porquê de os Espíritos terem partido em pé de igualdade e, depois de um  certo tempo, terem se tornado desiguais?”. 
          Porque é assim que deve ser feito, para que se veja que devemos buscar e não parar satisfeitos com o que temos. A vida inicia, para cada um, um fluir sem fim, e essa tão falada igualdade é apenas uma artificio que as crenças usam para tentar mostrar a sabedoria, justiça e amor de Deus.
          Gostaria, sinceramente, de expôr aqui a compreensão que os iluminados têm a respeito dessas coisas, mas julgo que, ainda, não há ‘clima’ conveniente. Se o amigo deseja ter uma idéia, visite o Blog de endereço:

                        obuscadordedeus.blogspot.com

   


Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 30 de Abril de 2010, 23:19
          Olá Renato,

                   Esse é um dos pontos; se eram iguais em tudo (ou não eram?) porque escolheram provas desiguais? E assim se tornaram desiguais? As doutrinas têm a resposta?

Olá Coronel,

Voltamos então a questão que perdura. Por mim tudo bem, eu estou de mente aberta para investigá-la. Somente que, você deve entender que a Fofaa tem as suas convicções, é uma estudiosa sincera do Espiritismo e que estudiosa! Pois que, ela não está interessada nessas questões que você coloca.

Mas, enquanto perdura a "maiêutica", vou "correr os 2 mil passos contigo" ok??

Vou tentar ser claro na medida do possível, dando a minha opinião sobre essa questão ok??

Se você ler O Livro dos  Espíritos, verá que, uma humanidade de um dado planeta, seja ele mundo primitivo, de provas e expiações, de regeneração, mundo feliz e etc, verá que essa humanidade não é homogênea.

Tomemos como exemplo a Terra, que é um mundo em transição, ou seja, de Provas e Expiações, para Mundo de Regeneração.

Pois bem!! Você tinha, no começo, o antropóide, isto é, um "homem primitivo", que ainda não sabia confeccionar instrumentos para a caça, a pesca, ou seja, para a sua subsistência. À maneira dos animais, ele utilizava como instrumentos, pedras e pedaços de paus para se defender de outros animais, e para buscar comida - abater outros animais, como capivaras, lebres, veados e etc.

Bom, esse antropóide foi evoluindo, até chegar ao australopitecus, ao Pitecantropus erectus, que já é um homem que sabe fabricar os seus próprios meios de produção, para utilizar um termo de Marx.

Repare, que nessa humanidade primitiva, os intintos  correm soltos: esse homem primitivo, embora já seja um Espírito, ou seja, tenha auto-consciência, age MUITO MAIS pelos instintos, do que pela inteligência. Aqui, encontramos  em Kardec que, quanto menos evoluído e cônscio de suas responsabilidades (esse conceito é muito importante), muito branda ou quase imperceptível é, para ele, a Lei de Ação e Reação, ou seja, uma vez que o seu livre-arbítrio acaba de nascer em sua rudimentar consciência, o "julgamento" que a Lei faz das ações (ou intenções que seja) desses Espíritos, é como se fosse as reprimendas que nós adultos damos nas crianças.

Aqui ainda, portanto, não é ainda o "ponto de partida" em que todos partem num mesmo pé de igualdade.

È complicada essa questão, pelos motivos expostos acima, porque, se o  instinto tem INCOMPARÁVEL predominância  sobre a inteligência e a razão, não há outra punição para esses Espíritos  senão o mal que eles fazem uns aos  outros.

È aí, entretanto, no seio dessas sociedadades  primitivas que nasce a política e a guerra é a palavra de ordem. Os instintos predominantes são, o ódio, que leva uns matarem  os outros; a vingança, cuja satisfação é a morte do outro; o sexo: embora já exista uma sociedade, a mulher está sob total domínio do homem, se ela se recusa a fazer sexo, pode ser morta.

Como pois ser irá julgar, do ponto de vista moral, um tipo de humanidade como essas??

A questão é complicada meu caro amigo, demandaria estudos científicos em torno da evolução do homem, e seu confronto com o Espiritismo.


(continua)
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 30 de Abril de 2010, 23:22
(continuando e terminando)

Agora,  indo mais diretamente à sua questão colocada, e retornando ao Livro dos Espíritos, vamos imaginar a época em que apareceram "novos homens no meio dos homens que já existiam na Terra", ou seja, os exilados. Estes, são seres orgulhosos, maldosos e egoístas, sensuais, concupiscentes e cruéis, que vêm para a Terra para,

1- como punição
2- cumprir uma missão. Qual missão? ora, eles, uma vez em contato com essa humanidade terrena, irão oprimi-la, devido à sua ignorância, mas por outro lado vão ensinar a ela, rudimentos de arte, ciência, mecânica, engenharia, etc. Mas vão também "ensinar" as paixões.

Supondo agora que esses "homens primitivos" aprendam essas paixões - orgulho, egoísmo, ciúme, avareza, mentira, hipocrisia - não há como estabelecer uma linha limítrofe ou divisória, de onde começa a desigualdade.

Mas veja que interessante: uma vez em contato com essa humanidade adiantada do ponto de vista intelectual, e pelo próprio fato de se confundirem agora, duas humanidades,  no processo de reencarne e desencarne sucessivos, chegará  um momento em que, esses homens primitivos, tendo agora (isso ao longo de milhões de anos) o seu livre-arbítrio mais desenvolvido, já tem condições de escolherem  provas como: nascer como um chefe da tribo - o que lhe propiciará experimentar as tentações do poder; nascer como um homem detentor de bens ou riquezas, o que o colocará diante das tentações como sensualidade, luxúria, avareza etc; nascer como um "zé-ninguém" o que lhe propiciará a prova do crime e do roubo e assim por diante.

Ora, a partir daí os Espíritos já estão experimentando a si mesmos nas diversas modalidades de provas.

Encontramos em O Livro dos Espíritos, que TODOS os Espíritos têm que passar pelas mesmas provas, não obrigatoriamente em uma da seqüência ou  de maneira linear ao longo do tempo das reencarnações, mas no sentido de que, eles precisam experimentar todo o gênero de provas possíveis para desenvolver a sua inteligência, e em contato com a matéria e com as vicissitudes da vida  em sociedade, ir aprimorando suas faculdades intelectuais e seu senso  moral.

È pois, o contato com o mundo ilusório, que se criará o ego não é assim?? E esses egos  criarão ilusões as mais variadas, e  é nesse contexto de uma humanidade heterogênea  que se irá surgir a desigualdade.

Está bom por ora. Na próxima ocasião, abordarei a questão da política, ou seja da necessidade de desigualdade.

Vamos amadurecer  essas idéias ao longo do nosso debate ok??

Um grande abraço,

Aguardo  a sua réplica rsrs

Renato




Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 30 de Abril de 2010, 23:50

          Oi, Thiago.

          Como minha organização é desorganização, não sei se já lhe enviei esta resposta.

          Você afirma que se os pensamentos de todos fossem iguais seriamos robôs. A questão foi outra. O q eu disse é que, se no inicio, como todos da criação divina eram perfeitamente idênticos (veja bem: como dizem as doutrinas), teríamos pensamentos, imaginação, desejos, livre arbítrio etc, tudo igual. Em que minha colocação está equivocada? E, o que  tornou o que era igual em coisas desiguais? Não pode ser o livre arbítrio; era também igual!  Ou tudo era igual, menos o livre arbítrio? A mesma pergunta cabe quanto às faculdades de o homem determinar-se a si mesmo.

          Você estranhou: o que seria se todos nos determinássemos a nós mesmo iguais? Seriamos iguais, é evidente. Mas o que as doutrinas não respondem, é porque de iguais, nos transformamos em desiguais; apenas isso.

          Você é inteligente; até estranho sua pergunta: “Se todos gostassem do azul, o que seria do vermelho?”. Ninguém gostaria do vermelho, essa é a simples resposta. Ou existe alguma conotação aí oculta?

          Cito vc:
“Somos emanações de Deus, cada um uma centelha divina em desabrochamento, todos ao mesmo rumo, no mesmo caminho...”
          Mais uma razão para aquela questão. Cada um uma centelha divina, todas iguais ou diferentes? E se as centelhas e os desabrochamentos forem diferentes onde estará a infinita bondade e justiça divinas? Você nada vê de estranho aí?

          A evolução é um fato, mas a biológica. Quanto à espiritual ou consciencial, ela já é o que é, aquilo que chamamos de perfeição. Só não a percebemos ainda e ela está exatamente dentro de nós.

          Até mais.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 01 de Maio de 2010, 00:09

           E, o que  tornou o que era igual em coisas desiguais?

A política.

A Lei de Sociedade, que obrigou o Espírito, ou melhor, um grupo de Espíritos "iguais" a se encarnarem entre outros que não lhe eram iguais, e no meio dessa desiguladade, se tornaram desiguais.

abçs,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 01 de Maio de 2010, 01:29
Olá Coronel,
na minha opinião, não teria como o livre-arbítrio do ser humano ser igual, até mesmo porque, para gostarmos do sexo oposto, temos que ter o pensamento diferente.
Todos iguais em  evolução, porém um nunca pensou igual ao outro. Até mesmo em determinados planos espírituais os espíritos têm comportamentos diferentes, isto sendo observado na mesma faixa espiritual.
E esta mudança, e a desigualdade ( como o irmão coloca ), aparece com a vinda da raça adamica, como já disse antes, e o Renato também.
Também concordo com as colocações do Renato, e pelo que parece nossa opinião é a mesma neste assunto, levando em consideração que talvez não tenha me expressado bem quanto ele.
Tenho a mente aberta, pois minha fé não é cega. Portanto seria interessante que você colocasse teu ponto de vista, assim como colocamos o nosso.

Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 01 de Maio de 2010, 02:46
Olá Coronel,
na minha opinião, não teria como o livre-arbítrio do ser humano ser igual, até mesmo porque, para gostarmos do sexo oposto, temos que ter o pensamento diferente.
Todos iguais em  evolução, porém um nunca pensou igual ao outro. Até mesmo em determinados planos espírituais os espíritos têm comportamentos diferentes, isto sendo observado na mesma faixa espiritual.
E esta mudança, e a desigualdade ( como o irmão coloca ), aparece com a vinda da raça adamica, como já disse antes, e o Renato também.
Também concordo com as colocações do Renato, e pelo que parece nossa opinião é a mesma neste assunto, levando em consideração que talvez não tenha me expressado bem quanto ele.
Tenho a mente aberta, pois minha fé não é cega. Portanto seria interessante que você colocasse teu ponto de vista, assim como colocamos o nosso.

Abraços.

É por aí mesmo Thiago.

Não que a "humanidade primitiva" não progrediria por si só, sem precisar estar em contato com outra mais avançada. Mas seria demorado o progresso...

Então, Deus, na sua infinita misericórdia, e, desejando que os Espíritos evoluam mais rápido, e também querendo Ele que, todos pratiquem a fraternidade através da Lei de Sociedade, coloca esses Espíritos primitivos no meio de outros que já houveram progredido mais.

Se os exilados de outro planeta não tivessem vindo para a Terra, nós ainda estaríamos na idade da pedra...

abçs,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 01 de Maio de 2010, 04:05
 

          Olá Thiago,

          É evidente que o chamado livre arbítrio não poderia ser e nem hoje é igual. Mas, a questão que expus foi está: sendo, no inicio,  ‘tudo’ igual, o livre arbítrio teria que ser igual, ou ‘tudo’ era igual, desejos, pensamentos, vontade etc, com exceção do livre arbítrio? Quero mostrar aí apenas uma visão, ou ensinamento, estranho que deve ser questionado.
          Mesmo isso que você lembrou, a questão de sexos diferentes, mostra que nem tudo era igual. Porque dizer-se, então, que fomos criados com iguais condições para nossa caminhada?

          Veja bem, que apenas questiono o ensinamento de uma perfeita igualdade inicial. Depois desse inicio sabemos que tudo se transformou.

          Cito vc:
“Tenho a mente aberta, pois minha fé não é cega. Portanto seria interessante que você colocasse teu ponto de vista, assim como colocamos o nosso”.

          Ótimo, você tem razão: a fé deve ter, sim, os olhos bem abertos para não ser iludida e para compreender.
          Quanto à minha concepção, não é apenas ‘ponto de vista’ meu; é a experiência pessoal de muitos místicos e mestres, muitos de milhares de anos a.C., do Ocidente e do Oriente. E é o testemunho dos mais notáveis e respeitados pensadores, cientistas, psicoterapeutas e psicólogos do mundo, entre eles Einstein e Jung.
          Sendo sua mente ‘aberta’, sugiro que visite o Blog de endereço abaixo.
          Lá poderá conhecer o porquê de minhas perguntas intervenções.
         
                                        obuscadordedeus.blgspot.com

          Até mais.


Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 02 de Maio de 2010, 03:33

          Olá Renato,

          Sei, pelas colocações dela, que a amiga Fofaa é estudiosa sincera da DE. Não entendo é o que você diz! Se pede para poupá-la, fique tranqüilo; meu procedimento é o mesmo com todos. E, se ela não está interessada...! O que posso fazer? Ainda não entendo!

Cito vc: "Vou tentar ser claro na medida do possivel...”.
          Você tem sido claro; só não quanto à questão do sofrimento...
     
Cito: “nessa humanidade primitiva, os instintos  correm soltos:...embora já  um Espírito, isto é, tenha auto-consciência, age muito mais pelos instintos, do que pela inteligência”. 
          Sim, mas isso não responde à questão: tem autoconsciência (igual uns aos outros), um livre arbítrio rudimentar (igual aos outros) e age muito mais por instinto do que pela inteligência (tb iguais, tanto instintos qto  inteligência). Ou aí já não existia ‘igualdade’? É exatamente essa a questão: o que entrou nessa ‘receita’ que a tornou amarga para uns e doce para outros? Veja bem: já vimos que as circunstancias da vida trazem desigualdades e o ser pode sofrer por isso! Mas a questão é, se há uma justiça perfeita (olha, não digo que não haja!) o somatório de todas as alegrias e felicidades, e de todos os sofrimentos e infelicidades, deveria ser exatamente igual para todos, no cálculo final; aí, sim, veríamos justiça plena, mesmo havendo sofrimento (não veríamos amor pleno). Mas. conforme as doutrinas, o ser sofre por outras causas que não a das circunstancias da vida: rebeldia, orgulho, maldade, egoísmo, culpa, desobediência à lei de Deus...

Cito: “... se o  instinto tem incomparável predominância  sobre a inteligência e a razão, não há outra punição para esses Espíritos  senão o mal que eles fazem uns aos  outros.
          Isso está dentro das contingências da vida; independe de culpa do criado.

Cito: (nessa complexidade) “Como pois se irá julgar, do ponto de vista moral, um tipo de humanidade como essas?”
          Nem temos pretensão, nem competência para isso, mas estamos falando de quem tem.

Cito: “A questão demandaria estudos científicos em torno da evolução do homem, e seu confronto com o Espiritismo.
          Você está, então, dizendo que a questão é complicada até mesmo para os espíritos ditos superiores, iluminados...? Pois não estamos falando dos homens mas do que as doutrinas ensinam.

Cito: "...seres gulhosos, maldosos e egoístas, sensuais, concupiscentes e cruéis, que vêm para a Terra como punição...
          É aí que está o ponto: qual a razão da ‘punição’? Alguém é maldoso, egoísta, orgulhoso, sensual, cruel simplesmente porque quer ser assim? Ou a vida os tornou assim?
Cito: “Lemos em O Livro dos Espíritos, que TODOS esses egos  criarão ilusões as mais variadas, e  é nesse contexto de uma humanidade heterogênea  que se irá surgir a desigualdade”.
          Dentro do conceito da justiça divina, as experiências não podem ser diferentes entre os homens... Os espíritos tem de evoluir para o mesmo ponto; portanto não necessitam de experiências diferentes. Por isso é que digo que no cálculo final o somatório seria igual.

Cito: “... a questão da necessidade de desigualdade”.
          É o que percebemos no mundo; mas tudo isso independe do homem; ao contrário, é o homem que depende disso; mas, se uma desigualdade, mesmo necessária, faz alguém sofrer, nunca será por ter sido responsabilizado por uma transgressão à lei divina.

          Até mais.





Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 02 de Maio de 2010, 03:46
Citar
Coronel: É aí que está o ponto: qual a razão da ‘punição’? Alguém é maldoso, egoísta, orgulhoso, sensual, cruel simplesmente porque quer ser assim? Ou a vida os tornou assim?

A razão da "punição"?? rsrs

Para responder a essa questão, temos que demandar uma outra: por que se batem nas criancinhas?

Até mais,

Se é maiêutica que o senhor quer, vamos a ela pois.


Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 02 de Maio de 2010, 04:39
Coronel, só não entendo uma coisa,
você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?
Por que?
Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a
evolução em, digamos assim, seu planeta natal.

Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 02 de Maio de 2010, 08:03
Coronel, só não entendo uma coisa,
você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?
Por que?
Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a
evolução em, digamos assim, seu planeta natal.

Abraços.

Ele não está levando em conta nada Thiago.

Mas pode deixar, que agora quem faz as perguntas aqui somos nós, e ele responde, para ele aprender como é bom ficar aplicando a dialética socrática nos outros ;D hehehee

abç,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 02 de Maio de 2010, 09:23
Coronel, só não entendo uma coisa,
você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?
Por que?
Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a
evolução em, digamos assim, seu planeta natal.

Abraços.

Thiago, veja o que eu encontrei em O Céu e o Inferno, de Allan Kardec:

18º - Os Espíritos imperfeitos são excluídos dos mundos felizes, cuja harmonia perturbariam. Ficam nos mundos inferiores a expiarem as suas faltas pelas tribulações da vida, e purificando-se das suas imperfeições até que mereçam a encarnação em mundos mais elevados, mais adiantados moral e fisicamente. Se se pode conceber um lugar circunscrito de castigo, tal lugar é, sem dúvida, nesses mundos de expiação, em torno dos quais pululam Espíritos imperfeitos, desencarnados à espera de novas existências que lhes permitam reparar o mal, auxiliando-os no progresso.



Legal né??

abçs

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 02 de Maio de 2010, 14:14
Coronel, só não entendo uma coisa,
você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?
Por que?
Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a
evolução em, digamos assim, seu planeta natal.

Abraços.

Thiago, veja o que eu encontrei em O Céu e o Inferno, de Allan Kardec:

18º - Os Espíritos imperfeitos são excluídos dos mundos felizes, cuja harmonia perturbariam. Ficam nos mundos inferiores a expiarem as suas faltas pelas tribulações da vida, e purificando-se das suas imperfeições até que mereçam a encarnação em mundos mais elevados, mais adiantados moral e fisicamente. Se se pode conceber um lugar circunscrito de castigo, tal lugar é, sem dúvida, nesses mundos de expiação, em torno dos quais pululam Espíritos imperfeitos, desencarnados à espera de novas existências que lhes permitam reparar o mal, auxiliando-os no progresso.



Legal né??

abçs

Renato

 
Coronel, só não entendo uma coisa,
você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?
Por que?
Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a
evolução em, digamos assim, seu planeta natal.

Abraços.

Thiago, veja o que eu encontrei em O Céu e o Inferno, de Allan Kardec:

18º - Os Espíritos imperfeitos são excluídos dos mundos felizes, cuja harmonia perturbariam. Ficam nos mundos inferiores a expiarem as suas faltas pelas tribulações da vida, e purificando-se das suas imperfeições até que mereçam a encarnação em mundos mais elevados, mais adiantados moral e fisicamente. Se se pode conceber um lugar circunscrito de castigo, tal lugar é, sem dúvida, nesses mundos de expiação, em torno dos quais pululam Espíritos imperfeitos, desencarnados à espera de novas existências que lhes permitam reparar o mal, auxiliando-os no progresso.



Legal né??

abçs

Renato

 

Agora sim Renato, era disto que estava falando.
Bom, Coronel, está aí, agora é com você meu amigo!!!

Parabéns pela pesquiza Renato (anciosos pela resposta ).
Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 02 de Maio de 2010, 14:32
Mais algumas questões Coronel,
OLE:

121- Por que certos espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal?
- Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não os criou maus, criou-os simples e ignorantes, isto é, com aptidão tanto para o bem quanto para o mal. Aqueles que são maus, assim se tornaram por sua vontade.

122- Como podem os Espíritos, em sua origem, quando não têm consciência de si mesmos, desfrutar da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Existe neles um princípio, uma tendência qualquer que os incline mais para um caminho que para outro?
- O livre-arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo. Ele não teria mais liberdade se a escolha fosse determinada por uma causa independente da sua vontade. A causa não está nele, está fora dele, nas influências a que cede em virtude de sua vontade livre. É a grande figura da queda do homem e do pecado original; alguns cederam à tentação, outros resistiram.

Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 02 de Maio de 2010, 16:21
          Renato,

          Eu não devo estar me fazendo entender.
          Nesse caso de a 'politica' ter levado o homem 'x' a se tornar um homem diferente do que era antes, o que é um fato, isso se enquadra nas circunstancias da vida; esee homem 'x' não tem nenhuma culpa de ser levado a se transformar; minha questão é sobre o 'porque' das culpas, porque o homem é considerado responsavel pelo que tenha feito de 'mal', ou o que seja, e, por isso, deve vir à Terra como 'punição', como vc mesmo diz.
          É só isso!

          Um bom domingo.
     
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 02 de Maio de 2010, 17:14
           Renato,
 
         Cito vc:
“A razão da "punição"?? rsrs”. Para responder a essa questão, temos que demandar uma outra: por que se batem nas criancinhas?”.

          Vamos à maiêutica, então: eu lhe devolvo a pergunta: ‘porque se bate nas criancinhas? E lhe pergunto: você está jogando em cima do Criador os defeitos das criaturas, no caso das mães e pais?!
          Os seres humanos batem porque elas são desobedientes, briguentas, indisciplinadas, maldosas, arteiras, barulhentas, sem juízo, ardilosas, manhosas, travessas, insubordinadas, terriveis, ladras, o que vc quer mais? Podemos resumir numa só palavras: 'desobedientes’, ou é mais do que isso?
          E as mães, os pais, não sabem mais o que fazer, estão com a cabeça cheia de problemas, não têm tempo, não têm paciencia, não aguentam, ficam nervosos, ou mais nervosos, querem ver a TV, limpar a casa e os filhos sujam de novo, etc. Será esse o caso do Criador que sabia por antecipação o que cada criatura faria de errado, como, em que circunstância, tempo e lugar, e que as criou mesmo assim com todos esses problemas, não presumíveis apenas, mas totalmente determinados para o Criador?
          Os pais recebem os filhos que Deus lhes manda, como são! E estão cheios de problemas e ignorância! É o caso do Pai de todas as criaturas? Criou o filho já sabendo dos defeitos que teria, e que vêm da própria criação, e os castiga por isso!? É o mesmo que a gente amarrasse os pés do filho e o punisse porque não pode correr! É como se o filho, ignorante e inocente, nascesse com um problema mental, por exemplo, e o castigássemos porque não faz as coisas como deve fazer.
          
          Sua maiêutica funcionou, hein?

          Até...

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 02 de Maio de 2010, 17:37
 

          Oi, Thiago,

          Cito vc:
“Porque você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?”
          Porque se a criatura se torna diferente do que era por força de influencias externas, ela não é responsavel por isso. A questão que tenho colocado é sobre a razão absurda da ‘punição” que, como dizem as doutrinas, são ‘educativas’, ‘instrutivas’.
          Voce pode alegar: “mas não procuraram resistir a essas influencias negativas, etc”, e a questão ainda é: porque não procuraram resistir? Simplesmente porque não quiseram? Porque não foram disciplinadas, porque seguiram suas más inclinações?
          E porque não fizeram isso? Não foi devido à ignorância, decorrente do nível de aprendizado em que ainda estão? Ou existe outras razões?

          Cito:
“Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a evolução em,
digamos assim, seu planeta natal”.
          Essa é a questão: são responsáveis por isso?

          Um bom domingo.
          Abraços



Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 02 de Maio de 2010, 20:39
                     
          Sua maiêutica funcionou, hein?

          Até...



Imagine o seguinte: nosso filho, nos olha com aquele ar de anjinho, faz aquela manha, e, com grande habilidade, nos pede para que não o leve ao  dentista.  O faz de tal maneira a nos deixar sensibilizados. E, eu  lhe pergunto: por isso, deixamos de o levar ao dentista?

abçs, e tenha um bom Domingo.

PS, calma, meu  querido, a maiêutica só está  começando :D

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 02 de Maio de 2010, 21:17


          Oi, Thiago,

          Cito vc:
“Porque você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?”
          1- Porque se a criatura se torna diferente do que era por força de influencias externas, ela não é responsavel por isso.

           Cito:
“Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a evolução em,
digamos assim, seu planeta natal”.
          2- Essa é a questão: são responsáveis por isso?

          Um bom domingo.
          Abraços




Olá Coronel

 
1- Por que não?

2- O que o senhor entende por responsabilidade?



Abraços,


Renato



 

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 03 de Maio de 2010, 00:10


          Oi, Thiago,

          Cito vc:
“Porque você não está levando em conta a raça que veio de outro planeta?”
          1- Porque se a criatura se torna diferente do que era por força de influencias externas, ela não é responsavel por isso.

           Cito:
“Afinal de contas, eles eram seres que não conseguiram acompanhar a evolução em,
digamos assim, seu planeta natal”.
          2- Essa é a questão: são responsáveis por isso?

          Um bom domingo.
          Abraços




Olá Coronel

 
1- Por que não?

2- O que o senhor entende por responsabilidade?



Abraços,


Renato



 


Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 02:46
          Olá, Thiago e Renato

          Oi Renato, voce está brincando; você sabe o que eu quero dizer.  Mas, no caso de não saber, de já existirem outras conotações ou sentidos para a palavra, troque 'responsáveis' por 'culpaveis'. Está bom?

          Até...

 


[/quote]
[/quote]
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 02:49
          Olá, Thiago e Renato

          Oi Renato, voce está brincando; você sabe o que eu quero dizer.  Mas, no caso de não saber, de já existirem outras conotações ou sentidos para a palavra, troque 'responsáveis' por 'culpaveis'. Está bom?

          Até...

 



Olá Coronel,

Vamos recapitular:

1- O que o senhor entende por responsabilidade?

abc

Renato

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 02:56
          Oi, Renato

          Cito vc:
"Imagine o seguinte: nosso filho, nos olha com aquele ar de anjinho, faz aquela manha, e, com grande habilidade, nos pede para que não o leve ao  dentista.  O faz de tal maneira a nos deixar sensibilizados. E, eu  lhe pergunto: por isso, deixamos de o levar ao dentista?".

          Voce está novamente brincando! A resposta óbvia não tem nada a ver com minha argumentação. Ou você não compreendeu nada.

           E quer dizer que vamos iniciar, agora, uma disputa pela maiêutica?! Pensei que o forum fosse troca de mensagens para se aprender alguma coisa mais útil.

           Até mais. Uma boa semana.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 03:05
Caro Coronel,
 

Imagine o seguinte: nosso filho, nos olha com aquele ar de anjinho, faz aquela manha, e, com grande habilidade, nos pede para que não o leve ao  dentista.  O faz de tal maneira a nos deixar sensibilizados. E, eu  lhe pergunto: por isso, deixamos de o levar ao dentista?".

O senhor deixaria de levar a sua netinha ou netinho ao dentista se ele lhe implorasse aos prantos para que não?

Uma boa semana para ti também, meu amigo,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 17:51
 

          Olá amigos Thiago e Renato e os outros.

          Cito Renato
“Thiago, veja o que eu encontrei em O Céu e o Inferno, de Allan Kardec:
18º - Os Espíritos imperfeitos são excluídos dos mundos felizes, cuja harmonia perturbariam. Ficam nos mundos inferiores a expiarem as suas faltas pelas tribulações da vida, e purificando-se das suas imperfeições até que mereçam a encarnação em mundos mais adiantados moral e fisicamente. Se se pode conceber um lugar circunscrito de castigo, tal lugar é, sem dúvida, nesses mundos de expiação, em torno dos quais pululam Espíritos imperfeitos, desencarnados à espera de novas existências que lhes permitam reparar o mal, auxiliando-os no progresso".

          Cito Thiago
“Agora sim Renato, era disto que estava falando.
Bom, Coronel, está aí, agora é com você meu amigo!!!
Parabéns pela pesquisa Renato (ansiosos pela resposta )".

          Amigos, cada vez mais me convenço de que não estou conseguindo expor minha questão de modo compreensível. Esse n. 18 do Céu e o Inferno se refere a espíritos “””já””” imperfeitos que, de “algum modo” se tornaram nocivos, perturbadores e, como ali diz, ficam em mundos inferiores a expiarem suas “faltas”; portanto refere-se a espíritos que já se haviam desviado do caminho por onde “todos iguais” caminhavam.
          E minha questão, então, continua aquela: qual ‘ingrediente’ fez que uns se desviassem do caminho e outros não? Ou ‘todos’ se desviaram? Se ‘todos’ se desviaram, como as doutrinas explicam qual a razão desse desvio se eram todos iguais? Qual o fator que produziu esse desvio?   
         
          O amigo Thiago diz que somente eram iguais na evolução, mas que eram desiguais em pensamento etc. Aí, novamente, se percebe que a criação não foi equânime; que uns já partiram com pensamentos desiguais. Como se entender isso?

          Cito o n. 18:
“...e “purificando-se de suas imperfeições” até que mereçam...Se pode conceber um lugar circunscrito de “castigo”...é nesses mundo de expiação...que lhes permitam reparar o “mal”... etc.
         
          Estão percebendo? Até agora falou-se em ‘purificação das imperfeições, pois que, se houvessem sido criados ‘imperfeitos’ teriam, necessariamente, de se purificarem para progredir; até aí, tudo bem! Mas quanto à questão do ‘castigo’, da ‘reparação do ‘mal”?! Que “mal” fizeram, meu amigos, para que mereçam “castigo”?! Se o mal foi devido a imperfeições, “defeitos de nascença” ou de “fabricação”!!!

          Mais uma vez, lhes explico que a resposta correta a essa questão não tem qualquer importância, pois eu a faço apenas para que percebam incoerências e que, portanto, devem pesquisar onde está a resposra coerente; só isso.
         
          Até mais.

   



Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 18:24

          Thiago,

          Cito vc, com sua citação do OLE:
“121- Por que certos espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal? - Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não os criou maus, criou-os simples e ignorantes, isto é, com aptidão tanto para o bem quanto para o mal. Aqueles que são maus, assim se tornaram por sua vontade”.
          Então as vontades não são iguais, logo, nem a criação nos fez iguais, certo? E alguém, se compreende a vida e as conseqüências dos erros ou maldade, se tornará mau por sua ‘vontade’? Vocês conseguem sequer imaginar isso? Se não compreende só será porque é ignorante. A escola da vida ainda não o fez compreender que, agindo como age, estará errado e, conseqüentemente, poderá sofrer etc.

          Cito:
“122- Como podem os Espíritos, em sua origem, quando não têm consciência de si mesmos, desfrutar da liberdade de escolha entre o bem e o mal? Existe neles um princípio, uma tendência qualquer que os incline mais para um caminho que para outro? - O livre-arbítrio se desenvolve à medida que o Espírito adquire a consciência de si mesmo. Ele não teria mais liberdade se a escolha fosse determinada por uma causa independente da sua vontade. A causa não está nele, está fora dele, nas influências a que cede em virtude de sua vontade livre. É a grande figura da queda do homem e do pecado original; alguns cederam à tentação, outros resistiram”.
          Meus amigos, porquê? Porque alguns cederam à tentação e outros resistiram, se todos eram iguais? A única resposta admissível é a de que ‘não foram criados em igualdade de condições’. Ou vocês têm outra resposta?

          Abraços

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 21:47


           
          E minha questão, então, continua aquela: qual ‘ingrediente’ fez que uns se desviassem do caminho e outros não? Ou ‘todos’ se desviaram? Se ‘todos’ se desviaram, como as doutrinas explicam qual a razão desse desvio se eram todos iguais? Qual o fator que produziu esse desvio?   
         
         

Olá Coronel,

Se, para os Espíritos excluídos dos mundos felizes, o exílio constitui uma expiação, para os Espíritos primitivos que habitam o mundo no qual abrigará esses excluídos, qual seria a prova? Ou seja, o que objetivaria a Providência, ou seja, Deus, para esses Espíritos primitivos, em lhes enviando para o convívio esses outros Espíritos que houveram sido excluídos os mundos felizes?


abçs

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 21:52


                    Estão percebendo? Até agora falou-se em ‘purificação das imperfeições, pois que, se houvessem sido criados ‘imperfeitos’ teriam, necessariamente, de se purificarem para progredir; até aí, tudo bem! Mas quanto à questão do ‘castigo’, da ‘reparação do ‘mal”?! Que “mal” fizeram, meu amigos, para que mereçam “castigo”?! Se o mal foi devido a imperfeições, “defeitos de nascença” ou de “fabricação”!!!

         

Que mal fizeram??

Vamos de novo a Allan Kardec:

18 - Os Espíritos imperfeitos são excluídos dos mundos felizes, cuja harmonia perturbariam

abçs,

Renato
 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 21:53
          Amigo Renato

          Voce talvez tenha se esquecido. Em todas minhas questões, que praticamente se resumem numa só, não estou me referindo a provas, mas a culpas, a responsabilidades, a penas ou castigos.

          Um abraço.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 22:13

          Thiago,

          Cito vc, com sua citação do OLE:
“121- Por que certos espíritos seguiram o caminho do bem e outros o do mal? - Não têm eles o livre-arbítrio? Deus não os criou maus, criou-os simples e ignorantes, isto é, com aptidão tanto para o bem quanto para o mal. Aqueles que são maus, assim se tornaram por sua vontade”.
          1- Então as vontades não são iguais, logo, nem a criação nos fez iguais, certo? E alguém, se compreende a vida e as conseqüências dos erros ou maldade, se tornará mau por sua ‘vontade’? Vocês conseguem sequer imaginar isso?

2- Se não compreende só será porque é ignorante.

1- Ver a esse respeito a questão 132 de O Livro dos Espíritos
Por que ele se torna mau por sua vontade?
Por qual razão a criação não os fez iguais como o senhor afirma?

2- Quanto a ser "ignorante', nunca tive a menor dúvida sobre isso, a saber que, como Espírito em evolução, ignoro muitas coisas, ou seja desconheço, ao contrário dos que faziam parte do Conselho de Deuses, quando Zêus, deliberou criar o Universo e suas Leis :D

abc,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 22:16
          Amigo Renato

          Voce talvez tenha se esquecido. Em todas minhas questões, que praticamente se resumem numa só, não estou me referindo a provas, mas a culpas, a responsabilidades, a penas ou castigos.

          Um abraço.

Pois então, meu caro amigo,

Qual é o seu conceito de responsabilidade?

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 22:17
          Renato,

          Cito:
"18-Os espiritos imperfeitos são excluidos dos mundos felizes cuja harmonia perturbariam".

          Estamos voltando à mesma questão: estamos falando de espiritos criados iguais e com as mesmas possibilidades e que, 'de repente', uns partem para a 'esquerda' e outros para a 'direta'. É isso, apenas.
          
          Mas vamos a seu argumento do n.18: Se eram imperfeitos, como estariam em mundos felizes? Se eram imperfeitos, tanto que até perturbariam a harmonia de mundos felizes, porque encarnaram lá? Engano, descuido, ignorancia de quem os dirige no processo encarnatório (é a primeira encarnação, pois, de acordo com nossa hipótese, ainda são todos iguais), ou eles escolheram encarnar num mundo para o qual ainda não preenchiam requisitos suficientes, e onde não seriam aceitos?  

          Ciao.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 22:22
         Renato,

                    Mas vamos a seu argumento do n.18: Se eram imperfeitos, como estariam em mundos felizes? Se eram imperfeitos, tanto que até perturbariam a harmonia de mundos felizes, porque encarnaram lá?

Porque a "felicidade" é também uma prova.

Por quais motivos a Terra se transformará em mundo de regeneração e ainda permanecerá nela uma heterogeneidade de Espíritos com aptidões morais e intelectuais diversas?

Por quais motivos, os Espíritos que já não necessitam reencarnar na Terra, obtem permissão para se reencarnar nos mundos felizes?? Isto quererá dizer, por acaso, que eles se libertaram de maneira completa  das paixões, a ponto de estarem totalmente nivelados com os habitantes dos mundos felizes que doravante passarão a conviver?

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 03 de Maio de 2010, 23:01
 
          Companheiro Renato,

          Cito vc:
“1- Ver a esse respeito a questão 132 de O Livro dos Espíritos, acerca do objetivo da encarnação”.
          E vi isto. O n.132 diz que “o espirito necessita sofrer todas as vicissitudes da existencia corporal: nisso é que está a expiação”.   
          Sinceramente, novamente não consigo compreender, ou a DE mudou o significado da palavra ‘expiação’ (castigo, penitencia, cumprimento de pena) lhe dando outro. Ou aí está outra incoerencia, não percebida antes: o espirito encarna, evidentemente sem ‘pecados’, e já passa à purgação de penas!!! Que penas? Referentes a que maldades, orgulho, egoismo etc, se é sua primeira encarnação? Porque o termo ‘expiação’ foi tão mal colocado? Não deveria ser substituido por “prova”?!   

          Cito:
“Por que ele se torna mau por sua vontade?”
          Amigo, fui eu que lhe fiz essa pergunta, pois é dificilimo compreender  que alguem se torne mau porque tem vontade de ser mau. Ou foram suas experiencias que o ensinaram a ser dessa maneira? Se foi sua ‘escola’ que o ensinou assim, cabe-lhe alguma ‘culpa’?

          Cito vc:
“Por qual razão a criação nos os fez iguais como o senhor afirma?”.
          Não sou eu quem afirma isso; é a doutrina e você. Eu afirmo o contrário.
     
          Cito:
“2- Quanto a ser "ignorante', nunca tive a menor dúvida sobre isso, a saber que, como Espírito em evolução, ignoro muitas coisas, ou seja desconheço, ao contrário dos que faziam parte do Conselho de Deuses, quando Zêus, deliberou criar o Universo e suas Leis “.
          Ôh, meu amigo Renato, quando li, agora, citação sua sobre o que eu tinha dito, cheguei a pensar que houve um descuido meu ao me expressar; ‘nunca’ mesmo eu diria que você é ignorante! Se foi assim que voce interpretou, me perdoe. Eu me referia ao espirito da nossa hipótese! De qualquer modo, me perdoe.
 
          Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 23:20
Citar
Cito:
“Por que ele se torna mau por sua vontade?”
          Amigo, fui eu que lhe fiz essa pergunta, pois é dificilimo compreender  que alguem se torne mau porque tem vontade de ser mau. Ou foram suas experiencias que o ensinaram a ser dessa maneira? Se foi sua ‘escola’ que o ensinou assim, cabe-lhe alguma ‘culpa’?

Coronel, eu é quem lhe peço desculpas, devo ter lido rapidamente o trecho e interpretado mal.

Bem, vamos abordar uma outra questão. Quando a gente estuda o Espiritismo, temos também que nos ater ao  momento cultural em que as Obras básicas foram escritas. Ora, se os Espíritos já sabiam  de antemão que o Espiritismo fixaria suas raízes no Brasil, e também que, mesmo à época,  na França o catolicismo estava muito presente, eles utilizaram todos esses termos "inadequados" como culpa,  punição, expiação e etc, por uma questão de se "atingir o público" alvo, a saber, todas as pessoas que, de maneira direta ou indireta, tiveram influência do catolicismo. Compreendo  você perfeitamente meu amigo, que todos esses termos  são inadequados, mas se você não entender por quê eles foram colocados de maneira proposital, então sempre ficará encontrando  incoerências conceituais  nas obras  básicas.


Também  concordo que  o termo "expiação" é utilizado de maneira dúbia nas obras básicas.

No caso da questão 132, o termos "expiação" quer dizer que o Espírito, estando  livre  no mundo espiritual, ao encarnar, passa a viver  num mundo ríspido que lhe suscitará todo os tipos de paixões. E, com que objetivo???


Lembre-se que eu sou espírita, mas nem por isso deixo de criticar muitas coisas que estão nas obras básicas. Há muitos  tópicos meus aí no fórum questionando  certas incoerências contidas em a Gênese quando confrontadas com a ciência.


A minha postura é céptica, portanto. Estou entendendo aonde o senhor quer chegar. Cabe aos espíritas "interepretar" e banir do Movimento Espírita esses termos como culpa, castigo, etc, isso é extremamente prejudicial ao ser humano.


Mas, nesse processo de atingirmos um "denomiandor comum", temos que utilizar critérios adequados de abordagem sobre o assunto entende??


Não é porque existe esses termos equivocados nas obras básicas que vamos apressadamente dizer que o Espiritismo está  equivocado  quanto à questão primordial do auto-conhecimento o k???


até já...


Renato


 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 03 de Maio de 2010, 23:23

           
“Por qual razão a criação nos os fez iguais como o senhor afirma?”.
          Não sou eu quem afirma isso; é a doutrina e você. Eu afirmo o contrário.
     
         

Olá, amigo Coronel,

Se afirma o contrário, justifique então, ou melhor, esclareça melhor isso que o senhor afirma, se lhe for possível,

abçs,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 04 de Maio de 2010, 00:48

          Renato,

          Bom, Renato, se é apenas isso, se pela DE não existe sofrimento devido a culpa, responsabilidade, não tenho mais nada o que dizer, pelo menos agora.
          Mas, de acordo com essa idéia, também os mundos de expiação e provas não existem para punição/ instrutiva/educativa, com freqüentemente vejo colocado.

          E voltamos a perguntar: se tudo são apenas provas, se o termo expiação foi apenas um equívoco, porque, conforme a doutrina, se o espírito se arrepende, o arrependimento concorre para sua melhoria?
          Arrepender-se de que, meu irmão? Tudo que ele fez de errado não foi fruto de estar ainda se adaptando à vida? Quem é que se arrepende por ser ignorante, quando nem sabe que é ignorante? A pessoa arrepende-se de transgressões, de delitos, mas é o caso aí? Se pratiquei delitos por minha livre vontade de ser rebelde, desobediente, de burlar a lei divina, está certo que posso me arrepender, mas porque alguém seria rebelde, desobediente, burlador da lei, mau etc etc? Simplesmente porque quer ser assim? 

          Cito vc:
“Não é porque existe esses termos equivocados nas obras básicas que vamos apressadamente dizer que o Espiritismo está  equivocado  quanto à questão primordial do auto-conhecimento o k???”
          Quanto à sua referencia ao auto-conhecimento, eu não disse que o espiritismo está equivocado em relação a ele. Mas, já que tocou no assunto, lhe digo que todas as doutrinas estão equivocadas nesse ponto. O auto-conhecimento só vem com o conhecimento da verdade; esse é o auto-conhecimento. Antes disso, pela observação constante sobre nós mesmos, podemos perceber muitos defeitos em nosso modo de pensar, de crer, de proceder, perceber as ilusões e equivocos em que estamos incidindo continuamente, mas o auto-conhecimento só nos chega simultaneamente com o conhecer quem somos na realidade. E isso não acontece no decorrer de uma ou muitas vidas, aos poucos mas, como dizem os sábios e, me parece, até as escrituras, “é como um relâmpago que vem do oriente para o ocidente”.
          Até...
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 04 de Maio de 2010, 01:27

          Renato,

          1-          Mas, de acordo com essa idéia, também os mundos de expiação e provas não existem para punição/ instrutiva/educativa, com freqüentemente vejo colocado.

         2- E voltamos a perguntar: se tudo são apenas provas, se o termo expiação foi apenas um equívoco, porque, conforme a doutrina, se o espírito se arrepende, o arrependimento concorre para sua melhoria?

      3-     Arrepender-se de que, meu irmão?    
          
4-      Quanto à sua referencia ao auto-conhecimento, [...]
4a- E isso não acontece no decorrer de uma ou muitas vidas, aos poucos mas, como dizem os sábios e, me parece, até as escrituras, “é como um relâmpago que vem do oriente para o ocidente”.


Caro Coronel,

1- O que o senho entende por punição?? Ora o Espírito estava vivendo num mundo em que

-tinha corpos menos densos
-a vida material não tinha nada de penosa
-vivia entre seres bons

e aí, o Espírito é banido para um mundo como a Terra era há milhões de anos atrás, ora isso não é para ele uma punição???

2- Não, só o arrependimento não basta. Consultemos O Céu e o Inferno a esse respeito:

16º - O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação.

Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas conseqüências. O arrependimento suaviza os travos da expiação, abrindo pela esperança o caminho da reabilitação; só a reparação, contudo, pode anular o efeito destruindo-lhe a causa. Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação.

17º - O arrependimento pode dar-se por toda parte e em qualquer tempo; se for tarde, porém, o culpado sofre por mais tempo.

Até que os últimos vestígios da falta desapareçam, a expiação consiste nos sofrimentos físicos e morais que lhe são conseqüentes, seja na vida atual, seja na vida espiritual após a morte, ou ainda em nova existência corporal.

A reparação consiste em fazer o bem àqueles a quem se havia feito o mal. Quem não repara os seus erros numa existência, por fraqueza ou má-vontade, achar-se-á numa existência ulterior em contacto com as mesmas pessoas que de si tiverem queixas, e em condições voluntariamente escolhidas, de modo a demonstrar-lhes reconhecimento e fazer-lhes tanto bem quanto mal lhes tenha feito. Nem todas as faltas acarretam prejuízo direto e efetivo; em tais casos a reparação se opera, fazendo-se o que se deveria fazer e foi descurado; cumprindo os deveres desprezados, as missões não preenchidas; praticando o bem em compensação ao mal praticado, isto é, tornando-se humilde se se tem sido orgulhoso, amável se se foi austero, caridoso se se tem sido egoísta, benigno se se tem sido perverso, laborioso se se tem sido ocioso, útil se se tem sido inútil, frugal se se tem sido intemperante, trocando em suma por bons os maus exemplos perpetrados. E desse modo progride o Espírito, aproveitando-se do próprio passado. (1)


Por que hão de vacilar tais pessoas perante uma obrigação que todo homem honesto se impõe como dever, segundo o grau de suas forças?

Quando esta perspectiva de reparação for inculcada na crença das massas, será um outro freio aos seus desmandos, e bem mais poderoso que o inferno e respectivas penas eternas, visto como interessa a vida em sua plena atualidade, podendo o homem compreender a procedência das circunstâncias que a tornam penosa, ou a sua verdadeira situação.
(E PELO AMOR DE DEUS CRIATURA!!!! SAIBA INTERPRETAR OS TERMOS. SAIBA VER COM OLHOS DE ÁGUIA COMO DIZIA NIETSZSCHE!!!)

3- SAIBA VER COM OLHOS DE ÁGUIA!!!!!!! "arrepender-se = tomar consciência da necessidade de evoluir

4- http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/a-psicologia-existencial-de-rollo-may-auto-conhecimento-e-reforma-intima/ (http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/a-psicologia-existencial-de-rollo-may-auto-conhecimento-e-reforma-intima/) leia esse tópico e veja que a minha maneira de pensar é parecida com a sua!!!!!
4a idem http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/a-psicologia-existencial-de-rollo-may-auto-conhecimento-e-reforma-intima/ (http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/a-psicologia-existencial-de-rollo-may-auto-conhecimento-e-reforma-intima/) e veja também:

http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/nietzsche-e-o-espiritismo/ (http://www.forumespirita.net/fe/auto-conhecimento/nietzsche-e-o-espiritismo/)

http://www.forumespirita.net/fe/psicologia-espiritismo/o-anticristo-friedrich-nietzsche-e-jesus-de-nazare/ (http://www.forumespirita.net/fe/psicologia-espiritismo/o-anticristo-friedrich-nietzsche-e-jesus-de-nazare/)

Tenha a humildade de ler, assim como temos tido paciência em ler os seus textos e aprender com você.

Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 04 de Maio de 2010, 02:32
Irmão Coronel,
peço mais uma vez, em meio a tudo que estamos lhe mostrando, persistindo
suas idéias, ficaria mais fácil se o senhor nos mostrasse o seu pensamento, na
onde quer chegar! Se é mostrar-nos que as obras da codificação têm erros, fique
tranquilo, pois acho que eu e o Renato sabemos muito bem disso.
Porém, qual sua ideologia ? O que o senhor quer nos mostrar? Talvez , sendo mais direto
ficaria mais fácil de nos convencer de algo que ainda ( pelo menos eu ), não entendemos.
Não citarei mais os mesmos textos, pois o Renato os completou muito bem, e acho
que da nossa parte não falta mais nada, a não ser entende-lo.

Abraços fraternos.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 04 de Maio de 2010, 04:44

          Renato,

Cito vc: “1- O que vc entende por punição?? Ora o Espírito vivia num mundo em que -tinha corpos menos densos - a vida material nada de penosa - vivia entre seres bons...O Espírito é banido para um mundo como a Terra era há milhões de anos atrás, ora isso não é para ele uma punição???”
          Primeiro: Se o amigo compreende que espíritos estejam vivendo em mundos mais elevados do que suas condições de aperfeiçoamento o permitam, eu não compreendo; há alguma coisa errada aí. Outra incoerência?
          E se é isso que a doutrina chama de ‘punição’, então está aí outro termo equivocado, como foi o da ‘expiação’. Se punição não é castigo, não é penalidade, será apenas um sinônimo de ‘prova”. Se ‘punição’ significa prova, se ‘expiação’ significa prova, porque dizer-se mundo de ‘expiação’ e ‘provas’, que é o mesmo que se dizer, numa absurda redundância, ‘mundo de provas e de provas’!
          E observe o que a codificação diz:
“764- Pois sois ‘punidos’ naquilo em q haveis ‘pecado’ (e olha que ‘pecado’ tem conotação de maldade, culpa)...aquele q foi causa de sofrimentos para seus semelhantes virá a achar-se numa condição em que sofrerá o q tenha feito sofrer...” (e não é castigo?!).   
“921  ... (interpretando) O homem é obreiro de sua própria infelicidade. Praticando a lei de Deus de muitos males se livrará e dará a si mesmo felicidade tão grande quanto o comporte sua existência grosseira...” (e se não pratica a lei ele é infeliz, e só o faz por ignorância; e não é castigo?!).
“372- Os que habitam corpos de idiotas são espíritos sujeitos a uma ‘punição’... “ (e não é castigo?!).
“973- Não há descrição possível das torturas morais que constituem a ‘punição’ de certos crimes,...” (e não é castigo?!) 
“1008-  Deus acolhe sempre o arrependimento,,,” (arrependimento! se o ser falhou em sua prova, se ‘arrependerá’ por isso? Ou se entristecerá? E ainda pede perdão a Deus?!).
“1009 - (pelo espírito Platão): “...sim, enquanto existir o mal entre os homens, os ‘castigos’ subsistirão...”. (e não é castigo?!)
Cito vc: “2- Não, só o arrependimento não basta”.
          Eu não disse isso; o que fiz foi perguntar: arrependimento porque? Se tudo são provas, o espírito se arrependerá de que? Das provas mal feitas?

Cito: “...Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação”.
          Onde cabe o perdão? Perdoar o fato de um espírito não haver vencido sua prova? Se há perdão é porque há  crimes ou transgressões propositais e, se os há tem de ser pelo nível de compreensão que ainda possui.
          Veja “661 - Aquele q pede o perdão de suas faltas só o obtém mudando de proceder”. Aí significa que o espírito agiu de caso pensado, premeditadamente, e isso é possível? O espírito só age de conformidade com o nível em que está!

Cito vc: “17º Quem não repara os seus erros numa existência, por fraqueza ou má-vontade...” (porquê fraqueza ou má vontade? Não será apenas por ignorância?),


Cito vc: “Por que hão de vacilar tais pessoas perante uma obrigação que todo homem honesto se impõe como dever, segundo o grau de suas forças?”
          Exatamente, amigo, essa é a questão: se o homem tem possibilidade de cumprir seu dever, porque não cumprirá?
Cito vc: E PELO AMOR DE DEUS CRIATURA!!!! SAIBA INTERPRETAR OS TERMOS. SAIBA VER COM OLHOS DE ÁGUIA COMO DIZIA NIETSZSCHE!!!) Tenha a humildade de ler, assim como temos tido paciência em ler os seus textos e aprender com você.
          Renato, companheiro de jornada; leio tudo, e com atenção, que você tem colocado e, sinceramente, não compreendo como você ainda não percebeu que seus argumentos são incorretos! Essas suas últimas palavras que cito logo acima, eu é que devia endereçá-las a você. Chego até a pensar que você, propositadamente, faz que não compreende meus argumentos, ou que você até esteja brincando...
   

          Um abraço e uma boa noite.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 04 de Maio de 2010, 04:52
Você não leu nada!!!

E agora ficou claro o seu desiderato aqui, de modo que não resta mais dúvidas: está querendo combater a doutrina!!!

Pedi para vc ler nas entrelinhas! e vc não leu!

Pedi para você interpretar as obras básicas de acordo com o conhecimento sobre Psicologia que você tem e você não o fez!!!

Pedi para "olhar com olhos de águia" os textos, as palavras e as expressões contidas nas obras básicas e você não o fez!

Solicitei a você que acessasse os links que eu te passei e você não o fez.

Chega disso aqui, você está fazendo eu perder o meu tempo!

Minha participação se encerra aqui.

Muitas bênçãos para ti,

Renato,



Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 04 de Maio de 2010, 04:53

          Renato,

Cito vc: “1- O que o senhor entende por punição?? Ora o Espírito vivia num mundo em que -tinha corpos menos densos - a vida material nada de penosa - vivia entre seres bons...O Espírito é banido para um mundo como a Terra era há milhões de anos atrás, ora isso não é para ele uma punição???”
          Primeiro: Se o amigo compreende que espíritos estejam vivendo em mundos mais elevados do que suas condições de aperfeiçoamento o permitam, eu não compreendo; há alguma coisa errada aí. Outra incoerência?
          E se é isso que a doutrina chama de ‘punição’, então está aí outro termo equivocado, como foi o da ‘expiação’. Se punição não é castigo, não é penalidade, será apenas um sinônimo de ‘prova”. Se ‘punição’ significa prova, se ‘expiação’ significa prova, porque dizer-se mundo de ‘expiação’ e ‘provas’, que é o mesmo que se dizer, numa absurda redundância, ‘mundo de provas e de provas’!
          E observe o que a codificação diz:
“764- Pois sois ‘punidos’ naquilo em q haveis ‘pecado’ (e olha que ‘pecado’ tem conotação de maldade, culpa)...aquele q foi causa de sofrimentos para seus semelhantes virá a achar-se numa condição em que sofrerá o q tenha feito sofrer...” (e não é castigo?!).  
“921  ... (interpretando) O homem é obreiro de sua própria infelicidade. Praticando a lei de Deus de muitos males se livrará e dará a si mesmo felicidade tão grande quanto o comporte sua existência grosseira...” (e se não pratica a lei ele é infeliz, e só o faz por ignorância; e não é castigo?!).
“372- Os que habitam corpos de idiotas são espíritos sujeitos a uma ‘punição’... “ (e não é castigo?!).
“973- Não há descrição possível das torturas morais que constituem a ‘punição’ de certos crimes,...” (e não é castigo?!)  
“1008-  Deus acolhe sempre o arrependimento,,,” (arrependimento! se o ser falhou em sua prova, se ‘arrependerá’ por isso? Ou se entristecerá? E ainda pede perdão a Deus?!).
“1009 - (pelo espírito Platão): “...sim, enquanto existir o mal entre os homens, os ‘castigos’ subsistirão...”. (e não é castigo?!)
Cito vc: “2- Não, só o arrependimento não basta”.
          Eu não disse isso; o que fiz foi perguntar: arrependimento porque? Se tudo são provas, o espírito se arrependerá de que? Das provas mal feitas?

Cito: “...Do contrário, o perdão seria uma graça, não uma anulação”.
          Onde cabe o perdão? Perdoar o fato de um espírito não haver vencido sua prova? Se há perdão é porque há  crimes ou transgressões propositais e, se os há tem de ser pelo nível de compreensão que ainda possui.
          Veja “661 - Aquele q pede o perdão de suas faltas só o obtém mudando de proceder”. Aí significa que o espírito agiu de caso pensado, premeditadamente, e isso é possível? O espírito só age de conformidade com o nível em que está!

Cito vc: “17º Quem não repara os seus erros numa existência, por fraqueza ou má-vontade...” (porquê fraqueza ou má vontade? Não será apenas por ignorância?),


Cito vc: “Por que hão de vacilar tais pessoas perante uma obrigação que todo homem honesto se impõe como dever, segundo o grau de suas forças?”
          Exatamente, amigo, essa é a questão: se o homem tem possibilidade de cumprir seu dever, porque não cumprirá?
Cito vc: E PELO AMOR DE DEUS CRIATURA!!!! SAIBA INTERPRETAR OS TERMOS. SAIBA VER COM OLHOS DE ÁGUIA COMO DIZIA NIETSZSCHE!!!) Tenha a humildade de ler, assim como temos tido paciência em ler os seus textos e aprender com você.
          Renato, companheiro de jornada; leio tudo, e com atenção, que você tem colocado e, sinceramente, não compreendo como você ainda não percebeu que seus argumentos são incorretos! Essas suas últimas palavras que cito logo acima, eu é que devia endereçá-las a você. Chego até a pensar que você, propositadamente, faz que não compreende meus argumentos, ou que você até esteja brincando...
   

          Um abraço e uma boa noite.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Renato_ em 04 de Maio de 2010, 05:02
Thiago,

Você viu aí né?? Não dá mais!!!

Se me afigura que esse senhor aí está a brincar com a nossa cara.

Me desculpe, mas minha participação se encerra aqui.

Abraços,

Renato

 
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 04 de Maio de 2010, 16:15

          Amigo Thiago

          Você compreendeu? Há coisas absurdas em minhas colocações? Ou apenas há discrepancia com a mensagem da doutrina? Se houver coisas absurdas, me faça o favor de apontá-las.

          Um abraço.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 05 de Maio de 2010, 01:11
Coronel, segunda minha opinião o senhor está indo contra a doutrina, como disse meu amigo Renato. Fomos atenciosos contigo, porém, parece que ambos ( Coronel x Renato e Thiago ), um não entende o outro, porque pensamos de maneira diferente, ou simplesmente porque o senhor não quer dizer qual seu pensamento.
Não consigo acessar o blog, preciso me cadastrar? Se não me de um auxilio.
O senhor não respondeu minha ultima postagem, e desde já lhe faço a última pergunta por mim, e pelo Amigo Renato( se ele me permite ), porque pensamos diferente?
Se fomos criados iguais, sem nenhum privilégio, porque estamos em discórdia? Porque um pensa de um jeito e outro não? Um é mais evoluido que o outro? Se sim, quem é mais? E por que?

Abraços do seu amigo de jornada.


P.S. Este debate está deixando algumas pessoas do fórum ( novos usuarios), com dúvidas perante a doutrina, cujo que me parece  o Renato até presenciou o caso, em um dos tópicos que ele está participando, então melhor finalizar o debate com sua conclusão amigo Coronel.

Grato, Thiago.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 05 de Maio de 2010, 04:22

          Olá, Thiago

Cito vc: “Segundo minha opinião o senhor está indo contra a doutrina, como disse meu amigo Renato. Fomos atenciosos contigo, porém, parece que ambos ( Coronel x Renato e Thiago ), um não entende o outro, porque pensamos de maneira diferente, ou simplesmente porque o senhor não quer dizer qual seu pensamento”.
          Meu amigo, em quase todas minhas respostas eu mostro que meu pensamento é tentar fazer que, pelo menos alguém, perceba que devemos abrir nosso leque de estudos, e não ficar apenas presos à doutrina que nos parece, até agora, a mais convincente ou melhor. Não fiz nenhum segredo disso. Por isso, também, estranho sempre que muitos reagem a qualquer colocação que contêm uma diferença, por menor que seja, em relação à doutrina.
          Já pensei mesmo, por várias vezes, em desistir dessa minha intenção, em face de tanto preconceito, mas a considero, sinceramente, de tanta importância que até hoje não o fiz.
          E veja, meu amigo, que em nenhum ponto eu fui “contra” a doutrina; fui e sou contra as ‘incoerências’ que ela contêm. Se pelo fato de estar mostrando incoerências evidentes é ir contra a doutrina...!!!
          Se você leu com atenção minhas colocações poderá confirmar isso.  Quanto à posição do amigo Renato, compreendo perfeitamente, porque, infelizmente, só vê quem tem olhos de ver. Quando Jesus nos exortou: “quem tem olhos de ver, veja!”, ele simplesmente afirmava que nem todos compreenderiam. Pelo preconceito, muitos consideram que aquilo em que crêem é o melhor, e rejeitam tudo o mais. sem mesmo conhecer outras linhas de pensamento. Aqui, no fórum, amigos reagiram, virando as costas ou negando as incoerências, por mais claras que fossem.

          Não sei porque não consegue acessar o blog; e não precisa se cadastrar; entra como visitante mesmo e pode adicionar comentários. Agora mesmo, para testar, entrei duas vezes como visitante, sem qualquer problema. Se você colocar o endereço que lhe dei, vai abrir uma página com vários (links?) “Em busca de Deus”; è só clicar num deles e pronto.

Cito vc: “O senhor não respondeu minha ultima postagem...”
          Sinceramente não me lembro qual; me repita, por favor, que vou tentar responder.
          E voce também não respondeu a uma pergunta simples que lhe fiz: em minhas colocações voce encontrou alguma coisa absurda?

Cito vc: “e desde já lhe faço a última pergunta: porque pensamos diferente?                           
          Por essa pergunta vejo que você também não está compreendendo: quando questionei acerca da igualdade me referi àquela igualdade com que fomos criados. Porque ela se desfez? Porque, se todos fomos criados em igualdade de condições para a vida, se todos começamos a caminhada juntos, qual o ‘ingrediente’ que atingiu essa igualdade e nos mandou para caminhos diferentes? Não me refiro à desigualdade de hoje, fruto evidente das contingências da vida.

Cito vc: “P.S. Este debate está deixando algumas pessoas do fórum ( novos usuários), com dúvidas perante a doutrina, cujo que me parece  o Renato até presenciou o caso, em um dos tópicos que ele está participando, então melhor finalizar o debate com sua conclusão amigo Coronel”.
          Como já lhe disse acima já pensei em fazer isso, mas sinto que preciso abrir os olhos de alguém mais, para que esse não fique nas ilusões em que está.  E, meu amigo, não existe conclusão para esse ‘debate’; ele somente terá fim com o conhecimento da verdade.

          Até logo mais, companheiro.

   



Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: txyndele em 08 de Maio de 2010, 15:24
ola
sou nova no forum,tenho ilugiado muitos temas.mas hoje nao tenho porque ilugiar porque vejo um debate, que se transformou numa guerra de palavras.
amigos:
coronel,renato e thiago. o que vou escrever nao gostaria que tomassem como uma gquerra mas como um reparo porque nao gostaria de entrar nesta guerra de palavras.sou designada como sendo do mundo primitivo,o que segnifica que tenho menos conhecimentos,mesmo assim vou tentar ajudar.
que sentimento  mas belo existe no universo?

bem.o sentimento mas belo é o amor.
que amor é perfeito?
que amor nao faz fofrer chorar?
é sabido que nem tudo que brilha é ouro.
amigos conheço pouco sobre a dotrina mas sei que tem coisas que para muitos nao parece boa.
mas nos temos a capacidade  de destinquir o serto do errado.
as pessoas que usam este forum como eu,em bosca de conselhos dos chamados conhecedores ou mas evoluido pensamos como vamos evoluir se entre os evoluidos nao se entendem.


amigos tudo que parece mau,ou que aconteçe de mao sempre tem o seu lado bom.



o que tem de bom na vida de uma mulher, que se casa com um homem que pelos anos de namoro que ja tinham ela o achava o homem mas fiel e sincero do mundo.
dois meses depois do casamento ela descobre que o amor da vida dela tinha estado uns meses antes do casamento com uma rapariga e tiveram varios deslises.
respondam como esta essa mulher?
o que tem de bom na vida desta mulher com essa situaçao?
respondam por favor.
abracos
txyndele  

  
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: Conforti em 08 de Maio de 2010, 16:26

          Txyndele

          Olá, minha amiga, essa ‘guerra’ de palavras, também tem seu lado bom, como você mesma disse: esclarecer. Mas parece que o armistício já foi declarado, e a guerra acabou.

          Amiga, se essa designação lhe foi dada pelo fórum não se refere especificamente a vc; ela está constantemente mudando; daqui a pouco será outra, talvez o inverso dessa. Eu já fui, várias vezes, ‘batizado’ como ‘mundo primitivo’.
          Mas, independente disso, todos nós, participantes do fórum, somos mesmo extremamente ignorantes acerca das coisas mais importantes para nossa vida; quando muito, conhecemos alguma coisa para a sobrevivência do dia-a-dia. Das coisas elevadas, das coisas de Deus, nada conhecemos.  Estão fora do alcance de nossa mente.

          O que se poderá dizer a essa mulher que está sofrendo? Apenas que tinha de ser assim. Você, amiga, fala de amor, mas ninguém de nós sabe o que é amor; sabemos o que é afeto, atração, paixão, confiança, admiração, adoração, empolgação por alguém, ilusão, mas essas coisas estão destinadas a cessar de um momento para outro e, por isso, sofremos e choramos. Na vida nada é permanente, nada dura para sempre e todo o futuro é totalmente incerto; ninguém sabe o que acontecerá amanhã, daqui a um ano, ou daqui a uma hora.
          Se vc já leu o Novo Testamento, verá que o apostolo Paulo afirma que não somos culpados pelo que fazemos; podemos fazer, sem querer, ou mesmo querendo, alguém sofrer, mas não há culpas nossas porque apenas fazemos aquilo que ‘temos’ de fazer. Esta explicação talvez não represente consolo para quem está sofrendo, mas, com certeza, lançará uma luz, por menor que seja, sobre a causa que a faz sofrer E, se ela compreender, mas compreender profundamente, seu sofrimento cessará.

          Fique ‘em’ Deus.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 09 de Maio de 2010, 02:28
Olá irmã Txyndele,
seja bem vinda.
Somos estudantes iguais a você, ainda temos muito que aprender, porém, o debate nos ajuda e muito, como o Coronel disse, ajuda-nos a esclarecer muitas coisas, e faz, com que venhamos a recordar livros importantes de estudo, como pôde perceber que citamos por vezes, trechos do OLE, ESE e a Bíblia.
É sempre bom colocar o cérebro para funcionar mais rápido.
Mas, a "guerra" já acabou.
Vejo que agora outro tema nos pôe a pensar: AMOR!!!
Não existe? Como assim?
Na minha opinião existe sim, e de maneiras diferentes...

Abraços.
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: MongeShaolin em 09 de Maio de 2010, 02:41
 
Olá,em outro tópico, encontrei isto, só não sei que espírito que foi,
pelo estilo, posso opinar em André Luiz, porém acho que o amigo Renato nos poderá
auxiliar melhor em quem fez.



Vida É o amor existencial.
  Simpatia É o amor que sorri.
  Estudo É o amor que analisa.
  Ideal É o amor que se eleva.
  Fé É o amor que transcende.
  Esperança o amor que sonha.
  Razão É o amor que pondera.
  Filosofia É o amor que pensa.
  Razão É o amor que pondera.
  Caridade É o amor que auxilia.
  Renúncia É o amor que depura.
  Ciência É o amor que investiga.
  Trabalho É o amor que constrói.
  Verdade É o amor que eterniza.
  Ciúme É o amor que se desvaira.
  Orgulho É o amor que enlouquece.
  Sacrifício É o amor que se esforça.
  Religião É o amor que busca a Deus.
  Paixão É o amor que se desequilibra.
  Indiferença É o amor que se esconde.
  Fraternidade É o amor que se expande.
  Sensualismo É o amor que se envenena.
  Desespero É o amor que se desgoverna.

  Ódio, que julgas ser a antítese do amor,
não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

 
 
                                         Chico Xavier
Título: Re: Por que sou Espírita?
Enviado por: txyndele em 25 de Maio de 2010, 22:10
tudo bem?
 amigos: thiago e coronel
fiquei feliz por saber que a querra acabou, nao tenho entrado no forum,mas hoje quero dizer-vos que os debates sao importantes e ajudam,a adiquirir mas conhecimentos e a aprender que cada pessoa tem sua opiniao, mas,consegui sentir nas palavas escritas o tom de agrecividade de um pouco de raiva e tal vez de siumes.mas como sou humana posso estar errada.
mas ja que comecamos a falar de amor,gostaria de abrir um debate a respeito de um sentimento muito complexo. nao sei como dar inicio a este tema como ja disse sou nova no forum e nao tenho esplorado muito.
abracos
txyndele