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GERAL => Mensagens de Ânimo => Acção do Dia => Tópico iniciado por: dOM JORGE em 25 de Maio de 2014, 09:49

Título: Ver e não crer
Enviado por: dOM JORGE em 25 de Maio de 2014, 09:49
                                                          VIVA JESUS!




            Bom-dia! queridos irmãos.




                   
 
Ver e não crer



A revista “Veja” trouxe anos atrás uma reportagem sobre o poderosíssimo telescópio “Hubble” que completava, na época, quinze anos de lançamento pela NASA, fotografando longínquos locais do Universo e ampliando o conhecimento do ser humano tão pequenino e, infelizmente, tão autocredor de sabedoria.

Esse fantástico telescópio trouxe para a Terra imagens distantes a 12 bilhões de anos-luz! Suas câmaras captaram 700.000 imagens e confirmaram algumas teorias importantes da Astronomia moderna.

Em comemoração a esses quinze anos do telescópio varrendo o espaço cósmico, a NASA divulgou algumas imagens impressionantes captadas por suas lentes. Entre elas, mostra a nebulosa da Águia que se apresenta como uma nuvem de poeira e gases que se estende por 9,5 anos luz (um ano-luz corresponde a um percurso de 9,5 trilhões de quilômetros)! A outra foto publicada traz a imagem de uma galáxia denominada de M51. Essas duas regiões do espaço são berços de estrelas novas que não param de nascer.

Na reportagem, a nebulosa da Águia se apresenta como uma imensa nuvem que se levanta levando em seus braços as estrelas recém-nascidas. Já por sua vez, a galáxia M51 apresenta–se como uma espiral luminosa a se espreguiçar pelo Universo infinito, esticando-se em direção a outras galáxias.

Dissemos essas palavras introdutórias que, na aparência, nada têm a ver com a Doutrina Espírita, mas que despontam como prova da existência de um Autor de toda essa perfeição, Autor esse sobre o qual o orgulhoso ser humano vive a exigir provas de Sua existência.

Será que essas imagens geradas pelo poderoso telescópio Hubble não servem como uma prova que atende ao axioma da própria ciência de que não existe efeito sem causa?

Ao constatar essa pequena parcela grandiosa da Criação, o ser humano não consegue dobrar-se diante da realidade, curvando-se no orgulho e reconhecendo que essa expansão ordenada do Universo necessita ter um plano inteligente que não pode ser obra de um mero acaso?

Tão somente pela questão de número 1 de “O Livro dos Espíritos”, Kardec revela toda a sua inteligência ao indagar aos Espíritos Superiores que coordenavam a obra da Codificação: que é Deus e não quem é Deus!

A resposta à questão de Allan Kardec deveria ser lida por todo cientista: “Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas”.

Eis aí ao alcance da mais precária inteligência, não embotada pelo orgulho e pela vaidade, a resposta simples às imagens captadas pelo telescópio Hubble.

É perfeito Carlos Torres Pastorino (Espírito) quando coloca no livro “Impermanência e Imortalidade”, psicografado por Divaldo Pereira Franco: “No princípio... a Terra era vazia e havia trevas sobre a face do abismo. (Gênesis, 1:1-2)... e Deus iniciou a Sua Obra, mais grandiosa do que aquela que conhecemos... Por mais que a inteligência humana recue na busca desse princípio, o primeiro momento desaparece no tempo e no espaço, sem qualquer concepção que possa apresentar um limite, perdendo-se no infinito que dimensiona a humana ignorância a respeito da Causalidade Absoluta”.

Mesmo apanhando num lapso de tempo e de espaço as imagens da Nebulosa da Águia e da galáxia M51 como dois berçários de novas estrelas como prova de que a obra da criação planejada não cessa, o pequeno homem do discreto planeta Terra não se dobra em seu orgulho e vaidade às provas confeccionadas pelo próprio ser humano, exigindo sempre novos fatos que vão além da sua capacidade de entendimento, para admitir a existência da Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas!

Um outro questionamento suscitado pela referida reportagem da revista “Veja”, com as publicações belíssimas da Nebulosa da Águia e da galáxia M51, é a afirmativa de Jesus em João, capítulo XIV, vv. 1 a 3: “Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar”.

Olhando as fotos espetaculares estampadas na reportagem de estrelas novas como que acolhidas em uma mão de nuvens e de uma galáxia espreguiçando-se no Universo infinito, qualquer inteligência mediana concluirá que o pequenino planeta Terra, com os seus orgulhosos habitantes, não é suficiente para representar toda a grandiosidade da obra da Criação! É necessário e indiscutível haver outros milhares de planetas habitados pelos mais diversos tipos de alunos que compõem a Obra perfeita de Deus.

Deixemos que Santo Agostinho encerre nosso artigo com a reprodução de um pequeno trecho de sua comunicação realizada em Paris, em 1862, contida no capítulo III do “O Evangelho Segundo o Espiritismo”: “Entre as estrelas que cintilam na abóbada azul do firmamento, quantos mundos não haverá como o vosso, destinados pelo Senhor à expiação e à provação! Mas também os há mais miseráveis e melhores, como os há de transição, que se podem denominar de regeneradores. Cada turbilhão planetário, a deslocar-se no espaço em torno de um centro comum, arrasta consigo seus mundos primitivos, de exílio, de provas, de regeneração e de felicidade”.


          Ricardo Orestes Forni









                                                                                        PAZ, MUITA PAZ!
Título: Re: Ver e não crer
Enviado por: Vitor Santos em 25 de Maio de 2014, 15:20
Olá. Amigos

A obra a que chamamos natureza mostra-nos um Universo tão complexo, que está acima da compreensão do mais sábio dos homens, acima da compreensão de todos os mais sábios juntos. Ninguém sabe a razão pela qual este universo existe, se foi criado ou se existe desde sempre, se existem mais universos ou se este é o unico., etc.

Ao dizer que se trata da obra de Deus, ou que Deus é a causa primeira de todas as coisas, estamos a transferir o mistério da criação para uma Entidade que definimos como Inteligência Suprema.Não respondemos às questões, dizemos que há uma Entidade que sabe responder. Estamos a dizer que existe uma hipótese de explicação que inclui Deus.

Os ateus também não respondem às questões. Limitam-se a afirmar que Deus não existe. Todavia a palavra 'Deus' tem inúmeros significados entre os habitantes do planeta.

Conclusão: A obra é engenhosa e fantástica. É tudo o que sabemos sobre este Universo. A contemplação da obra fascina-nos, mas não explica porque ela existe, não explica se ela existe desde sempre ou se foi criada, nada diz sobre a existência de mais universos ou não. A ciência terrena diz-nos que é uma obra acima da capacidade de concepção e realização dos homens. O resto são palpites e crenças, não há evidências confiáveis que sustentem que tanto as hipóteses dos ateus como dos deístas correspondam à realidade.

Bem hajam
Título: Re: Ver e não crer
Enviado por: Norizonte da Rosa em 25 de Maio de 2014, 17:00
Conclusão: A obra é engenhosa e fantástica. É tudo o que sabemos sobre este Universo. A contemplação da obra fascina-nos, mas não explica porque ela existe, não explica se ela existe desde sempre ou se foi criada, nada diz sobre a existência de mais universos ou não. A ciência terrena diz-nos que é uma obra acima da capacidade de concepção e realização dos homens. O resto são palpites e crenças, não há evidências confiáveis que sustentem que tanto as hipóteses dos ateus como dos deístas correspondam à realidade.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/ver-e-nao-crer/#ixzz32k7AsOzP

Amigo Vitor, se o universo está acima da capacidade de concepção e realização dos homens, então 'de cara' se elimina os palpites ou hipóteses dos ateus, como o do bib bang, por exemplo, pois antes de a matéria ter estado concentrada em um ponto, existia algo e assim poderíamos pensar ad infinitum. Ficamos então com a única coisa que pode explicar, ainda que seja crença, a criação do universo: Deus.

Abraço.
Título: Re: Ver e não crer
Enviado por: Vitor Santos em 25 de Maio de 2014, 18:27
Olá amigo Norizonte

Citar
Amigo Vitor, se o universo está acima da capacidade de concepção e realização dos homens, então 'de cara' se elimina os palpites ou hipóteses dos ateus, como o do bib bang, por exemplo, pois antes de a matéria ter estado concentrada em um ponto, existia algo e assim poderíamos pensar ad infinitum. Ficamos então com a única coisa que pode explicar, ainda que seja crença, a criação do universo: Deus.


Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/accao-do-dia/ver-e-nao-crer/#ixzz32kSHsAdw

1) O Big Bang é uma teoria cientifica. Não é dos ateus nem dos espiritualistas. É resultado de observações (afastamento das galáxias), também confirmadas teoricamente. Até hoje ainda não houve evidências experimentais contrárias a essa teoria actual (os prémios Nobel da Física de 2006 foram nessa área). 

2) O Big Bang é uma teoria que até sugere a ideia de que o Universo foi criado (ou seja, que não existe desde sempre). A tese da Criação do Universo é a aceite pela doutrina espirita. 

Mas, infelizmente, nós só podemos observar o universo após o Big Bang (a que chamamos universo observável - embora não seja todo observável, ainda). Então, para além desse universo observável não sabemos se já existia algo mais.

3) A teoria do Big Bang não explica a razão pela qual o universo existe. Nem diz se alguém o criou ou se ninguém o criou.

Aqui pode ver melhor o que é a teoria do Big Bang:

http://www.portaldoastronomo.org/tema_pag.php?id=16&pag=4

http://cosmo.fis.fc.ul.pt/users/crawford/Nobel_2006.htm

bem haja
Título: Re: Ver e não crer
Enviado por: Felipa em 26 de Maio de 2014, 00:04
Conclusão: A obra é engenhosa e fantástica. É tudo o que sabemos sobre este Universo. A contemplação da obra fascina-nos, mas não explica porque ela existe, não explica se ela existe desde sempre ou se foi criada, nada diz sobre a existência de mais universos ou não. A ciência terrena diz-nos que é uma obra acima da capacidade de concepção e realização dos homens. O resto são palpites e crenças, não há evidências confiáveis que sustentem que tanto as hipóteses dos ateus como dos deístas correspondam à realidade.


Amigo Vitor, se o universo está acima da capacidade de concepção e realização dos homens, então 'de cara' se elimina os palpites ou hipóteses dos ateus, como o do bib bang, por exemplo, pois antes de a matéria ter estado concentrada em um ponto, existia algo e assim poderíamos pensar ad infinitum. Ficamos então com a única coisa que pode explicar, ainda que seja crença, a criação do universo: Deus.

Abraço.


Sem comentarios...perfeita a colocação...