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GERAL => Mensagens de Ânimo => Acção do Dia => Tópico iniciado por: Victor Passos em 31 de Março de 2009, 18:09

Título: SINTONIA
Enviado por: Victor Passos em 31 de Março de 2009, 18:09
SINTONIA

            As bases de todos os serviços de intercâmbio, entre os desencarnados e encarnados, repousam na mente, não obstante as possibilidades de fenômenos naturais, no campo da matéria densa, levados a efeito por entidades menos evoluídas ou extremamente consagradas à caridade sacrificial.
          De qualquer modo, porém, é no mundo mental que se processa a gênese de todos os trabalhos da comunhão de espírito a espírito.
          Daí procede a necessidade de renovação idealística, de estudo, de bondade operante e de fé ativa, se pretendemos conservar o contacto com os Espíritos da Grande Luz.
          Simbolizemos nossa mente como sendo uma pedra inicialmente burilada. Tanto quanto a do animal, pode demorar-se, por muitos séculos, na ociosidade ou na sombra, sob a crosta dificilmente permeável de hábitos nocivos ou de impulsos degradantes, mas se a expomos ao sol da experiência, aceitando os atritos, as lições, os dilaceramentos e as dificuldades do caminho por golpes abençoados do buril da vida, esforçando-nos por aperfeiçoar o conhecimento e melhorar o coração, tanto quanto a pedra burilada reflete a luz, certamente nos habilitamos a receber a influência dos grandes gênios da sabedoria e do amor, gloriosos expoentes da imortalidade vitoriosa, convertendo-nos em valiosos instrumentos da obra assistencial do Céu, em favor do reerguimento de nossos irmãos menos favorecidos e para a elevação de nós mesmos às regiões mais altas.
          A fim de atingirmos tão alto objetivo é indispensável traçar um roteiro para a nossa organização mental, no Infinito Bem, e segui-lo sem recuar.
          Precisamos compreender ¾ repetimos ¾  que os nossos pensamentos são forças, imagens, coisas e criações visíveis e tangíveis no campo espiritual.
          Atraímos companheiros e recursos, de conformidade com a natureza de nossas idéias, aspirações, invocações e apelos.
          Energia viva, o pensamento desloca, em torno de nós, forças sutis, construindo paisagens ou formas e criando centros magnéticos ou ondas, com os quais emitimos a nossa atuação ou recebemos a atuação dos outros.
          Nosso êxito ou fracasso dependem da persistência ou da fé com que nos consagramos mentalmente aos objetivos que nos propomos alcançar.
          Semelhante lei de reciprocidade impera em todos os acontecimentos da vida.
          Comunicar-nos-emos com as entidades e núcleos de pensamentos, com os quais nos colocamos em sintonia.
          Nos mais simples quadros da natureza, vemos manifestado o princípio da correspondência.
          Um fruto apodrecido ao abandono estabelece no chão um foco infeccioso que tende a crescer, incorporando elementos corruptores.
          Exponhamos a pequena lâmina de cristal, limpa e bem cuidada, à luz do dia, e refletirá infinitas cintilações do Sol.
          Andorinhas seguem a beleza da primavera.
          Corujas acompanham as trevas da noite.
          O mato inculto asila serpentes.
          A terra cultivada produz o bom grão.
          Na mediunidade, essas leis se expressam, ativas.
          Mentes enfermiças e perturbadas assimilam as correntes desordenadas do desequilíbrio, enquanto que a boa-vontade e a boa intenção acumulam os valores do bem.
          Ninguém está só.
          Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá.
          Cada alma vive no clima espiritual que elegeu, procurando o tipo de experiência em que situa a própria felicidade.
          Estejamos, assim, convictos de que os nossos companheiros na Terra ou no Além são aqueles que escolhemos com as nossas solicitações interiores, mesmo porque, segundo o antigo ensinamento evangélico, “teremos nosso tesouro onde colocarmos   o coração”.
(Francisco Cândido Xavier por Emmanuel. In:  Roteiro)
(texto recebido de Cristiano de Almeida)
 
Título: Re: SINTONIA
Enviado por: shirlei em 04 de Abril de 2009, 13:17
               SINTONIA E VIBRAÇÃO
Imaginemos alguém que, com um perfume muito forte, permanece determinado
tempo em ambiente fechado. A fragrância do seu perfume irá se espalhar pelo
ambiente, que ficará impregnado, durante algum tempo, com o odor característico.
Da mesma forma, o resultado do que pensamos e sentimos, fica indelevelmente
plasmado naqueles ambientes que mais costumamos freqüentar.
Assim, os nossos lares, os ambientes de trabalho, os locais onde se realizam cultos
religiosos e de outros tipos, ficam com suas atmosferas marcadas pelas formassentimento
e formas-pensamento que comumente ali são expressadas. Quem
penetrar em um desses ambientes, inconscientemente ou não, se sentirá inclinado a
sintonizar-se psiquicamente com as vibrações ali caracterizadas, sejam agradáveis ou
desagradáveis.
Por outro lado, se alguém com um perfume muito forte nos abraça, inevitavelmente
herdaremos o odor que dessa pessoa é emanado, seja ele prazeiroso ou não. Da
mesma forma que o perfume alheio nos invade a atmosfera pessoal, as vibrações
espirituais de quem nos abraça também nos invadem a organização íntima, nem que
essa troca energética se processe - e também se conclua - em poucos segundos,
tempo necessário para que as defesas energéticas da aura administrem a invasão
energética. Em resumo, estamos sempre marcando, com a "nossa fragrância
espiritual", as pessoas e os ambientes com os quais convivemos e, ao mesmo tempo,
recebendo a suas influências. Quando e se, as nossas defesas espirituais estiverem
em boa forma, assimilaremos apenas o que nos for positivo e rechaçaremos o que não
for. Esse processo é inconsciente, como também o é o da defesa orgânica que os
anticorpos promovem em nosso corpo, sempre que necessário. É tudo tão rápido que
o cérebro físico-transitório não dá conta, apesar de ser ele que administra todo o
processo, como também o faz, a nossa mente espiritual, quando o caso se relaciona
com as vibrações de terceiros que nos invadem o espírito.
É importante perceber que, uma simples troca de olhares, um aperto de mão, um
abraço, uma relação sexual, por exemplo, são situações em que a troca energética
acontece, independentemente de querermos ou não. Quando a nossa resultante de
defesa vibratória é positiva - normalmente assim o é nas pessoas que tem bom
ânimo, não se deixam entristecer pelos fatos, são disciplinados no campo da oração
e/ou meditação etc. - pouco nos invade a energia alheia, se isto for nos servir de
transtorno ao nosso equilíbrio energético. Ao contrário, se estivermos em baixa
condição de defesa energética, tal qual um prato de alimento estragado que
inapelavelmente irá causar 'estragos" no nosso organismo, a energia deletéria alheia
nos desarmonizará durante pouco ou muito tempo, conforme for a nossa capacidade
psiquica-espiritual em restabelecer o equilíbrio que nos caracteriza, seja ele de que
nível for.
As crianças pequenas que sequer andam, normalmente tem energia passiva, e sofrem
um bocado quando ficam "passando de braço em braço", recebendo verdadeiras
descargas energéticas que normalmente lhes causam desequilíbrios de toda ordem.
Se os pais terrenos disso soubessem, outras seriam as suas posturas em relação a
permitirem que seus filhos andem de "braço em braço".
Portanto, estamos a todo momento, trocando energia com as pessoas e com os
ambientes que nos rodeiam. O equilíbrio - leia-se, saúde espiritual - de cada um, é o
único antídoto a impedir que as vibrações negativas, alheias à nossa organização
espiritual, penetrem no nosso íntimo. Saber conviver sem sintonizar com a energia de
terceiros é postura que somente os mestres de si mesmos conseguem plasmar na
difícil coexistência com os demais. Ao contrário, se a toda hora temos a sensibilidade
pessoal invadida por problemas e influências de outras pessoas e/ou situações,
ficamos sempre à mercê dos "outros nos deixarem" ficar em paz. Assim, a nossa paz
íntima dependerá dos outros, jamais de nós próprios; o nosso controle será sempre
refém do descontrole alheio; a nossa fragrância espiritual estará sempre mesclada
com a dos outros; enfim, dificilmente conseguiremos ser donos de nossa própria vida.
Se pretendemos ser os arquitetos e atores da nossa própria caminhada evolutiva é
mister que cuidemos do nosso equilíbrio espiritual, escolhendo quando e como
sintonizar com as vibrações alheias, seja em uma conversa, em um convívio mais
íntimo, numa palestra, enfim, numa simples leitura, como é o caso que ora ocorre,
pois, até o que lemos pode nos ser motivo de enriquecimento ou de desarmonia
interior, já que é vibração que nos penetra a alma.
Lembremo-nos de que: a soberania espiritual passa necessariamente pelo controle
das emoções; a saúde do nosso corpo dependerá da qualidade do que nos
alimentamos; o equilíbrio do nosso espírito depende e, em muito, do que nos
permitimos sintonizar, através dos sentidos.
Afinal, se a massa e energia são aspectos de um mesmo padrão existencial, sintonia e
vibração formam o elo entre toda a massa e energia que existe, independente das
formas transitórias que venham a assumir.
Melhoremos a nossa vibração pessoal e eduquemos os nossos padrões de sintonia. Isto
feito, estaremos despertando no nosso íntimo, a grande herança que recebemos do
Pai Celestial.
Título: Re: SINTONIA
Enviado por: Victor Passos em 04 de Abril de 2009, 17:32
OLa Amiga Shirlei
Muita paz e harmonia

  Excelente a asservativa que colocou, cada um terá o ambiente que semear, consoante os seus valores, e suas acções...

O cérebro é como um aparelho emissor e receptor de ondas mentais; o pensamento é um fluxo energético do campo espiritual. A vibração é um movimento de vaivém, chama-se movimento vibratório. Sintonia é a identidade ou harmonia vibratória, isto é, o grau de semelhança das emissões ou radiações mentais de dois ou mais espíritos, encarnados ou desencarnados, ou seja, afinidade moral.

Sabemos que o pensamento é um fluxo fluídico, é matéria sutil do corpo espiritual, logo é concreto e, às vezes muito visível, podendo perdurar longamente em dadas circunstâncias. Portanto o padrão vibratório é uma maneira de definir o padrão moral do espírito. Atraímos as mentes que possuem o mesmo padrão vibratório nosso, que estão no mesmo nível moral.

A comunicação interespiritual é controlada pelo grau de sintonia, a qual a seu turno, decorre da afinidade moral. Temos, por isso, a companhia espiritual que desejamos mediante o nosso comportamento, sentimentos, pensamentos e aspirações. Estão ao nosso redor aqueles que sintonizam conosco ou têm contas a ajustar.

É o caso e a hora de perguntar:

— Como podemos elevar cada vez mais as nossas vibrações e, assim, aprimorar a capacidade de sintonia e vibração?

R.: Enriquecendo o pensamento por meio do desenvolvimento da INTELIGÊNCIA; - estudo, conhecimento, SENTIMENTO; - prática do bem, serviço prestado, moralidade, em suma, auto-aperfeiçoamento pelo esforço próprio no caminho do bem.

Com particular aplicação à Mediunidade, que não progride sem o aprimoramento do médium. Em virtude do princípio de sintonia, estabelece-se uma dependência entre encarnados e desencarnados quando ambos estão perturbados e emitindo vibrações viciadas. A identidade vibratória inferior, no caso do ódio, ressentimento, tristeza, desânimo etc., prende os desencarnados mais ou menos inconscientes do seu estado na aura magnética dos encarnados. Ocorre assim, influência recíproca, troca de pensamentos e sentimentos, e, portanto, obsessão bidirecional.

Com que fim os espíritos imperfeitos nos induzem ao mal? - Para que sofrais o que eles sofrem. Vejamos duas questões do Livro dos Espíritos, que nos esclarecem sobre o envolvimento entre encarnados e desencarnados: ( Capítulo IX, questões 467 / 469.)

–"Pode o homem eximir-se da influência dos Espíritos que procuram arrastá-lo ao mal?

R.: Pode, visto que tais Espíritos só se apegam aos que, pelos seus desejos, os chamam (vibrações, sintonia), ou aos que, pelos pensamentos, os atraem.

"Por que meio podemos neutralizar a influência dos maus Espíritos? Praticando o bem e pondo em Deus toda a vossa confiança, repelireis a influência dos Espíritos inferiores e aniquilareis o império que desejem ter sobre vós.

Desconfiai especialmente dos que vos exaltam o orgulho, pois que esses vos assaltam pelo lado fraco. Foi por essa razão que Jesus, nosso Mestre, nos ensinou a oração dominical:

Senhor! Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Também nos é necessário educar nosso pensamento em coisas edificantes para uma melhor sintonia com a Espiritualidade Superior. O pensamento é idioma universal e, entendendo que o cérebro ativo é um centro de ondas em movimento constante, estamos sempre em correspondência com o objeto que nos prende a atenção. Todo espírito, na condição evolutiva em que nos encontramos, é governado essencialmente por três fatores específicos; experiência, estímulo, inspiração:

Experiência É o conjunto de nossos próprios pensamentos.
Estímulo É a circunstância que nos impele a pensar.
Inspiração É a equipe dos pensamentos alheios que aceitamos ou procuramos.

Assim como possuímos, na Terra, valiosas observações alusivas à química da matéria densa, relacionando-lhe as unidades atômicas, o campo da mente oferece largas ensanchas ao estudo de suas combinações: pensamentos de crueldade, revolta, tristeza, amor, compreensão, esperança ou alegria tem natureza diferenciada, com características e pesos próprios.

A onda mental possui determinados coeficientes de força na concentração silenciosa, no verbo exteriorizado ou na palavra escrita. Mais uma vez vemos e compreendemos que somos naturalmente vítimas ou beneficiários de nossas próprias criações, segundo as correntes mentais que projetamos, escravizando-nos a compromissos com a retaguarda de nossas experiências ou libertando-nos para a vanguarda do progresso, conforme nossas deliberações e atividades, em harmonia ou em desarmonia com as Leis Eternas da Divindade.

Um livro, uma página, uma sentença, uma palestra, uma visita, uma notícia, uma distração ou qualquer pequenino acontecimento que te pareça sem importância, podem representar silenciosa tomada de ligação espiritual para determinado tipo de interesse ou de assunto.

Geralmente, toda criatura que ainda não traçou caminho de sublimação moral a si mesma assemelha-se ao viajante entregue, ao mar, ao sabor das ondas. Com a bússola do Evangelho, sabemos perfeitamente onde e como localizar o bem e o mal, razão porque dispomos todos nós do lema da vontade. O problema de sintonia corre por nossa conta.

André Luiz é bastante claro no seu livro Nos Domínios da Mediunidade - Cada médium com a sua mente, cada mente com seus raios, personalizando observações e interpretações, e conforme os raios que arremessamos, erguer-se-ão o domicílio espiritual na onda de pensamentos a que nossas almas se afeiçoam.

Basta que pensemos no que Jesus falou: A cada qual segundo suas obras. Não esqueçamos que a mente permanece na base de todos os fenômenos mediúnicos. Nossa mente é um núcleo de forças inteligentes, gerando plasma sutil que, a emanar sem parar, oferece recursos de objetividade, sob o comando de nossos próprios desígnios.

A idéia é um ser organizado por nosso espírito a que o pensamento dá forma e ao qual a vontade imprime movimento e direção. Então, com tudo isso, não podemos esquecer o problema de nossa sintonia na Mediunidade. Refletimos as imagens que nos cercam e arremessamos nos outros as imagens que criamos. E, como não podemos enganar a força de atração, somente poderemos alcançar a claridade e a beleza, se começarmos emanar beleza e claridade no espelho de nossa vida íntima.

Estamos acostumados a ver a mediunidade em diversos lugares, missões santificantes e guerras destruidoras, tarefas com objetivos nobres e várias obsessões, que guardam suas origens nos reflexos da mente individual ou coletiva, combinados com as forças do alto ou degradantes influências baixas.

O Pensamento é um núcleo de forças, em torno do qual gravitam os bens e os males gerados por ele mesmo e ali se defrontam com fileiras de almas, sofrendo nos diferenciados lugares que lhe são característicos. Elevemos, então, nossos pensamentos redirecionando-os sempre para pensamentos altruístas.

Influência é um poder espiritual que todos temos e pelo qual irradiamos nossos conceitos e predicados morais, como também culturais, devendo atingir aqueles que pensam semelhantes a nós. Pense nas coisas desagradáveis e estará sintonizado espiritualmente com um desencarnado que se sente infeliz. Todavia, agora vem a celebre pergunta: Será que você começou a pensar negativamente porque quis ou porque foi induzido por algum Espírito que está próximo a você? As duas coisas podem perfeitamente acontecer. Se você resolveu ser infeliz a partir daquele momento, a decisão é totalmente sua, você é quem vai sofrer. Se foi induzido e passou a aceitar a sugestão, cabe a você mudar de opinião e não sintonizar com aquela entidade.

Allan Kardec, em A Gênese, cap. XIV, item 15, esclarece este mecanismo da influenciação de desencarnado para encarnado: Sendo os fluidos o veículo do pensamento, este atua sobre os fluidos como o som sobre o ar; eles nos trazem o pensamento, como o ar nos traz o som.. Pode-se pois dizer, sem receio de errar, que há, nesses fluidos, ondas e raios de pensamentos, que se cruzam sem se confundirem, como há no ar ondas e raios sonoros.

Há mais: criando imagens fluídicas, o pensamento se reflete no envoltório perispirítico, como num espelho; toma nele corpo e aí de certo modo se fotografa. Tenha um homem, por exemplo, a idéia de matar a outro: embora o corpo material se lhe conserve impassível, seu corpo fluídico é posto em ação pelo pensamento e reproduz todos os matizes deste último; executa fluidicamente o gesto, o ato que intentou praticar.

O pensamento cria a imagem da vítima e a cena inteira é pintada, como num quadro, tal qual se lhe desenrola no espírito. Desse modo é que os mais secretos movimentos da alma repercutem no envoltório fluídico; que uma alma pode ler noutra alma como num livro e ver o que não é perceptível aos olhos do corpo. Contudo, vendo a intenção, pode ela pressentir a execução do ato que lhe será a consequência, mas não pode determinar o instante em que o mesmo ato será executado, nem lhe assinalar os pormenores, nem, ainda, afirmar que ele se dê, porque circunstâncias ulteriores poderão modificar os planos assentados e mudar as disposições.

Ele não pode ver o que ainda não esteja no pensamento do outro; o que vê é a preocupação habitual do indivíduo, seus desejos, seus projetos, seus desígnios bons ou maus. O trabalho, qualquer que seja ele, físico ou intelectual, aparece como o primeiro recurso no combate à insurgência de pensamentos deprimentes.

Logo, vem a boa leitura, a música harmoniosa, a conversa que edifica, e sobretudo a prece que nos liga com o Criador, facultando-nos força, otimismo e coragem para enfrentar as dificuldades que criamos.

(Do livro - Mediunidade e Reforma - Edicel)

Beijo em sua alma
Muita paz
VICTOR PASSOS