Olá amigos!
Para vocês, com muito amor....
Até logo às 21:30 de Lisboa ou 19:30 de Brasília, todos juntos em oração.
Abraços
Sonho
*O amor é cego?*A notícia, em determinado periódico eletrônico, apresentou um
conhecimento muito interessante.
Dizia que cientistas britânicos concluíram que os sentimentos
amorosos podem levar à supressão da atividade nas áreas do
cérebro que controlam o pensamento crítico.
A investigação dos especialistas londrinos demonstra que, quando
ficamos mais próximos de uma pessoa, o cérebro decide que a
necessidade de avaliar o seu caráter e personalidade é menor.
Os sentimentos suprimem a atividade neurológica relacionada com a
avaliação social crítica dos outros e as emoções negativas.
O fenômeno acontece não só no amor romântico, mas também no amor
maternal.
A equipe de pesquisadores analisou a atividade cerebral de 20 jovens
mães quando viam fotos de seus filhos, de crianças que conheciam e
de amigos adultos.
Os padrões de atividade cerebral registrados foram muito parecidos
aos já identificados no estudo relativo aos efeitos do amor
romântico.
O que surpreendeu os estudiosos, em ambas análises, foi a
revelação de que há redução dos níveis de atividade nos
sistemas necessários para fazer julgamentos negativos.
Um fenômeno muito importante, indicam os especialistas, já que
tanto o amor romântico como o amor maternal são vitais para a
perpetuação da espécie humana.
* * *
Existe lente mais bela e segura para nossos olhos, do que a lente do
amor?
Diz-se que o amor é cego... Eis um grande engano, pois vamos
percebendo com o tempo que, em verdade, cegos somos nós com nossos
rótulos, com nossos pré-julgamentos e preconceitos.
O amor sempre enxergou bem. Nós não sabíamos.
O amor enxerga com os olhos de Deus, através dos olhos da realidade
espiritual da vida, e não com as lentes pobres do mundo.
Que importância tem as imagens exteriores, para quem ama?
Somente os materialistas – que se perdem seguidamente neste mundo
– dão tanto valor às embalagens, às aparências.
Que direito temos nós de fazer comentários como: Não sei como ela,
tão bela, se apaixonou por alguém assim, tão normal ou desajeitado
– referindo-se à beleza exterior.
Se tais questões ainda nos surpreendem, ainda nos incomodam, é
sinal que ainda não conhecemos o amor e sua visão pura.
Temos esta visão límpida quando nossos filhos nascem, enrugados,
feinhos por vezes, e nós, os pais, só enxergamos beleza, encanto.
Que visão é essa senão a do amor?
Nesse momento, a explicação do sentir poderia ser:
Diante da beleza de uma nova vida, que veio através de mim, que tem
a minha genética, como poderia encontrar algo feio ou desagradável
aos olhos?
Se esse fosse sempre nosso ponto de partida, analisaríamos a vida de
forma diversa.
Que importa se não temos os padrões de beleza atuais, se temos vida
em abundância por dentro, se amamos, se somos pessoas de bem?
Que importância teria a beleza exterior de um Chico Xavier, de um
Gandhi, de uma Madre Teresa?
Certamente são almas belíssimas, de uma beleza que fica, que não
envelhece, que não adoece.
Dessa forma, pensemos na beleza de nosso coração, na alegria de
viver, nos olhos acesos pelo amor.
O amor enxerga, sim, muito bem...
/Redação do Momento Espírita, com base em reportagem do jornal
português /Diário digital /de 14.06.2004. /
/Em 31.12.2009./