Forum Espirita

GERAL => Outros Temas => Artigos Espíritas => Tópico iniciado por: dOM JORGE em 05 de Março de 2013, 01:50

Título: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: dOM JORGE em 05 de Março de 2013, 01:50
                                                                   VIVA JESUS!




              Boa-noite! queridos irmãos.



                    DILÚVIO DE LIVROS “ESPÍRITAS” DELIRANTES


                          Como (re)agir diante dos livros antidoutrinários, supostamente “mediúnicos”, que invadem as instituições espíritas, colonizando turbas de ingênuos adeptos? Há pseudomédiuns, sem qualquer compromisso com o Espiritismo, que agem quais livres atiradores, e paradoxalmente “suas obras são vendidas nos Centros Espíritas, porque vendem muito, mas o tempo que se consome lendo seus livros é um desvio do tempo de aprendizagem da Doutrina Espírita.” (1)

          Possivelmente seja perda de tempo acercar-nos desse cansativo tema. Todavia, acreditamos que sob o pálio do velho adágio “cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém”, a questão pode ser abordada de forma menos complicada. Antes, porém, reafirmamos tudo o que já registramos muitas vezes na imprensa: os livros insalubres não devem ser comercializados nas livrarias de uma instituição espírita! Nem mesmo em nome da surrada cantilena “liberdade de expressão”. “Não faz nenhum sentido as instituições continuarem comprando essa literatura [infausta]. Deveriam fazer a barreira de obstrução mesmo sem brigar com ninguém, até porque somos espíritas e é urgente saber o que é um livro genuinamente espírita.” (2)

          Raul Teixeira explana o seguinte: “quanto mais descomprometido com a Doutrina Espírita é o ‘livrinho’ ou o ‘romancinho’, mais o povo gosta. Somos responsáveis por essa chuva de lodo sobre a nossa literatura espírita que dá lucros exorbitantes. Muitos clubes do livro [com honrosas ressalvas] não respeitam a Doutrina Espírita e normalmente colocam mensalmente um livrinho “baratinho” para cobrar mais caro e terem altos lucros sobre os seus assinantes.” (3) Atualmente são vendidos a rodo esses destroços literários. “É preciso frear a entrada dessas obras nas instituições. Que os editores vendam onde quiserem, menos no centro espírita.

          É muito importante os espíritas assumirem posição. Nunca será falta de caridade denunciar o mal. Falta de caridade é nossa omissão ante a disseminação do mal através dos livros. Não podemos entrar na falácia de que o mal é querer o bem.” (4). Há obstinados gênios das trevas divulgando “pérolas azuis” do tipo “o mundo espiritual é uma cópia do mundo físico e não o contrário”; “a mulher desencarnada sofre fluxos menstruais”; “os Espíritos vão ao banheiro e dão descarga”, “instrutor espiritual conta piadas pornográficas”, “mentor descreve com minúcias as curvas sensuais de jovem desencarnada”, “mentor endossa o aborto de anencéfalos”. É chocante! Nessa invasão “mediúnica” enunciam “que existem relacionamentos sexuais para promoção de ‘reencarnação’ no Além”. Ah!, por falar em reencarnação, tais livros revelam as várias “reencarnações” de Allan Kardec, culminando por encontrar o mestre de Lyon imerso num corpo (re)nascido em Pedro Leopoldo.

          Seria patético se não fosse burlesco, ou o avesso?! Seria cômico se não fosse é trágico. Garante tal literatura que “as pretas e pretos velhos, caboclos e correlatos, são entronizados como mentores de instituições espíritas.” Óbvio que as tradições das práticas mediúnicas africanas e ameríndias não padecem de discriminação entre os espíritas estudiosos, nem avaliamos os Espíritos de índios e negros, de todo, involuídos, todavia, ignorantes. Sim! Porque se fossem mais conscientes ou se não fossem ignorantes, não algemariam a mente em atavismos de personagens do pretérito. Estamos diante de delírio e de extrema fascinação no movimento espírita doutrinário. Os dirigentes não utilizam de forma criteriosa as barreiras para seleção doutrinária dos livros expostos ao público! Afirma Divaldo Franco que “o pudor em torno do Índex Expurgatorius da Igreja Romana tem levado muitos líderes a uma tolerância conivente [contemporização].”(5)

          As instituições espíritas [inclusive algumas federativas], “por interesse puramente comercial, vendem quaisquer livros “psicografados”, de autoajuda, de esoterismo, de outras doutrinas, quando deveriam preocupar-se em divulgar as obras do Espiritismo, tendo um critério de lógica.”(6)

          Temos observado que sob o lábaro da “liberdade cultural” há os que pugnam pelo não expurgo dos livros antidoutrinários nas prateleiras das nossas bibliotecas espíritas, desde que haja na página inicial dessas obras (avaliadas como lesivas ao programa da Codificação), sumários de análise e sugestão para a leitura de obras com contextos adversos. Interessante esse método, sem dúvida, mas cremos que o ingresso dos espíritas (menos precavidos), deve ser irrestrito tão somente nas bibliotecas que se balizem exclusivamente nas obras doutrinariamente irrefutáveis. Logicamente, sem obrigação de pelejar com os desfavoráveis a restrições, podemos aceitar a catalogação dos atuais “entulhos-literários” e destiná-los a espaços de leitura apenas frequentados por espíritas conscienciosos e pesquisadores honestos, capazes de analisar com lucidez os conteúdos das obras. Somos partidários do ideário de “que as instituições espíritas deveriam ter uma comissão para analisar e avaliar a qualidade do livro e divulgá-los ou não, porquanto as pessoas incautas ou desconhecedoras do Espiritismo fascinam-se com ideias verdadeiramente absurdas. (7)

           Destarte, é importantíssimo “montar a barreira natural do exame [dos livros] consoante recomenda Kardec, até porque não se trata de reconstrução do arrepiante Índex Librorum Prohibitorum..” (8)

          Se a biblioteca for acessível a qualquer pessoa, é urgente toda precaução, pois quanto maior nível de ignorância do ledor, importância máxima dará a “segurança” oferecida pela instituição ao livro a que ele tem livre acesso para leitura. Infelizmente, para os calouros e/ou incautos, o que é oferecido pelo centro espírita é interpretado como válido, fidedigno e doutrinariamente correto. Eis aí o “deus-nos-acuda” instalado! Cremos que “mesmo sem atracar com ninguém é imperioso defender o território [instituição espírita], porque quem compra [ou toma emprestada] uma obra de má qualidade no centro, sai declarando que aquela obra é espírita, pois foi adquirida no centro. Se um centro espírita comercializa uma obra de má qualidade é porque esse centro também é de má qualidade.” (9)

          Sobre as bibliotecas espíritas, concordamos que as mesmas devem ser locais “intocáveis”. Porém, não há como comparar a liberalidade de uma biblioteca mundana (descompromissada com a Terceira Revelação) com uma biblioteca espírita. Nada mais desigual! Os desígnios são completamente diferentes. A primeira prima por arquivar, conservar e oferecer informações para desenvolvimento da cultura ordinária. A biblioteca espírita, entretanto, deve ser ambiente intocável, e muito mais do que isso, deve ser um templo abençoado para abrigar as obras ajuizadas e consagradas universalmente pelos Benfeitores Espirituais. A primeira propõe aclarar o intelecto, mas a segunda necessita alumiar a mente e potencializar o coração do homem. Não podemos permitir que as instituições espíritas sejam transformadas em picadeiros, inobstante seja a “comédia o inverso da tragédia”(10), porém, na retaguarda do malfeitor campeia o bufão (protagonista do circo), e “os falsos devotos têm por acólitos seres ineptos, que só agem por imitação: à maneira dos espelhos, refletem a fisionomia de seus vizinhos. Tomam-se a sério, enganam-se a si próprios; a timidez os faz zombar daquilo em que não acreditam, exaltam o que duvidam, comungam com ostentação e acendem às escondidas pequenas velas, às quais atribuem muito mais virtude do que a transformação moral.”(11)

          Os espíritas desleais são os verdadeiros descrentes da equidade, da esperança, da Natureza e de Deus; recusam o bom senso e afiançam o fanatismo. A desencarnação, porém, os arrastará encharcados de águas de cheiro e cobertos de ouropéis, que hoje os disfarçam entre os homens. Pelo exposto, é inadmissível ficarmos temerosos de sermos classificados de anacrônicos, conservadores ou até mesmo clericais. Depende de todos nós melhorar a qualidade das práticas doutrinárias e cada qual deve fazer a sua parte. É importante sermos inexoráveis para blindar ininterruptamente a Doutrina Espírita contra os títeres das trevas (conhecidos como falsos profetas da atualidade), que tapeiam quais concessionários das Trevas. Contra eles devemos nos insurgir, a fim de expor o Espiritismo como Doutrina ajuizada, sublime e incorruptível.

Referências:

(1) Divaldo P. Franco, http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2013/02/opiniao-do-dival... , acessado em 24/02/2013

(2) Raul Teixeira http://tanialeimig-espiritismo.blogspot.com.br/search?updated-min=2... , acessado em 23/02/2013

(3) idem

(4) idem

(5) Divaldo P. Franco, http://orebate-jorgehessen.blogspot.com.br/2013/02/opiniao-do-dival... , acessado em 24/02/2013

(6) idem

(7) idem

(8) Raul Teixeira http://tanialeimig-espiritismo.blogspot.com.br/search?updated-min=2... , acessado em 23/02/2013

(9) idem

(10) Kardec, Allan. Revista Espirita/outubro de 1863 , mensagem ditada pelo Espírito Delphine de Girardin, disponível em http://www.sistemas.febnet.org.br/site/indiceGeralDeRevistas/verArt... , acessado em 25/02/2013

(11) idem



               Jorge Hessem








                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!


                                         
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Leonardo Hardware em 05 de Março de 2013, 13:24
Tudo muito justo! a realidade descortinada, nosso movimento e até centros caminham para o erro, principalmente vários centros, com seus supostos estudos sistematizados da DE, ensinam erro por verdade, e ainda tem a capacidade de dizer que Kardec, ficou no século XIX, muito triste...
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: FUSA em 05 de Março de 2013, 19:06
O Kardec dizia que o espirita devia e podia ler tudo o que bem quizesse. So assim as pessoas teriam condicoes de separar o "joio do trigo" usando o crivo da razao.

Em principio, nao vejo problema da FEB, centros espiritas terem livros "psicografados" em suas bibliotecas.

Infelizmente, como o texto fala,  muitas pessoas vao se apegar a romances e os acharem "reais" e que ensinam a "doutrina espirita" quando na realidade sao so fantasia (romance) ou so a opiniao desse ou daquele espirito.

A FEB porem ja traz livros nao doutrinarios ha muito tempo, incluindo a obra de Roustaing assim como os livros do Chico Xavier (que tambem so trazem opiniao de um ou outro espirito, Emmanuel, Andre Luiz, etc).

Qual a solucao para o problema? Talvez para aqueles mais credulos em tudo que leem, botar um nota na primeira pagina do livro explicando que aquele livro e' so' um romance, que nao passou pelo CUEE, e que cada um use seu crivo da razao baseado em estudos de Kardec para analisa-los.

F
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: CAO ARAUJO em 05 de Março de 2013, 20:24
É bom ficar atento aos falsos profetas.
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 06 de Março de 2013, 00:21
Há um momento no vídeo em que o Raul afirma que quem compra um livro na casa espírita acredita estar comprando um livro espírita. Concordo em gênero, número e grau com ele. Se os espíritas de fé, via de regra, são muito pouco críticos em relação ao que leem, muito menos o são os visitantes e simpatizantes da doutrina. Uma nota explicativa como a que propõe o FUSA seria o mínimo. Mas isso seria dar um tiro no próprio pé. É querer demais...
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: EsoEstudos em 06 de Março de 2013, 00:49

O fiel da balança há de ser o bom-senso.

Compara-se a informação com a codificação. O que for compatível deve ser analisado; o que ficar de fora, deve ser dispensado.

Claro que informações obviamente alheias sequer precisam de análise. Ex.: Somos um experimento de seres que vivem no centro da Terra ---  :o

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Marcos W. Silva em 06 de Março de 2013, 02:26
                                                                   [...]

          É muito importante os espíritas assumirem posição. Nunca será falta de caridade denunciar o mal. Falta de caridade é nossa omissão ante a disseminação do mal através dos livros. Não podemos entrar na falácia de que o mal é querer o bem.” (4). Há obstinados gênios das trevas divulgando “pérolas azuis” do tipo “o mundo espiritual é uma cópia do mundo físico e não o contrário”; “a mulher desencarnada sofre fluxos menstruais”; “os Espíritos vão ao banheiro e dão descarga”, “instrutor espiritual conta piadas pornográficas”, “mentor descreve com minúcias as curvas sensuais de jovem desencarnada”, “mentor endossa o aborto de anencéfalos”. É chocante! Nessa invasão “mediúnica” enunciam “que existem relacionamentos sexuais para promoção de ‘reencarnação’ no Além”. Ah!, por falar em reencarnação, tais livros revelam as várias “reencarnações” de Allan Kardec, culminando por encontrar o mestre de Lyon imerso num corpo (re)nascido em Pedro Leopoldo.

[...]



                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!


                                         

Complicado... ??? ???

Abracos.

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: EsoEstudos em 06 de Março de 2013, 02:39

Como eu disse, é tudo uma questão de bom-senso...

Não é possível, tampouco eficaz, levantar bandeiras sobre o que é ridículo e o que é erudito no âmbito de qualquer conhecimento humano.

Muito do que hoje é conhecimento de ponta, logo mais será tido como mero modelo limitado e, depois, como tese que um dia vigeu...

A referência que temos é a codificação, sem dúvida, mas sem que se cometa nem o erro de pretender nela enfiar qualquer ideia mirabolante, tampouco de negar o que o bom sendo permite nela achar princípios de uma salutar analogia extensiva.

Como sempre no desenvolvimento humano, haverá os radicais, donos da verdade, e os que, flexíveis ao vento das inovações, apreendem o que o futuro nos reserva na ampliação de nossa base de conhecimento.

Ao monturo com os absurdos que maltratam os princípios magnos dos ensinos... Mas não percamos de vista que muitas ideias tidas como ridículas passaram a ridicularizar seus detratores após a devida comprovação...


Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: francopi em 06 de Março de 2013, 11:58
                                                                   VIVA JESUS!




              Boa-noite! queridos irmãos.



                    DILÚVIO DE LIVROS “ESPÍRITAS” DELIRANTES


                          Como (re)agir diante dos livros antidoutrinários, supostamente “mediúnicos”, que invadem as instituições espíritas, colonizando turbas de ingênuos adeptos? Há pseudomédiuns, sem qualquer compromisso com o Espiritismo, que agem quais livres atiradores, e paradoxalmente “suas obras são vendidas nos Centros Espíritas, porque vendem muito, mas o tempo que se consome lendo seus livros é um desvio do tempo de aprendizagem da Doutrina Espírita.” (1)

         



               Jorge Hessem








                                                                                                      PAZ, MUITA PAZ!


                                         

                Sinceramente!... Não consigo compreender tamanha aversão à leitura de obras e de escritores temáticos como se tem observado neste fórum. Chega a ser incompreensível tais comportamentos. Configurando assim, uma presunção de que os leitores destes livros não tenham condições culturais para absorver ou analisar estas ditas obras.                                       
               Observa-se ainda que os críticos destes livros sejam na maioria das vezes, doutrinadores que sequer lêem a própria doutrina, mas inconscientemente tentam fazer valer a sua criação imaginária de doutrinamento. Portando-se na contra mão do que codifica o próprio Alan Kardec quando em sua obra o doutrinador claramente procura respeitar a leitura de obras que não sejam consideradas básicas. Veja o que Alan Kardec diz a respeito do assunto:

Citar
“... Isto pelo que nos diz respeito. Os que desejem tudo conhecer de uma ciência devem necessariamente ler tudo o que se ache escrito sobre a matéria, ou, pelo menos, o que haja de principal, não se limitando a um único autor. Devem mesmo ler o pró e o contra, as críticas como as apologias, inteirar-se dos diferentes sistemas, a fim de poderem julgar por comparação. Por esse lado, não preconizamos, nem criticamos obra alguma, visto não querermos, de nenhum modo, influenciar a opinião que dela se possa formar. Trazendo nossa pedra ao edifício, colocamo-nos nas fileiras. Não nos cabe ser juiz e parte e não alimentamos a ridícula pretensão de ser o único distribuidor da luz. Toca ao leitor separar o bom do mau, o verdadeiro do falso." (Livro dos Médiuns, pag. 52 no Capitulo III.).

 
 
               Após 152 anos da primeira edição do livro dos Médiuns, nota-se que pouco ou quase nada houve a acrescentar a codificação exatamente por conta desta forma conservadora de interpretar o que fora escrito pelo codificador. E talvez por este motivo esteja a doutrina tão subserviente a este tipo de interpretação de curta visão.
               Observamos ainda que qualquer obra por mais medíocre que seja para sua elaboraração e eventual edição é preciso ter algum respaldo metodológico para ser escrita. Mesmo porque aquele que pesquisa, que debruça sobre fontes e elabora a custa de acúmulos de conhecimentos e que faz citações e reconhece a palavra do outro. Merece o mínimo de respeito. Entretanto, quanto ao crivo crítico, este irá pertencer a cada individualidade que se dispor a ler ou não aquela obra.
                No decorrer de sua história o homem sempre buscou melhorar e evoluir o seu conhecimento tendo como base o conhecimento anterior e acrescentando às suas experiências as experiências passadas. Entretanto, com o aparecimento do filosofo e sociólogo criador do Positivismo o Sr. Auguste Comte (19 de janeiro de 1798 - Paris, 5 de setembro de 1857).  Pelo qual se passou a adotar a metodologia científica para nortear e validar a evolução e o registro contínuo e cumulativo do conhecimento. 
                O que se observa é o fato do Sr. Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) ser contemporâneo de Auguste Comte sob o pseudônimo de Allan Kardec, e que se honrou como sendo o codificador do espiritismo ou o fundador da Doutrina Espírita ter ciência de que já naqueles tempos que seria fundamental respeitar as obras intelectuais dos outros como nos mostra a citação acima.


abraços.


Francopi. 

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: fernandes adalberto em 06 de Março de 2013, 14:05
Os livros nos ajudam muito.
Muitas vezes um livro não  é importante para determinada pessoa, e é para outra.
já vi casos de pessoas serem ajudada por um livro sem expressão.
Fernandes Adalberto
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Gilda M.Antunes em 06 de Março de 2013, 22:27
É inegável que estamos sofrendo uma avalanche de literatura "espírita" que podemos considerar no mínimo duvidosa. Outras há que chegam mesmo a assustar pela inconsistência do conteúdo, que nota-se totalmente sem embasamento doutrinário.

Assim, acredito que o mais importante é verificar se o conteúdo do que lemos está em acordo com aqueles contidos em as Obras Básicas da Codificação, guias seguros para uma avaliação.

Abraços

Gillma
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Edmar Ferreira Jr em 07 de Março de 2013, 01:09
É nobre se falar em avalanches de livros delirantes e até mesmo sobre a necessidade de avaliação desses livros. Mas na hora do “sapeca aiaiai”, ou seja, de colocar em prática todo o discurso, os melindres vem à tona e os que propõe a avaliação passam então a ser chamados de radicais (ortodoxos é em verdade o termo de praxe). Tenho visto propostas de avaliação de livros de editoras novas e desconhecidas, mas não vejo ninguém propondo avaliação sobre os livros da FEB. Se é para avaliar, não pode haver concessões, independentemente do prestígio do Espírito, do médium e da editora. Mas quem é que tem a coragem de fazer isso hoje no MEB?
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: EsoEstudos em 07 de Março de 2013, 01:17

É nobre se falar em avalanches de livros delirantes e até mesmo sobre a necessidade de avaliação desses livros. Mas na hora do “sapeca aiaiai”, ou seja, de colocar em prática todo o discurso, os melindres vem à tona e os que propõe a avaliação passam então a ser chamados de radicais (ortodoxos é em verdade o termo de praxe). Tenho visto propostas de avaliação de livros de editoras novas e desconhecidas, mas não vejo ninguém propondo avaliação sobre os livros da FEB. Se é para avaliar, não pode haver concessões, independentemente do prestígio do Espírito, do médium e da editora. Mas quem é que tem a coragem de fazer isso hoje no MEB?


Pois é... Mas o primeiro e maior obstáculo é exatamente essa coisa de "aqui só se fala de doutrina", expungindo sob decreto de império a mínima possibilidade de exame, por exemplo, das obras posteriores a Kardec.

Eu mesmo adoraria ver um estudo sério, criterioso e imparcial de obras como "A Caminho da Luz", "Nos Domínios da Mediunidade" etc etc etc...

Mas, para cada opinião e análise, torrentes de repetição de "isso não é doutrina" simplesmente constituem uma embolia inexpugnável...

É exatamente ao contrário...

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: new em 07 de Março de 2013, 02:00
O dilúvio de livrinhos delirantes não é de hoje.

E como o Francisco lembrou, não é necessário mandar o espiritas jogarem os romances foras, mas devem parar de pensar que eles são reais, porque não são. Eles são altamente suspeitos e com inúmeras contradições com a Doutrina dos Espíritos.

Porém é preciso "dar nomes aos bois", e esses próprios médiuns, que criticam obras psicografadas, possuem trechos ou obras inteiras que poderiam ter sido descartadas, sem prejuízo à ninguém. Mas eles também estão dispostos e oferecer à exame a obras dos seus mentores?


Muitos espiritas afirmam que "Violetas na Janela" do Espírito Patrícia, é uma obra que não deve ser lida, muito menos citada. O cristão que a citá-la corre o risco de ser motivo de chacota, porque Patricia fala de alimentação no plano espiritual, de banho, de vestir roupas, usar o banheiro, etc etc etc.


Porém, em Nosso Lar, vemos as mesmíssimas coisa, exatamente igual. Os delírios são absolutamente os mesmos. 

A única diferença é que Patrícia é uma péssima escritora, enquanto André Luiz escolhe as palavras de modo a envolver e fazer o leitor amigo ir aceitando, ao passar dos volumes, as mais esdrúxulas teorias.


Enquanto Patricia fala bobagens logo de cara, e sem qualidade literária, André se utiliza da verborragia. Que aliás, revela a sua inferioridade, que quero acreditar ser apenas oriunda da ignorância. Apesar de se encaixar muito perfeitamente na classe dos pseudo-sábios e levianos.

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: EsoEstudos em 07 de Março de 2013, 02:29

A jactância com que se apontam erros (erros? quem proferiu o decisório definitivo sobre isso?) nas obras posteriores à codificação não chega nem a um milímetro da timidez com que as vozes tentam atenuar os erros de A Gênese...

O pior é que todos (ao menos em tese, já que muitos preferem sequer opinar nesse ponto) concordam que o espírito se vê no ambiente em que se afina, amoldando os fluidos, com roupas, tabaqueiras, rapé (que segundo o LM faria um encarnado espirrar), maçãs (inclusive com sabor, novamente consoante o LM)...

Ninguém (a não ser que não tenha lido nada) nega que o espírito sente sede, dor, fome, e assim permanece enquanto não se dá conta de sua efetiva situação...

Um espírito que sente a necessidade de evacuar e imagina que deve fazer isso sob pena de sujar suas roupas fluídicas, não tenham dúvida, irá fazer e achará perfeitamente natural que seus excrementos sejam exatamente como ele imagina, nos mesmos moldes do que ele produzia quanto detinha organismo físico.

O excremento e a tabaqueira, o cheiro do rapé e do excremento, tudo no mesmo compasso de aprisionamento do ser nos limites de suas percepções e no que ele crê, imagina e amolda nos fluidos em que se embala...

Mais um pouco e será necessário desenhar...

Será que dá para perceber que isso não afronta o que foi explicado na codificação?

Ah! O mesmo serve para urina, sangue, menstruação, ferimentos abertos, vermes etc etc etc...

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: psi em 07 de Março de 2013, 06:51

A jactância com que se apontam erros (erros? quem proferiu o decisório definitivo sobre isso?) nas obras posteriores à codificação não chega nem a um milímetro da timidez com que as vozes tentam atenuar os erros de A Gênese...

O pior é que todos (ao menos em tese, já que muitos preferem sequer opinar nesse ponto) concordam que o espírito se vê no ambiente em que se afina, amoldando os fluidos, com roupas, tabaqueiras, rapé (que segundo o LM faria um encarnado espirrar), maçãs (inclusive com sabor, novamente consoante o LM)...

Ninguém (a não ser que não tenha lido nada) nega que o espírito sente sede, dor, fome, e assim permanece enquanto não se dá conta de sua efetiva situação...

Um espírito que sente a necessidade de evacuar e imagina que deve fazer isso sob pena de sujar suas roupas fluídicas, não tenham dúvida, irá fazer e achará perfeitamente natural que seus excrementos sejam exatamente como ele imagina, nos mesmos moldes do que ele produzia quanto detinha organismo físico.

O excremento e a tabaqueira, o cheiro do rapé e do excremento, tudo no mesmo compasso de aprisionamento do ser nos limites de suas percepções e no que ele crê, imagina e amolda nos fluidos em que se embala...

Mais um pouco e será necessário desenhar...

Será que dá para perceber que isso não afronta o que foi explicado na codificação?

Ah! O mesmo serve para urina, sangue, menstruação, ferimentos abertos, vermes etc etc etc...





Marcão, não tem jeito, amigo. Sempre que o debate é direcionado ao cap. dos fluidos de A Gênese ou ao Laboratório do mundo invisível do LM, os ortodoxos fogem do tópico que nem o diabo da cruz.  ;D 

Sobre o ambiente extrafísico, são todos sábios para afirmar o que não existe. Gostam inclusive de fazer chacota sobre a materialidade do plano espiritual, mas quando perguntados sobre o que efetivamente lá existe, silenciam. Ninguém sabe, ninguém viu...

Sobre a leitura das obras extra doutrinárias, que as comparemos com o texto doutrinário utilizando-se da fé raciocinada para que se possa diferenciar o possível do improvável ou do inverossímel.

Um abraço


PSI

       
 

   
 
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: FUSA em 07 de Março de 2013, 17:52
Quanto mais leio respostas de forum aqui mais me entristece de ver respostas azedas por ambos os lados. :'(

O que tem um potential tremendo de ser um bom debate amigavel de repente se torna uma guerra santa de Kardec vs. Chico Xavier etc.

To fora desse forum e continuarei meus estudos sozinho mesmo. Afinal, realmente ninguem modifica os outros mas so a si mesmo.

Fiquem com Deus.

F
 

A jactância com que se apontam erros (erros? quem proferiu o decisório definitivo sobre isso?) nas obras posteriores à codificação não chega nem a um milímetro da timidez com que as vozes tentam atenuar os erros de A Gênese...

O pior é que todos (ao menos em tese, já que muitos preferem sequer opinar nesse ponto) concordam que o espírito se vê no ambiente em que se afina, amoldando os fluidos, com roupas, tabaqueiras, rapé (que segundo o LM faria um encarnado espirrar), maçãs (inclusive com sabor, novamente consoante o LM)...

Ninguém (a não ser que não tenha lido nada) nega que o espírito sente sede, dor, fome, e assim permanece enquanto não se dá conta de sua efetiva situação...

Um espírito que sente a necessidade de evacuar e imagina que deve fazer isso sob pena de sujar suas roupas fluídicas, não tenham dúvida, irá fazer e achará perfeitamente natural que seus excrementos sejam exatamente como ele imagina, nos mesmos moldes do que ele produzia quanto detinha organismo físico.

O excremento e a tabaqueira, o cheiro do rapé e do excremento, tudo no mesmo compasso de aprisionamento do ser nos limites de suas percepções e no que ele crê, imagina e amolda nos fluidos em que se embala...

Mais um pouco e será necessário desenhar...

Será que dá para perceber que isso não afronta o que foi explicado na codificação?

Ah! O mesmo serve para urina, sangue, menstruação, ferimentos abertos, vermes etc etc etc...





Marcão, não tem jeito, amigo. Sempre que o debate é direcionado ao cap. dos fluidos de A Gênese ou ao Laboratório do mundo invisível do LM, os ortodoxos fogem do tópico que nem o diabo da cruz.  ;D 

Sobre o ambiente extrafísico, são todos sábios para afirmar o que não existe. Gostam inclusive de fazer chacota sobre a materialidade do plano espiritual, mas quando perguntados sobre o que efetivamente lá existe, silenciam. Ninguém sabe, ninguém viu...

Sobre a leitura das obras extra doutrinárias, que as comparemos com o texto doutrinário utilizando-se da fé raciocinada para que se possa diferenciar o possível do improvável ou do inverossímel.

Um abraço


PSI

       
 

   
 
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Marcos W. Silva em 07 de Março de 2013, 22:46
Olá amigos, penso que precisamos nos acostumar com as críticas, e outros do gênero. Não nos esquecamos que o próprio codificador, naqueles tempos já falava sobre o debate das ideias. Perfeitamente normal que não pensemos de maneira uniforme.

Não se deve impor o que se pensa. É muito bom analisar o que outros pensam. Podemos aprender muito. Tenho aprendido muito neste fórum.

Particularmente, minha maior dificuldade é abandonar minhas "paixões espíritas", a terrível hipocrisia que ainda me faz querer parecer bonzinho. Falar mansinho... mas, só no CE.

Então aqui se vê discutir Doutrina de maneira simples, direta, e isso é bom.

Precisamos ler o Evangelho de João, e sabe por quê? Porque muitos nos incutem um Jesus mansinho. LEIA A BÍBLIA, sinta nos diálogos do mestre a sua mansuetude séria, concisa, firme, sem conversinha. "Raca de víboras"... "hipócritas"... "Não sou deste mundo"... "até quando estarei convosco"...

Continuemos participando, mandando ver no que pensamos ser o certo, e se não for o certo voltemos atrás, e se não nos ouvirem sigamos tranquilamente.

Com a crítica podemos crescer muito.

Abracos.



Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: EsoEstudos em 08 de Março de 2013, 00:14
Olá amigos, penso que precisamos nos acostumar com as críticas, e outros do gênero. Não nos esquecamos que o próprio codificador, naqueles tempos já falava sobre o debate das ideias. Perfeitamente normal que não pensemos de maneira uniforme.

Não se deve impor o que se pensa. É muito bom analisar o que outros pensam. Podemos aprender muito. Tenho aprendido muito neste fórum.

Particularmente, minha maior dificuldade é abandonar minhas "paixões espíritas", a terrível hipocrisia que ainda me faz querer parecer bonzinho. Falar mansinho... mas, só no CE.

Então aqui se vê discutir Doutrina de maneira simples, direta, e isso é bom.

Precisamos ler o Evangelho de João, e sabe por quê? Porque muitos nos incutem um Jesus mansinho. LEIA A BÍBLIA, sinta nos diálogos do mestre a sua mansuetude séria, concisa, firme, sem conversinha. "Raca de víboras"... "hipócritas"... "Não sou deste mundo"... "até quando estarei convosco"...

Continuemos participando, mandando ver no que pensamos ser o certo, e se não for o certo voltemos atrás, e se não nos ouvirem sigamos tranquilamente.

Com a crítica podemos crescer muito.

Abracos.



Concordo xará, concordo plenamente.

Mas ressalto o que o amigo Psi destacou. Muitas vezes os discursos de crítica a quem critica vêm ao embalo oportunista de não responder às questões que permanecem na seara do "isso pode, isso não pode".

Quem é da área jurídica (certamente não é melhor do que ninguém tão só por isso) bem sabe que há vários modos de se defender uma ideia. A que mais denuncia ausência de bons argumentos é a defesa indireta, a crítica que não arrosta as questões, referências genéricas de uma imensa listagem de verdades que nada esclarecem quanto ao ponto nodal do debate.

Ridicularizar a opinião alheia sequer chega a ser defesa de tese... É só falta de conhecimento mesmo.

Sempre fiz questão de interceder e pedir aos colegas de quem discordo aqui ou acolá que expliquem, explanem, exponham, opinem, mas, qual o que?

Vamos lá. Eu tenho divergências de conceituação doutrinária com o manão Moura, por exemplo, mas jamais deixo de considerar, ler e prestar atenção no que ele fala. Por que? Porque é assim que se aprende. Se mudar a minha forma de ver um determinado aspecto, tudo bem, serei o primeiro a dizer. Se não mudar, tudo bem também, todos os raciocínios que eu fizer só poderão me fazer bem, inclusive reforçar alguns conceitos, rever outros tantos etc etc etc...

E, faço questão de ressaltar, há espaço de sobra para eventuais brincadeiras com que, vez por outra, nos brindamos por aqui.

O chato é ler sempre as mesmas coisas, sem que o colega expresse uma só linha de aprofundamento em suas ideias, seus porquês etc.

Para finalizar, destaco: se uma ideia não pode ser expressa em palavras, lamento, mas estará fadada à solidão de quem a tem...

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Marcos W. Silva em 08 de Março de 2013, 14:43
[...]
Ridicularizar a opinião alheia sequer chega a ser defesa de tese... É só falta de conhecimento mesmo.

Sempre fiz questão de interceder e pedir aos colegas de quem discordo aqui ou acolá que expliquem, explanem, exponham, opinem, mas, qual o que?

Vamos lá. Eu tenho divergências de conceituação doutrinária com o manão Moura, por exemplo, mas jamais deixo de considerar, ler e prestar atenção no que ele fala. Por que? Porque é assim que se aprende. Se mudar a minha forma de ver um determinado aspecto, tudo bem, serei o primeiro a dizer. Se não mudar, tudo bem também, todos os raciocínios que eu fizer só poderão me fazer bem, inclusive reforçar alguns conceitos, rever outros tantos etc etc etc...

E, faço questão de ressaltar, há espaço de sobra para eventuais brincadeiras com que, vez por outra, nos brindamos por aqui.

O chato é ler sempre as mesmas coisas, sem que o colega expresse uma só linha de aprofundamento em suas ideias, seus porquês etc.

Para finalizar, destaco: se uma ideia não pode ser expressa em palavras, lamento, mas estará fadada à solidão de quem a tem...

[/b][/color][/size]

Muito bom Marcão. Com atitudes assim cresceremos todos.

Abracos.

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Marcos W. Silva em 08 de Março de 2013, 14:53
Amigo Fusa, esquenta não cara! ;D ;D vamos seguindo.

Abracos.

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: francopi em 08 de Março de 2013, 15:40
[...]
Ridicularizar a opinião alheia sequer chega a ser defesa de tese... É só falta de conhecimento mesmo.

Sempre fiz questão de interceder e pedir aos colegas de quem discordo aqui ou acolá que expliquem, explanem, exponham, opinem, mas, qual o que?

Vamos lá. Eu tenho divergências de conceituação doutrinária com o manão Moura, por exemplo, mas jamais deixo de considerar, ler e prestar atenção no que ele fala. Por que? Porque é assim que se aprende. Se mudar a minha forma de ver um determinado aspecto, tudo bem, serei o primeiro a dizer. Se não mudar, tudo bem também, todos os raciocínios que eu fizer só poderão me fazer bem, inclusive reforçar alguns conceitos, rever outros tantos etc etc etc...

E, faço questão de ressaltar, há espaço de sobra para eventuais brincadeiras com que, vez por outra, nos brindamos por aqui.

O chato é ler sempre as mesmas coisas, sem que o colega expresse uma só linha de aprofundamento em suas ideias, seus porquês etc.

Para finalizar, destaco: se uma ideia não pode ser expressa em palavras, lamento, mas estará fadada à solidão de quem a tem...

[/b][/color][/size]

Muito bom Marcão. Com atitudes assim cresceremos todos.

Abracos.


              Os amigos tem toda a razão no que dizem acima. Mas na locução da maioria dos que sabem defender uma tese sempre cometem os mesmos erros que se vê no protestantismo ou no clericalismo ao usarem o tempero da intolerância quando se deparam com o contraditório.  Basta não coadunar com a ideia do outro que a intolerância prevalece. E o discurso esvazia-se. E contra isto não há argumentos que inibam o cinismo da prolixia. E parece que quanto mais se escreve na defesa da tese, mais margens se darão às divergências. Muitas vezes a tese encontra-se abrigada em apenas um conceito ou em uma palavra chave.
                 

abraços.


Francopi.
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: new em 08 de Março de 2013, 22:40
Ciência se faz com debate.

E aqui é o único lugar em que é possível fazer isso. Se as opiniões fossem unânimes, ai sim, haveria um grande problema. Não é demais lembrar que o próprio codificador confessou que muitas vezes os Espíritos anunciavam idéias muito diversas às suas, mesmo opostas, mas dignas e extremamente racionais e por essa e outras razões, inseridas à Doutrina.


O problema existe quando se ataca a pessoa do debatedor e não a idéia. Não que eu me sinta ofendido, isso não me importa, aliás, demoro a perceber que algumas críticas são direcionadas à mim, se é que são. Mas enfraquece e empobrece o debate, e todos perdem.
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Espírita brasileiro em 08 de Março de 2013, 23:14
O debate é sempre bem vindo,desde que não haja deselegância nem falta de respeito com os companheirso que debatem idéias conosco.E aí que muitos espíritas se tornam radicais e intolerantes,nem parecendo mais ser adeptos da terceira revelação.
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Marcos W. Silva em 09 de Março de 2013, 01:07
O debate é sempre bem vindo,desde que não haja deselegância nem falta de respeito com os companheirso que debatem idéias conosco.E aí que muitos espíritas se tornam radicais e intolerantes,nem parecendo mais ser adeptos da terceira revelação.
Ciência se faz com debate.

E aqui é o único lugar em que é possível fazer isso. Se as opiniões fossem unânimes, ai sim, haveria um grande problema. Não é demais lembrar que o próprio codificador confessou que muitas vezes os Espíritos anunciavam idéias muito diversas às suas, mesmo opostas, mas dignas e extremamente racionais e por essa e outras razões, inseridas à Doutrina.


O problema existe quando se ataca a pessoa do debatedor e não a idéia. Não que eu me sinta ofendido, isso não me importa, aliás, demoro a perceber que algumas críticas são direcionadas à mim, se é que são. Mas enfraquece e empobrece o debate, e todos perdem.
[...]
Ridicularizar a opinião alheia sequer chega a ser defesa de tese... É só falta de conhecimento mesmo.

Sempre fiz questão de interceder e pedir aos colegas de quem discordo aqui ou acolá que expliquem, explanem, exponham, opinem, mas, qual o que?

Vamos lá. Eu tenho divergências de conceituação doutrinária com o manão Moura, por exemplo, mas jamais deixo de considerar, ler e prestar atenção no que ele fala. Por que? Porque é assim que se aprende. Se mudar a minha forma de ver um determinado aspecto, tudo bem, serei o primeiro a dizer. Se não mudar, tudo bem também, todos os raciocínios que eu fizer só poderão me fazer bem, inclusive reforçar alguns conceitos, rever outros tantos etc etc etc...

E, faço questão de ressaltar, há espaço de sobra para eventuais brincadeiras com que, vez por outra, nos brindamos por aqui.

O chato é ler sempre as mesmas coisas, sem que o colega expresse uma só linha de aprofundamento em suas ideias, seus porquês etc.

Para finalizar, destaco: se uma ideia não pode ser expressa em palavras, lamento, mas estará fadada à solidão de quem a tem...

[/b][/color][/size]

Muito bom Marcão. Com atitudes assim cresceremos todos.

Abracos.


              Os amigos tem toda a razão no que dizem acima. Mas na locução da maioria dos que sabem defender uma tese sempre cometem os mesmos erros que se vê no protestantismo ou no clericalismo ao usarem o tempero da intolerância quando se deparam com o contraditório.  Basta não coadunar com a ideia do outro que a intolerância prevalece. E o discurso esvazia-se. E contra isto não há argumentos que inibam o cinismo da prolixia. E parece que quanto mais se escreve na defesa da tese, mais margens se darão às divergências. Muitas vezes a tese encontra-se abrigada em apenas um conceito ou em uma palavra chave.
                 

abraços.


Francopi.



De pleno acordo com as proposicões.

Abracos.

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: francopi em 12 de Março de 2013, 06:19
É inegável que estamos sofrendo uma avalanche de literatura "espírita" que podemos considerar no mínimo duvidosa. Outras há que chegam mesmo a assustar pela inconsistência do conteúdo, que nota-se totalmente sem embasamento doutrinário.

Assim, acredito que o mais importante é verificar se o conteúdo do que lemos está em acordo com aqueles contidos em as Obras Básicas da Codificação, guias seguros para uma avaliação.

Abraços

Gillma

                  Oi Gillma!...  Pediria se possível, que você nos apresentasse sugestões bibliográficas ou resumos críticos de livros que você ou outra pessoa já tenha lido e que se encaixe na racional citação acima.
                  Este tipo de informação nos parece ser útil para que possamos apresentar aos iniciantes ou a quem se interessar em ler algo além das Obras Básicas.  E desta feita, possamos sair das proposições que não são proposições e efetivamente dar continuidade ao nosso debate.

Abraços.
Francopi.
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Gilda M.Antunes em 12 de Março de 2013, 17:19
É inegável que estamos sofrendo uma avalanche de literatura "espírita" que podemos considerar no mínimo duvidosa. Outras há que chegam mesmo a assustar pela inconsistência do conteúdo, que nota-se totalmente sem embasamento doutrinário.

Assim, acredito que o mais importante é verificar se o conteúdo do que lemos está em acordo com aqueles contidos em as Obras Básicas da Codificação, guias seguros para uma avaliação.

Abraços

Gillma

                  Oi Gillma!...  Pediria se possível, que você nos apresentasse sugestões bibliográficas ou resumos críticos de livros que você ou outra pessoa já tenha lido e que se encaixe na racional citação acima.
                  Este tipo de informação nos parece ser útil para que possamos apresentar aos iniciantes ou a quem se interessar em ler algo além das Obras Básicas.  E desta feita, possamos sair das proposições que não são proposições e efetivamente dar continuidade ao nosso debate.

Abraços.
Francopi.

Olá amigo, boa tarde.
Estou com um probleminha de saúde em um dos filhos. Nada sério, mas está exigindo saídas mais constantes de casa nestes últimos dias, por conta de exames laboratoriais e outros mais específicos.
Por este motivo, não poderei atender seu pedido de imediato.
Mas prometo providenciar e postar ainda nesta semana.
Pode ser assim?

Abraços

Gilda

PS: esclarecendo a nova assinatura: estava usando uma abreviatura das iniciais de meu nome completo Gilda Luci de Moraes Antunes=Gillma. No entanto comecei a receber mensagens de pessoas que não conheço, julgando ser eu uma amiga deles que usa o mesmo apelido. Assim, para evitar confusões, alterei o perfil e passei a utilizar meu nome real ok?
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Gilda M.Antunes em 16 de Março de 2013, 23:13
Olá amigos foristas e amigo Francopi, boa tarde

Amigo Francopi, analisei bastante o seu pedido e a bem da verdade, devo dizer que não me sinto absolutamente apta a compor uma lista a ser indicada ou apresentada a iniciantes na DE porque sei que fatalmente recairia em erros.

Nem mesmo me sinto apta a indicar livros espíritas para quaisquer pessoas, a não ser é claro, todos os que compõem a Codificação e neste caso seria até bastante convencional, pois indicaria o estudo sério e não apenas uma única leitura, de cada um destes livros na ordem mesma em que foram trazidos à luz.

Enfim, o único fato que aprendi com certeza é que nada sei e muito tenho a aprender e é apenas por este motivo que não me julgo apta. Seria uma aprendiz querendo direcionar outros aprendizes.

A meu favor tenho apenas o grande gosto pelo estudo sério e contínuo e a paixão pela leitura e isso ocorre desde que era muito criança. Era aquela criança, tida por muitos como chata pois estava sempre a perguntar, questionar, querer saber e entender. Neste aspecto fui muito estimulada pelos meus pais, abençoados sejam eles por isso.

Assim posso dizer que li e estudei de tudo um pouco. Minha formação acadêmica me permitiu até enveredar por campos considerados mais científicos, mas novamente a conclusão é que tudo é relativo e nada é circunscrito.

Podemos até circunscrever mas apenas se nos atermos rigorosamente a momentos e espaços-tempo específicos dentro história física e humana do planeta Terra, com objetivo definido de estudo sobre a evolução que nele vem se processando.

O estudo, prática e vivência da DE e os 30 anos de prática mediúnica contínua, apenas me confirmaram que nada sei e que ainda há muito a aprender e evoluir.

Desta forma, opto por listar aqui apenas alguns poucos dos muitos livros que li e estudei e que de acordo com meu critério pessoal de entendimento da Codificação deixaram marcas positivas às minhas necessidades no presente estágio evolutivo em que me encontro.

1- Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos - Tomos I a XII - Allan Kardec
2- Obras Póstumas - Allan Karde
3- Prece - Allan Kardec
4- O Evangelho dos Humildes - Eliseu Rigonatti
5- O Livro da Prece - L. Palhano Jr.
6- O poder da Fé - José Lázaro Boberg
7- O Espírito e o Tempo - J. Herculano Pires
8- O Centro Espírita - J.Herculano Pires
9- Anotações Espíritas - Divaldo P.Franco/Espíritos Diversos
10- Espiritismo - Século XXI - Zalmino Zimmermann
11- Vivendo o Evangelho - Volumes I e II - Antonio Baduy Filho/André Luiz
12- Perispirito - Zalmino Zimmermann
13- Teoria da Mediunidade - Zalmino Zimmermann
14- Renovando Atitudes - Francisco E. Santo Neto/Hammed
15- As dores da Alma - Francisco E. Santo Neto/Hammed
16- Atitudes Renovadas - Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis
17- Obras Completas de Chico Xavier/André Luiz
18- Obras Completas de Chico Xavier/Emmanuel
 
Romances leio poucos e apenas com o intuito de estar a par sobre assuntos abordados pelos autores. Desculpe a franqueza mas não os considero muito relevantes quando o objetivo é estudo da DE.

Continuo em outro post para não alongar demais este.

Abraços com carinho

Gilda



 

Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: Gilda M.Antunes em 16 de Março de 2013, 23:44
Amigo Francopi, dando continuidade.
Como exerço a mediunidade, juntamente ao estudo constante dos livros da Codificação alterno-os com o estudo de livros sobre Mediunidade.

19- Desafios da Mediunidade - J. Raul Teixeira/Camilo
20- Devassando o Invisível - Yvonne A. Pereira/Diversos
21- Diretrizes de Segurança - Divaldo P. Franco/ J.Raul Teixeira
22- Diversidades de Carismas - Herminio C. Miranda
23- Em Serviço Mediúnico - J.Raul Teixeira/ Hans Swigg
24- A Imensidão dos Sentidos - Francisco E. Santo Neto/Hammed
25- Intercâmbio Mediúnico - Divaldo P. Franco/ João Cléofas
26- Mediunidade - Desafios e Bênçãos - Divaldo P. Franco/ Manoel P. Miranda
27- Mediunidade e Evolução - Martins Peralva
28- Médiuns e Mediunidade - Divaldo P. Franco/ Vianna Carvalho
29- Obsessão e Desobsessão - Sueyli Caldas Schubert
30- Parábolas e Ensinos de Jesus - Cairbar Schutel
31- Suicídio Falsa Solução- Alírio de Cerqueira Filho
32- Cura Espiritual da Depressão - Alírio de Cerqueira Filho
33- Mediunidade-Seus Aspectos, Desenvolvimento e Utilização - Edgar Armond
34- Psicologia e Mediunidade- Adenáuer Novaes
35- A obsessão e o Movimento Espírita - Divaldo P. Franco/Manoel P. Miranda
36- Obsessão e Desobsessão - Dilvado P.Franco /Manoel P.Miranda
37- Em nome do Amor- A Mediunidade com Jesus - Divaldo P.Franco/Bezerra de Menezes
38- Refletindo a Alma - Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis
39- Vitória sobre a Depressão - Divaldo P.Franco/Joanna de Ângelis
40- Condomínio Espiritual - Herminio C. Miranda
41- A Memória e o Tempo - Herminio C.Miranda
42- Visão Espírita das Distonias Mentais - Jorge Andréa
43- Os insondáveis Caminhos da Vida - Jorge Andréa
44- Psicologia Espírita Volumes I e II - Jorge Andréa
45- As mil faces da realidade espiritual - Herminio C. Miranda
46- Candeias na noite Escura - Hermínio C. Miranda
47- O que é o fenômeno mediunico- Herminio C. Miranda
48- Reencarnação e Imortalidade - Herminio C. Miranda
49- As marcas do Cristo Volumes I e II - Herminio C. Miranda
50- Os procuradores de Deus - Herminio C. Miranda
51- Diálogo com as Sombras -Herminio C. Miranda
52- Obsessão-O Passe-A doutrinação - J.Herculano Pires
53- O Poder da Fé - José Lázaro Boberg
54- Você e a Mediunidade - M.B.Tamassia
55- Recordações da Mediunida - Yvonne do Amaral Pereira

Paro por aqui...... seriam muitos e muitos  livros que tenho anotados e guardados pois sempre volto a eles.

Lembrando: livros que de acordo com o meu critério falho não transgridem a DE, embora saibamos que são opiniões pessoais de seus autores encarnados ou desencarnado.

Abraços

Gilda
Título: Re: Dilúvio de livros espíritas delirantes
Enviado por: francopi em 16 de Março de 2013, 23:55
Olá amigos foristas e amigo Francopi, boa tarde

Amigo Francopi, analisei bastante o seu pedido e a bem da verdade, devo dizer que não me sinto absolutamente apta a compor uma lista a ser indicada ou apresentada a iniciantes na DE porque sei que fatalmente recairia em erros.

Nem mesmo me sinto apta a indicar livros espíritas para quaisquer pessoas, a não ser é claro, todos os que compõem a Codificação e neste caso seria até bastante convencional, pois indicaria o estudo sério e não apenas uma única leitura, de cada um destes livros na ordem mesma em que foram trazidos à luz.

Enfim, o único fato que aprendi com certeza é que nada sei e muito tenho a aprender e é apenas por este motivo que não me julgo apta. Seria uma aprendiz querendo direcionar outros aprendizes.

A meu favor tenho apenas o grande gosto pelo estudo sério e contínuo e a paixão pela leitura e isso ocorre desde que era muito criança. Era aquela criança, tida por muitos como chata pois estava sempre a perguntar, questionar, querer saber e entender. Neste aspecto fui muito estimulada pelos meus pais, abençoados sejam eles por isso.

Assim posso dizer que li e estudei de tudo um pouco. Minha formação acadêmica me permitiu até enveredar por campos considerados mais científicos, mas novamente a conclusão é que tudo é relativo e nada é circunscrito.

Podemos até circunscrever mas apenas se nos atermos rigorosamente a momentos e espaços-tempo específicos dentro história física e humana do planeta Terra, com objetivo definido de estudo sobre a evolução que nele vem se processando.

O estudo, prática e vivência da DE e os 30 anos de prática mediúnica contínua, apenas me confirmaram que nada sei e que ainda há muito a aprender e evoluir.

Desta forma, opto por listar aqui apenas alguns poucos dos muitos livros que li e estudei e que de acordo com meu critério pessoal de entendimento da Codificação deixaram marcas positivas às minhas necessidades no presente estágio evolutivo em que me encontro.

1- Revista Espírita - Jornal de Estudos Psicológicos - Tomos I a XII - Allan Kardec
2- Obras Póstumas - Allan Karde
3- Prece - Allan Kardec
4- O Evangelho dos Humildes - Eliseu Rigonatti
5- O Livro da Prece - L. Palhano Jr.
6- O poder da Fé - José Lázaro Boberg
7- O Espírito e o Tempo - J. Herculano Pires
8- O Centro Espírita - J.Herculano Pires
9- Anotações Espíritas - Divaldo P.Franco/Espíritos Diversos
10- Espiritismo - Século XXI - Zalmino Zimmermann
11- Vivendo o Evangelho - Volumes I e II - Antonio Baduy Filho/André Luiz
12- Perispirito - Zalmino Zimmermann
13- Teoria da Mediunidade - Zalmino Zimmermann
14- Renovando Atitudes - Francisco E. Santo Neto/Hammed
15- As dores da Alma - Francisco E. Santo Neto/Hammed
16- Atitudes Renovadas - Divaldo P. Franco/Joanna de Ângelis
17- Obras Completas de Chico Xavier/André Luiz
18- Obras Completas de Chico Xavier/Emmanuel
 
Romances leio poucos e apenas com o intuito de estar a par sobre assuntos abordados pelos autores. Desculpe a franqueza mas não os considero muito relevantes quando o objetivo é estudo da DE.

Continuo em outro post para não alongar demais este.

Abraços com carinho

Gilda



 

Querida e atenciosa amiga; 

Há sempre a possibilidade de que saibamos alguma coisa que alguém não saiba ou que, alguém saiba mais do que imaginamos saber. Sem falar que os melhores mestres aprimoram o  seu conhecimento quando compartilham tudo aquilo que sabem com aqueles a quem ensinam. Só pelo fato de teres o hábito da leitura já lhe deixa a frente daqueles tem amarras e isto, é um diferencial somado aos 30 anos que tens com o seu estreitamento com a matéria. Por outro lado, com relação às 55 sugestões é uma luz, um caminho a seguir. Que cada um tire o melhor daquilo que tiver a oportunidade ler. O importante é que as mentes estejam abertas para filtrar o melhor de seu compartilhamento.

destaco como especial o seguinte trecho de sua escrita:

Citar
Desta forma, opto por listar aqui apenas alguns poucos dos muitos livros que li e estudei e que de acordo com meu critério pessoal de entendimento da Codificação deixaram marcas positivas às minhas necessidades no presente estágio evolutivo em que me encontro.

               Dai, tira-se a importância das leituras complementares. Que, diga-se de passagem, qualquer um possa ter este saudável habito.

       
Agradecido por sua dedicação e atenção.



Abraços.

Francopi.
[/size]